Artigos, Feminino Sagrado, Orgânicos: Produtos e Alimentação, Sustentabilidade Ambiental

Absorventes Ecológicos e Reutilizáveis: Quebre os Tabus, Liberte seu Corpo

Já ouvi muitas histórias sobre os tabus da menstruação, mas as que gostaria de partilhar aqui são relativas a algumas de minhas ancestrais, porque sempre refleti sobre os prós e contras de ser mulher naquela época. Por um lado, as mulheres eram reféns de todos os tabus sobre o tema, tendo que baixar a cabeça e aceitar sem questionar o que lhes era ensinado; por outro lado tinham mais saúde ao usarem panos de algodão costurados para este fim, por exemplo, ao invés dos absorventes tóxicos sendo vendidos hoje.

Recordo da conversa com uma de minhas avós me dizendo que a primeira vez que menstruou achou que estava morrendo 😮 Só depois de ter contado à sua mãe é que compreendeu o que significava. Com doze ou treze anos de idade, recebeu da mãe um vestido novo e do pai um bouquet de flores – fato que se sucedeu de forma semelhante comigo no dia da primeira menstruação.

Mesmo tendo tido esse belo ritual de passagem, algumas recomendações foram recebidas a seguir – orientações estas que permaneceram ao longo da vida dessa ancestral, até que a neta veio e quebrou o tabu. Durante o período menstrual, algumas delas diziam respeito a: não lavar a cabeça, porque o sangue poderia subir à cabeça – ainda não se sabe de onde esta informação surgiu… – guardar o pacote de absorventes em lugar discreto – homens não podiam ver; não fazer atividades muito intensas no período, colocar o absorvente no lixo enrolado em jornal ou papel higiênico – porque era feio alguém ver o sangue menstrual ao abrir o lixo, incluindo os homens que não poderiam vê-lo, jamais. Um dos homens da família conta que escondia-se atrás da cortina quando a irmã estava menstruada, passando longe, porque via “aquilo” como doença. Momento hilariante sempre que lembramos! 😉

Bom, sabemos que a medicina e a crença popular sempre tem um fundo de verdade porque são baseadas nas experiências de vida das nossas ancestrais. Mas, nem tudo precisa ser seguido à risca, e certas crenças precisam ser adaptadas à atualidade para que possamos evoluir nosso ser, nosso corpo e permitirmos que as tecnologias sustentáveis, que já são tantas, sejam utilizadas a favor dos nosso ciclos femininos e sagrados.

Observando as tecnologias que surgiram nestes últimos tempos, com a chegada dos absorventes orgânicos e veganos – Natracare, e dos absorventes ecológicos/ reutilizáveis, penso que demos um salto significativo neste campo, de alguma forma retomando, cada vez mais, a conexão com a natureza e a liberdade dos nossos corpos, assim como na época de nossas avós no que se refere ao uso de panos de algodão. Abaixo, um exemplo clássico e comparativo da evolução dos protetores convencionais para os orgânicos.

Legenda: Carefree – com cheiro, não biodegradável, com aditivo químicos e pouca capacidade de absorção/ Natracare – sem cheiro, biodegradável, feito de algodão orgânico, óleos essenciais e compostos naturais; com alta capacidade de absorção, evitando vazamentos.

Ainda que os absorventes orgânicos sejam uma ótima opção para quem quer fugir dos tóxicos, tendo 98% de sua composição biodegradável – vide link do artigo acima sobre a marca NATRACARE – não são de conhecimento de muitas mulheres. Isso porque são importados da Suécia, não são encontrados em qualquer lugar e possuem um custo mais alto do que o convencional para quem não pode pagar. Sigo desejando que surja uma empresa com fabricação aqui no Brasil, assim baratearia o custo pela metade.

Já, a outra opção, uma marca brasileira que está conquistando muitas mulheres – testada, utilizada e aprovadíssima do meu ponto de vista – é a KORUI (a palavra significa “nova vida”, crescimento): empresa que fabrica produtos de higiene íntima, incluindo tanto absorventes ecológicos e reutilizáveis quanto calcinhas absorventes, ambos feitos à base de fibra de bambu, camadas internas com 100% de algodão e tecidos impermeáveis e respiráveis. São ecológicos, livres de compostos plásticos, látex, géis, fragrâncias, elementos químicos e tóxicos ; são veganos – sem testes em animais e produtos derivados – mas não são orgânicos porque a camada externa é feita de poliéster e poliuretano.

Fiz uso de ambos – orgânicos e reutilizáveis – por um bom tempo e posso dizer que os reutilizáveis tem uma grande vantagem: não vão produzir lixo por até um prazo de 3 anos ou mais dependendo de como você os lava – sugiro sabão glicerinado e neutro, sem nenhum componente abrasivo – e de quantas vezes você os utiliza, assim como uma roupa que você cuida para durar por mais tempo. Lembro que um pouquinho de vinagre branco ou bicarbonato de sódio também ajudam na lavagem – no caso de ficarem de molho – e que muito sabão que se diz “de coco”, dependendo da marca, não tem nada de coco, além de possuir componentes abrasivos. Portanto, cautela para quem usa. Leia o rótulo e escolha o mais natural possível, com compostos vegetais e sem “branqueadores”.

No site da KORUI você encontra os representantes e pontos de venda, de acordo com a sua região, e todas as respostas para: formas de uso, como lavar, tipos e tamanhos de acordo com o tipo de fluxo, tempo de troca e outras dúvidas: http://www.korui.com.br/como-usar-o-absorvente-korui/

Para quem é adepta dos coletores menstruais, pode utilizar os dois em caso de vazamentos, substituindo assim os protetores de calcinha convencionais, que também são tão tóxicos quanto os absorventes por conterem petrolatos e a famosa dioxina, uma substância vilã e cancerígena para o nosso corpo, um componente listado como um dos mais tóxicos de todos os produtos químicos ligados ao câncer pela Environmental Protection Agency dos Estados Unidos.

Tanto a Natracare quanto a Korui possuem protetores de calcinha. Você também pode utilizá-los durante a gravidez e períodos não menstruais com aumento de secreção vaginal. A Korui tem formatos menores e com duas opções de tecido: conforto seco ou natural, ambos respiráveis – uma das minhas perguntas antes de comprar. Os modelos são lindos, alguns mais coloridos e outros mais discretos, para todos os gostos.

Essas são as sugestões de acordo com minha experiência. Fica a dica para quem quer experimentar e adentrar numa relação completamente nova com o seu corpo, respeitando seus momentos – se mais introspectivos ou extrovertidos – ouvindo seu corpo e seus ciclos com mais sabedoria, conforto e liberdade. Namastê! ❤

Leia mais: Coletor Menstrual: A Evolução do Absorvente Feminino /

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Artigos, Feminino Sagrado, Sustentabilidade Ambiental, Terapias Integrativas

Tinturas para cabelo 100% naturais – Parte 2

Dedico este artigo ao pessoal que acompanha o Blog e aos que passam por aqui em busca de informação boa e séria! 😉 Tendo em vista este ser um dos assuntos mais acessados e discutidos através de comentários, mensagens e e-mails, sigo complementando e atualizando as informações que publiquei no artigo anterior: Tinturas para Cabelo 100% Naturais Com o aumento da demanda por produtos cada vez mais naturais, orgânicos, livres de transgênicos, testes em animais e quimical free, crescem as opções de produtos no mercado, assim como cresce a procura por cursos online sobre o assunto.

No final deste artigo, sugiro alguns Canais bem interessantes – para quem não tem muito tempo a perder – com receitas caseiras, naturais e à base de ervas, especiarias e tinturas provenientes de extratos vegetais da natureza. Do meu ponto de vista, são bem objetivos, trazendo receitas simples e fáceis de fazer em casa. Entretanto, mesmo se tratando de receitas naturais, sugiro que você converse com um especialista ou busque informação em canais especializados para não danificar os seus cabelos, já que dependendo do caso, não são recomendadas certas misturas. Então, vamos aos esclarecimentos.

RECEITAS CASEIRAS

A dica que deixo aqui é buscar uma receita que esteja de acordo com o seu tipo de cabelo, mas avaliando também a condição em que ele se encontra atualmente – se é seco, normal, oleoso ou misto; se está desidratado, ressecado, quebradiço, com pontas duplas ou queda excessiva; se tem mechas, luzes, alisamentos, tonalizante, tintura química, descolorante, etc. Escolha, assim, a opção de receita para o seu tipo de cabelo + condição de cabelo, lembrando: um tratamento natural/ caseiro requer disciplina e tem resultados gradativos. Pode ser mais permanente no caso da henna em pó – pura ou misturada a algum outro extrato natural – ou da henna em creme. Se o cabelo for comprido demais, a dosagem também é diferente.

TINTURAS EM PÓ

Respondendo os e-mails e comentários recebidos sobre as tinturas em pó: todas as tinturas naturais em que usamos pó – sejam as do mercado ou mesmo os elementos que compramos para fazer em casa – geralmente tem a tendência de ressecar os fios. Com isso, sugiro que junto à mistura seja acrescentada 01 a 02 colheres (sopa) de um óleo vegetal extra virgem de sua preferência – indico o de coco ou de oliva – ou glicerina vegetal em creme (sem parabenos ou petrolatos) – ou ainda a mesma quantidade de uma máscara capilar de sua preferência, a mais natural possível. No caso das misturas contendo limão ou outro elemento mais ácido: mais cautela ainda para quem tem cabelos secos ou ressecados, algum processo químico ou em função de exposição à água do mar, piscina, sol. E no que se refere à canela, não indico para quem tem pele sensível ou rosácea, pois causa alergias, além de ressecar os cabelos.

Outro esclarecimento: no caso da Henna Surya em creme, ela não tem na sua composição apenas a henna como muitos pensam, mas sim uma lista de extratos de plantas que, dependendo da coloração que se deseja, possuem mais ou menos elementos das plantas listadas, são elas: Açaí, Acerola, Achillea, Amla, Aloe Vera, Arnica, Avelã, Babaçu, Camomila, Castanha do Brasil, Guaraná, Jenipapo, Juá e Malva. Como ainda tenho recebido comentários de pessoas que duvidam que seja totalmente natural – e com razão pela quantidade de produtos que não fazem jus ao que está descrito no rótulo – trago minha experiência que confirmou isso.

Há alguns anos atrás, através de um naturopata, bioquímico e cientista que possui um grupo de estudos na Unicamp, tive a confirmação que os testes realizados confirmavam que o produto era natural, sem amônia, sem parabenos e sem metais pesados. Hoje, não saberia dizer se a fórmula foi modificada, a não ser realizando novos testes. Entretanto, uso a henna creme de vez em quando como tratamento para os cabelos e, no meu caso – tendo os cabelos normais – é de fato um ótimo tratamento. Para quem quiser pesquisar mais a respeito da henna, existem tutoriais especiais em Canais do You Tube apenas falando sobre as colorações com Henna. Muitos, inclusive, indicam misturar dois tons para se adquirir o tom desejado e, principalmente, para quem tem mais de 50% de cabelos brancos.

PH DO CABELO X PH SUBSTÂNCIAS NATURAIS: OS BASTIDORES DO PORQUÊ AS RECEITAS NEM SEMPRE FUNCIONAM

Trazendo o olhar para os “bastidores” dessas dicas, trouxe algumas tabelas advindas de sites profissionais para cabeleireiros, que indicam o valor do Ph do cabelo comparado a certos produtos que estão por aí dizendo que fazem milagres, quando na verdade não é o que ocorre na prática – no caso do vinagre e do bicarbonato de sódio, por exemplo. Dependendo do tipo de cabelo e da quantidade usada, passam a ser um grande problema ao invés de uma solução, porque os Ph’s muito alcalinos ou muito altos podem danificar os cabelos. O vinagre e o bicarbonato, por exemplo, podem gerar queda de cabelo se usados na quantidade errada – já ocorreu comigo. No caso do vinagre, o ideal é o de maçã.

O Ph normal do cabelo humano fica em torno de 4,5 a 5,5, ou seja, ligeiramente ácido. Assim se forma o manto ácido, que tem como função impedir a proliferação de fungos e bactérias no couro cabeludo, evitando irritações. Fios com pH neste grau são saudáveis e têm as cutículas fechadas (aderentes e lisas). O pH, ou Potencial de Hidrogênio, é a escala que mede o grau de acidez ou alcalinidade de uma substância, podendo variar de 0 a 14.

Os cosméticos capilares com Ph alcalino são usados para modificar a estrutura externa e interna dos cabelos, abrindo as cutículas a fim de penetrar nos fios. O Ph ácido reforça a fibra capilar, age como adstringentes e neutraliza os tratamentos feitos com cosméticos alcalinos. Ao utilizarmos produtos muito ácidos (pH entre 1 e 2), assim como produtos muito alcalinos (pH acima de 10), os cabelos “incham”, pois as cutículas se abrem e é desta forma que os tratamentos químicos – alisamentos, permanentes e colorações – são mais eficazes.

Na maioria dos shampoos o pH oscila entre 5 e 7, para que o nível de acidez da oleosidade do cabelo em condições normais seja mantida, e isso é importante para impedir a sobrevivência de bactérias no couro cabeludo. O pH da água salgada é alcalino, por isso, cabelos com química devem evitar água do mar. Shampoos com pH entre 4.5 e 5.5 são indicados para pessoas que têm permanente, possuem o cabelo fraco ou tingido.

 

TIPOS DE CABELOS: AGENTES ÁCIDOS E ALCALINOS

O pH do cabelo determina o índice de acidez ou alcalinidade do fio. O fio de cabelo tem carga NEGATIVA, por isso ele retém partículas de carga positiva. O que hidrata naturalmente o fio de cabelo é o SEBO OU ÓLEO DO COURO CABELUDO.

Consequentemente, as dicas aqui são muito bem vindas para compreendermos o processo. Produtos contendo mais ou menos óleo, resultam em:

+ ÓLEO = pH ácido: deixa o cabelo macio, hidratado/ – ÓLEO = pH alcalino: deixa o cabelo seco, poroso. Tudo que retira a oleosidade natural do fio de cabelo é considerado um agente ALCALINO. Tudo que devolve a oleosidade natural é considerado um agente ÁCIDO.

* Agentes ácidos: Hidratações líquidas, produtos que contenham Óleos Vegetais ou Animais ou Umectantes;
* Agentes alcalinos: Escova, Química, Progressiva, Prancha, Secador, Produtos Cosméticos mal elaborados, etc.

Conclusão: Cabelo seco é um cabelo com PH ALCALINO/ * Cabelo oleoso é um cabelo com PH ÁCIDO/ * Cabelo normal é um cabelo com PH ÁCIDO/ * Cabelo danificado é um cabelo com PH ALCALINO/ * Cabelo ressecado é um cabelo com PH ALCALINO.

COSMETOLOGIA NATURAL

Aqueles que desejarem aprofundar o conhecimento podem buscar cursos especificamente para cabeleireiros – há cursos gratuitos e com valores acessíveis na web – mas minha ênfase é para a Cosmetologia Natural, Ecológica e Orgânica, porque esta segunda opção traz bases ótimas para você conhecer mais a fundo sobre bioquímica, produtos que devem ser usados, produtos tóxicos a serem evitados e fórmulas balanceadas de maneira correta para cada tipo de cabelo. Dessa maneira, você tem como saber se uma receita que se diz milagrosa vai mesmo funcionar para o seu tipo de cabelo, estendendo esse conhecimento para tudo o que diz respeito à sua pele, corpo, saúde e meio ambiente.

Um curso muito completo – mais profissionalizante no que se refere a você criar sua própria Linha de Cosméticos – que já disponibiliza alguns vídeos para você ir inteirando-se do assunto, você encontra no site da Cosmetologia do Bem. Mas, para quem quer apenas usar fórmulas em casa e livrar-se das químicas tóxicas, as sugestões propostas também fazem a sua parte. Infelizmente, como não podemos confiar nos órgãos reguladores – Anvisa e Inmetro – que autorizam a utilização de até 6% de chumbo – acetato de chumbo – nas tinturas, a melhor opção mesmo é utilizarmos o que a Mãe Natureza nos traz de melhor! Ficam as dicas com base na minha experiência. Que sejam super úteis para você também! Namastê! ❤

Luciane Strähuber – Educação Terapêutica Integrada

Fontes Complementares: ECabelos: Cabeleireiro Online/ “Cabeleireiro Online PH dos Cabelos”, “Como tratar o cabelo com Henna” e “Cosmetologia Natural e Ecológica” ou “Cosmética Natural e Ecológica/ Orgânica” (Vários Sites e Canais pesquisados com estes temas)

Canais Sugeridos: Pensando ao Contrário; Manual da BelezaCosmetologia do Bem

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Purificadores de Ambientes Kaeté: a força da terra, o perfume da vida!

Baseadas na Alquimia e na terapêutica integrada e holística, incluindo conhecimentos da fitoterapia e fitoenergética, aromaterapia e aromatologia, florais, cristalterapia, cromoterapia e um processo alquímico próprio, surgiram as 7 fórmulas da Linha Floral dos Purificadores de Ambientes KAETÉ, inspiradas para trazer equilíbrio, harmonia, bem estar, relaxamento, criatividade, vitalidade, prosperidade e energia para você e qualquer ambiente!

Os Purificadores da Linha Floral são suaves, sutis, marcantes e possuem composições multi-aromáticas. São elaborados com bases de 7 ervas e substâncias orgânicas, óleos essenciais e aromáticos, contendo fórmulas florais próprias que somam os aspectos individuais de cada putificador, sintonizados a reinos e dimensões da natureza que os complementam. Conheça os Purificadores da Linha Floral aqui!

Já a Linha Xamânica dos Purificadores de Ambientes KAETÉ surgiu com o intuito de guiar você numa jornada interior e conectá-lo ao Espírito ou Consciência Sagrada dos Animais: a Medicina Ancestral dos Animais de Poder honrada e respeitada há milênios pelos Xamãs e povos indígenas da Terra.

Para a criação da fórmula de cada Purificador foi elaborada uma Alquimia própria, sintonizada à cada animal: o Lobo, a Tartaruga, o Puma e a Águia, de acordo com seu habitat natural, seu ponto de força na natureza, sua consciência grupal espiritual, seu elemento alquímico e a direção que o rege na roda sagrada da Vida.

Todos os Purificadores Xamânicos possuem aromas marcantes e exóticos. São elaborados com bases de ervas específicas e substâncias orgânicas, óleos essenciais e fórmulas florais próprias que somam os aspectos regentes de cada animal, sintonizados a reinos e dimensões da natureza que os complementam. Conheça os Purificadores da Linha Xamânica aqui!

Para tornar essa experiência ainda mais profunda, cinestésica e meditativa, foram criadas trilhas sonoras sintonizadas à energia e à consciência de cada animal, compondo este bellíssimo CD que chega até suas mãos com todo amor e dedicação! Clique na imagem e saiba mais.

>> Clique na imagem abaixo e conheça também nossas obras de arte! Escolha e encomende a sua! 😉

Linha Xamânica 0 - Pintura (Todos com moldura)

Inspire-se na Medicina Sagrada, Ancestral e Alquímica destas fórmulas únicas! Permita-se aprofundar numa jornada interior, entregando-se à essa experiência aromática, curativa, meditativa, sonora e musical! Que o espírito e a consciência dos Elementais, dos Devas e dos Animais de Poder guiem sua jornada evolutiva! Boa Viagem pelos caminhos da alma! 😉

 

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Orgânicos, Financiamento Coletivo e Economia Criativa: o que tudo isso tem em comum?

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Sempre atenta às novidades de produtos orgânicos no mercado, dos serviços alternativos, personalizados e mais intimistas sendo oferecidos à sociedade, unindo funcionalidade e confiança, tenho acompanhado notícias muito positivas surgindo e depoimentos reais relatando os impactos na vida e na mudança dos hábitos de inúmeras pessoas.

Estamos vendo e vivendo um movimento muito peculiar e de profundo impacto social positivo, sendo chamado de Economia Criativa. Segundo matéria da Eco Rede Social – empresa que apoia projetos para Financiamento Coletivo/ Crowndfunding – uma pesquisa feita em 60 países revelou que 2 em cada 3 pessoas estão dispostas a compartilhar ou alugar alguma coisa sua: “Estudos com dados de 2014 indicam que a economia criativa movimenta cerca de 130 bilhões de dólares no mundo. E há indícios de que o Brasil tenha uma participação importante dentro desse mercado. Os primeiros serviços neste sentido já estão aparecendo e a tecnologia é a grande aliada”, diz a reportagem.

Segundo informações do SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Economia Criativa é um termo criado para nomear modelos de negócio ou gestão que se originam em atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual de indivíduos com vistas à geração de trabalho e renda. Diferentemente da economia tradicional, de manufatura, agricultura e comércio, a economia criativa foca, essencialmente, no potencial individual ou coletivo para produzir bens e serviços criativos. De acordo com as Nações Unidas, as atividades do setor estão baseadas no conhecimento e produzem bens tangíveis e intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico.

Grande parte dessas atividades vem do setor de cultura, moda, design, música e artesanato. Outra parte é oriunda do setor de tecnologia e inovação. É um dos setores que está crescendo mais rápido no mundo econômico, não apenas em termos de geração de renda, mas também na criação de empregos e em ganhos na exportação. A criatividade e a inovação humana, tanto individual quanto em grupo, se tornaram a verdadeira riqueza das nações no século 21.

A Economia Criativa reúne em torno de vinte setores, baseada num processo criativo e de inovação que agrega valor a produtos e serviços, gerando riqueza cultural e econômica. São consideradas atividades de economia criativa os processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços com o uso do conhecimento, da criatividade e do capital intelectual como principais recursos produtivos.

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Imagem 1: Jornal Brasil Econômico; Imagem 2: Setores Criativos – Ministério da Cultura

Trata-se de uma mudança que prevê um caminho em que as grandes corporações perdem força, em detrimento a novos sistemas baseados na cooperação e na confiança. Provas dessas transformações já estão por aí, algumas delas: o surgimento cada vez maior de Ecovilas e comunidades sustentáveis, a produção crescente de alimentos orgânicos em feiras ou entregues na porta da sua casa, o crescimento de empreendimentos como o Uber e o Airbnb, que fornecem serviço de transporte e de hospedagem marcadas pela proximidade e pela colaboração mútua.

Outro caso de sucesso fora do sistema, inspirador para muitas pessoas e impossível de não ser mencionado, foi a experiência de Amanda Palmer: em 2012, depois de se livrar de um contrato com uma importante gravadora, ela abriu um financiamento coletivo para produzir o álbum de sua banda. O pedido buscava arrecadar apenas cem mil dólares, mas foi um fenômeno imprevisto: em sete dias, Amanda havia angariado um milhão, tornando-se a maior campanha registrada pelo site Kickstarter, cuja notícia rendeu também um convite para uma palestra no Ted Talk chamada “A Arte de Pedir” – assista o vídeo abaixo. Numa frase super realista em meio à sua palestra, Amanda diz: “As ferramentas perfeitas não vão nos ajudar se não pudermos nos encarar, dar e receber sem medo, mas mais importante ainda, pedir sem vergonha.”

Uma atuação realmente fabulosa de Amanda, tamanha sua originalidade, verdade e capacidade de tocar as pessoas, história que virou livro com o mesmo título. A partir desta experiência, ela amadurece as teses que serão defendidas ao longo do livro: “É preciso coragem para pedir e, mais do que isto, coragem para receber. É muito mais fácil dar algo a alguém do que aceitar o que o outro tem para nos dar. Precisamos ter força para vencer “a patrulha da fraude”, aquela incansável voz interna que nos diz que nunca somos bons o suficiente no que fazemos (…) Eu não fiz as pessoas pagarem pelo meu projeto, eu pedi a elas. É através do próprio gesto de pedir que eu me conectava com elas, e quando se conecta a elas, as pessoas querem lhe ajudar (…) Quando vemos uns aos outros, queremos nos ajudar!”

Nesse cenário, estamos começando a migrar para um modelo menos consumista e mais colaborativo, que significa: doar, alugar, emprestar, compartilhar. E certamente, isso se aplica aos pequenos e médios produtores de orgânicos, envolvendo também uma área da alimentação que se expande a cada dia com a abertura de novos fast food’s veganos e vegetarianos, além de empresas de vestuário, cosméticos, higiene, produtos de limpeza, entre outros, já inseridos nessa economia e funcionando sem intermediários, para que o produto/serviço possa ser barateado e chegar até aqueles que não podem pagar o mesmo nas prateleiras dos grandes supermercados.

Penso que são esses canais que precisamos conhecer e divulgar, já que movimentos como este também são responsáveis por gerar maior integração entre as pessoas e responsabilidade social. Nesse contexto da economia criativa, existe um novo consumidor no mercado mundial: os prossumers, que são ao mesmo tempo produtores e consumidores dos serviços. Alguns documentários que sugiro e que abordam os assuntos mencionados: Food Matters (2008); Fat Sick and Nearly Dead – 1 e 2 (2010 e 2014); The Human Experiment (2013); Live and Let Live (2013); GMO/OMG (2013); Food Chains (2014); Cowspiracy: o segredo da sustentabilidade (2014); The True Cost (2015); The Kids Menu (2016: com Joe Cross). 

Assim, sigo confiante minha pesquisa. atenta a esse positivo e expansivo movimento: conhecendo, experimentando e testando esses produtos como uma simples consumidora, mas também com o senso crítico apurado, separando o joio do trigo perante aqueles que prometem e não cumprem com o prometido. Embora essa seja uma tendência crescente e já estejamos vendo valores de certos produtos e serviços bem mais em conta do que há anos atrás, ainda acredito que precisamos ter uma demanda cada vez maior para baratear o custo de outros. Podemos, até mesmo, reservar um tempo para fazermos nossos próprios produtos de limpeza, por exemplo, ou ainda, já que o mercado sempre tem alguém que atende a uma demanda, pesquisarmos os caminhos alternativos que prima por uma política de custo-benefício.

Nestes tempos, consciência desperta é importante para escolhermos um produto ou serviço, não apenas porque se diz orgânico, mas porque vibra e prima pelo benefício de todos os envolvidos, desde a origem do processo até às mãos do consumidor final. E falando em produtos que cumprem e que, além de orgânicos, estão envolvidos em projetos sociais, responsáveis e sustentáveis, importantes para o bem coletivo, seguem algumas belas dicas! Aproveite e espalhe essas sementes, divulgando àqueles que você conhece! O auxílio mútuo em prol do beneficio de todos é um gratificante e recompensador caminho a ser seguido! 😉

Dicas de produtos orgânicos: quimical free, sem testes em animais, livre de agrotóxicos/ pesticidas/ parabenos, ecológicos, naturais e sustentáveis!

Leia mais sobre orgânicos aqui: Mais Dicas de Produtos Orgânicos e Saudáveis no mercado! / Cosméticos orgânicos e ecologicamente corretos / Tinturas para cabelo 100% naturais

Faça/ crie receitas e produtos de limpeza, higiene e beleza em casa: Receitas Veganas: substituindo o leite animal/ Pastinhas Veganas e Vegetarianas: suas receitas mais saborosas e nutritivas!/ Receitas Caseiras com óleos essenciais

Para saber mais e aprofundar o conhecimento sobre Economia Criativa, baixe no site do Sebrae: Guia do Empreendedor Criativo

 

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Absorventes Orgânicos e Veganos: mais uma alternativa saudável para seu corpo, os animais e o planeta!

Natracare_imagem perfeita absorventes

Para quem ainda não ouviu falar ou ainda não experimentou, há mais ou menos dois anos chegou ao país o único absorvente orgânico, vegano, ecológico e biodegradável, 100% algodão certificado do Brasil. Produzidos na Suécia, a empresa já existe desde 1989 e, hoje, já perfaz a distribuição do produto em 60 países. Fiquei sabendo da novidade este ano e decidi experimentar, principalmente para poder divulgar essa informação às mulheres que visam a saúde íntima em harmonia ao meio ambiente e que, porventura, não se adaptam aos coletores menstruais e absorventes internos, ou ainda que desejam ter mais opções para poder sentir o momento que seu corpo pede mais conforto, mobilidade e funcionalidade.

Acima de tudo, vejo uma opção como esta um grande investimento, mesmo que o preço seja um pouco mais caro do que os absorventes convencionais – de R$ 15,00 a R$ 28,00, dependendo da quantidade e do tamanho – do meu ponto de vista, um relacionamento sério e de respeito com o corpo, os animais e o planeta, pensando, sentindo e vendo a influência do microcosmo, representado pela nossa rotina diária, no macrocosmo.

Analisando o impacto dos absorventes convencionais em nosso corpo, a dioxina, por exemplo, é uma substância tóxica e cancerígena, um subproduto resultante do branqueamento com cloro, contida no algodão dos absorventes internos convencionais, causadora de alergia e irritação, juntamente com a seda artificial e o gel químico. Essa foi uma das razões pelas quais procurei pelos absorventes ecológicos, pois todos os ingredientes são 100% naturais. Diante dessas informações, fiz o teste e utilizei durante meu último ciclo menstrual. Percebi várias diferenças quanto ao absorvente comum:

  • O fluxo menstrual não aumentou, permanecendo em torno de 5 dias, o mesmo período de quando utilizei o Inciclo. Devido à dioxina dos absorventes convencionais, a tendência é o fluxo aumentar: geralmente, permanecia de 7 a 8 dias.
  • O aroma do absorvente é extremamente agradável e sutil, sendo isento de perfumes artificiais, lembrando um leve perfume de ervas por conter óleos essenciais e outros extratos de plantas e óleos vegetais.
  • O corpo entende, logo no primeiro dia de uso, o conforto do absorvente e se adapta rapidamente; não há o incômodo do plástico na pele.
  • O odor do sangue menstrual é bastante reduzido devido ao “respiro” que o absorvente propicia, tendo em vista as matérias-primas naturais que derivam da celulose de plantas.

Absorvente org tamanhos variados

Pesquisando os ingredientes orgânicos, naturais e biodegradáveis constantes na embalagem, houve naturalmente um sorriso no meu rosto ao saber que estaria fazendo uso de algo tão sublime, o que explica tudo o que relatei acima, sendo composto de: filme externo biodegradável de amido de milho, cobertura 100% algodão orgânico, fibras de celulose, glicerina vegetal, extrato de rosas, camomila e calêndula orgânicas, óleo de rosas orgânicas, óleo de colza (cuja planta é chamada de couve-nabiça e utilizada na produção de biodiesel), óleo de girassol, laurato de poliglicerol (derivado da semente de mamona), ácido levulínico (composto orgânico derivado da degradação da celulose, um precursor potencial para biocombustíveis), levulinato de sódio, limoneno, linalol, terpineol (composto natural derivado do óleo de pinho e petigrain), sorbato de potássio (se encontra na forma natural em alguns frutos), filato de sódio, papel siliconado.

E quanto aos tamanhos, segue tabela abaixo para todos os tipos de fluxo, inclusive para o período da maternidade, explicação constante também nas embalagens da Natracare:

Tabela_Tamanhos absorventes orgânicos

Deixo a dica, então, para quem quiser investir e experimentar com ótimos resultados! 😉

Você pode encontrar os absorventes orgânicos nos seguintes links:

Onde comprar em Porto Alegre/RS com ótimo atendimento (Loja online): https://www.facebook.com/gzenit.saudenatural ou https://zenit.minhalojanouol.com.br/

Natracare Brasil no Facebook: https://www.facebook.com/NatracareBrasil

Lohas Store (Loja online): https://www.lohasstore.com.br/5_natracare-absorventes-ecologicos

 

Feminino Sagrado, Sustentabilidade Ambiental

Coletor menstrual: a evolução do absorvente feminino

inciclo banner vintage

Antes de escrever a respeito do InCiclo e reunir informações para este Post, precisei experimentar e ouvir a opinião de mulheres que também usaram e decidiram trocar o absorvente pelo coletor. Questionei a algumas o porquê da vontade de trocar pelo coletor, além da curiosidade de experimentar, tendo a opinião de quem já havia usado.

Muitas das amigas, alunas e pacientes que conheço queriam modificar algumas rotinas diárias para que se sentissem mais confortáveis ao praticar esportes na água, por exemplo, ou atividades que requeressem alongamentos e flexibilidade, como Yoga e Pilates. Outras me disseram que tinham vontade de dormir tranquilas sem o medo do “vazamento” ou porque gostavam de descansar sem roupas, leves e livres. E a maior parte delas, num senso comum, me disseram que sabiam que o absorvente convencional tinha seus problemas para a saúde e, por esta razão, também queriam experimentar.

Após usar o InCiclo no primeiro ciclo menstrual, percebi duas mudanças claras e significativas: redução no fluxo menstrual e nada de cólicas. Isso me deixou surpresa, já que meu ciclo durava em torno de 7 dias e, após o uso do coletor, passou para 4 dias. Com relação ao segundo aspecto, nunca tive problemas de TPM e as cólicas não eram frequentes, mas apareciam geralmente nos dois primeiros dias. Usando o coletor, praticamente não tive mais cólicas.

Nesse sentido, cabe refletir sobre a informação de que o absorvente sintético, tendo em vista sua composição química à base de derivados do petróleo e contendo dioxina, realmente pode aumentar o fluxo menstrual, além de causar irritações e alergias: uma política de venda que prima o lucro à saúde.

Então, assim falando, InCiclo é um coletor reutilizável que substitui o uso de absorventes femininos. Oferece praticidade, conforto, economia, além de ser uma escolha sustentável. É flexível e se adapta perfeitamente ao corpo.

O objetivo do coletor é simplesmente coletar o fluxo e pode ser usado por até 12 horas. Depois é só retirar, lavar e usar novamente – água morna e sabão neutro. A questão higiênica é outro fator a ser considerado: como não há proliferação de bactérias enquanto o sangue não entra em contato com o ar, ele não exala odores: explicação essa que costumo falar bastante a respeito para derrubar a falsa premissa de que o sangue menstrual é “sujo”. De outra forma, não é necessário retirá-lo para urinar ou evacuar. Produzido 100% em silicone medicinal, não interfere na umidade natural da vagina e é hipoalergênico, não contém substâncias químicas, ao contrário dos absorventes comuns e também ajuda a diminuir o risco de infecções.

* Importante salientar que, aquelas mulheres que não desejam descartar o sangue menstrual no vaso sanitário, podem devolvê-lo à Mãe Natureza, regando suas plantas e jardim com ele, já que este sangue menstrual é formado por vitaminas, minerais e substâncias prontas para gerar uma vida, estando repleto de vitalidade e sendo por si só um maravilhoso adubo para as plantinhas, que crescerão mais bonitas e vistosas: experiência própria de quem pratica e ensina essa dica nos trabalhos do Feminino Sagrado! 😉

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Grande parte da produção de lixo mundial provém de absorventes femininos. Só na América do Norte, 19 bilhões de absorventes são descartados anualmente (dados de 1998). O processo de produção dos absorventes envolve, entre outros componentes, transformar celulose de madeira florestal em fibras macias através de processos químicos, além disso levam centenas de anos para se decompor. Uma das substâncias contida nos absorventes é a dioxina, um componente listado como um dos mais tóxicos de todos os produtos químicos ligados ao câncer pela Environmental Protection Agency dos Estados Unidos.

Legalmente instituído em território nacional, é o único coletor menstrual fabricado no Brasil. Todo o processo de produção é feito em São Paulo, bem como controle de qualidade e envio para todo o território nacional. Na fabricação do InCiclo se utiliza 100% silicone medicinal (atóxico e translúcido) de altíssima qualidade, sem o uso de nenhum tipo de corante, látex, gel, bisfenol, dioxina, cola, perfume, pesticidas e nem agentes branqueadores.

Agora vamos à matemática da menstruação: durante a vida fértil, que gira em torno de 40 anos, ou seja, 520 ciclos, você utiliza ao menos 10.000 absorventes que são transformados em puro lixo. O coletor menstrual pode ser utilizado por vários anos. Além disso, é embalado com papéis certificados e a impressão é feita com tinta de soja. As emissões de carbono, resultado do processo de impressão das embalagens, são compensadas através de plantio de árvores nativas de Mata Atlântica..

ECONOMIA

Você sabia que, em média, as mulheres gastam quase R$ 9.000,00 em absorventes descartáveis? O copo menstrual é reutilizável e se você usá-lo por 5 ciclos já estará economizando. Isso significaria, aproximadamente, R$ 210,64 por ano, ou seja, usando o coletor você estará economizando R$ 135,64 logo no primeiro ano!

coletor-menstrual X absorvente

VALIDADE

O silicone é muito durável. A validade do produto depende de diversos fatores tais como: frequência e modo de higienização, ph vaginal e produtos de limpeza que são utilizados. Recomenda-se que as usuárias verifiquem regularmente seu InCiclo para ver se não há sinais de deterioração como alteração da cor, se está pegajoso, se tem odor ou partes quebradiças. O ideal é que seja trocado a cada 2 ou 3 anos, mas cabe a cada consumidora decidir quando substituir seu coletor. Esse prazo pode chegar a 10 anos.

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OPÇÕES DE TAMANHO

É importante escolher o tamanho adequado para prevenir vazamentos – vide tabela acima.
A recomendação de tamanho é feita baseada na tonicidade do assoalho pélvico que, naturalmente, diminui e perde elasticidade com a idade e, também, devido à gestação.

A quantidade de fluxo e porte físico da mulher não interferem na escolha do modelo. Mulheres com fluxo intenso provavelmente farão a higienização com intervalo menor. Mulheres que já fizeram cirurgia íntima ou que têm os músculos extremamente fortalecidos por causa de exercícios de kegel, comuns nas atividades físicas como yoga, pilates e pompoarismo, podem se adaptar melhor ao tamanho B, mesmo que já tenham tido filhos e tenham mais de 30 anos. É uma questão muito particular.

O tamanho A tem 4,3 cm de diâmetro e o B tem 4,0 cm. A altura dos dois é a mesma, 7,2 com a haste (que tem 1,6 cm, mas pode ser cortada, conforme as orientações do manual de instruções). A capacidade é de aproximadamente 30 ml.

HIGIÊNICO/ HIPOALERGÊNICO

Feito de silicone hipoalergênico, o copo menstrual não resseca a vagina. Os absorventes internos são feitos de algodão e mais 12 substâncias químicas e ressecam a flora (35% do que é absorvido é umidade do corpo e não sangue menstrual). O coletor é a solução, também, para mulheres que costumam ficar com a pele irritada e tem alergia aos absorventes por causa do contato direto com a pele. Além disso, como não há proliferação de bactérias enquanto o sangue não entra em contato com o ar, não se sente odor desagradável.

O Silicone é composto praticamente de silício, que é encontrado na forma natural na areia, no quartzo e nas rochas. O silício é, depois do oxigênio, o elemento mais comum na Terra e, após combinado com oxigênio, carbono e hidrogênio transforma-se em silicone. Dependendo da disposição das moléculas, os silicones adotam formas distintas: óleo, gel ou sólido. O silicone é um material inerte que vem sendo amplamente usado por não causar reações no corpo, são biocompatíveis e de fácil higienização. Há mais de 50 anos esse material vem sendo pesquisado e aprovado para procedimentos médicos.

Na fabricação do copo menstrual, o silicone começa no estado líquido e depois as partículas são condensadas no processo de vulcanização que acontece em temperaturas altíssimas. Não há possibilidade de nenhuma substância se desprender do coletor e passar para o corpo. Segundo a médica ginecologista da Clinica Tobias, em São Paulo, Dra. Catia Chuba, “há baixo risco de infecções no uso dos copos menstruais, diferentemente dos tampões vaginais, não há relatos da ocorrência de Síndrome do Choque Tóxico”. Outro depoimento diz: “por ser de silicone médico, um material inerte, não funciona como um meio de cultura para bactérias, como podem ser os absorventes internos, e não irrita a pele como os externos”, diz a ginecologista Dra. Andrea Campos.

Fonte de pesquisa: http://www.inciclo.com.br/

Ponto de Venda em Porto Alegre/ RS: https://www.facebook.com/inciclopoa?fref=ts – Contato: Chandra

Artigos, Sustentabilidade Ambiental

Sistema natural para tratamento de esgoto: ideia auto-sustentável!

Sistema tratamento de esgotos_tanque de raizes

Sempre me perguntei, quando chegava em lugares maravilhosos e idílicos da natureza, em férias ou para descansar num final de semana, seja em pousadas, hotéis, cabanas, vendo tanta mata intacta e preservada, como poderia haver harmonia e sustentabilidade entre uma natureza plena, abundante, e os dejetos humanos e resíduos químicos despejados nela, como: sabonetes, shampoos e condicionadores de cabelo, detergentes, pastas de dente, etc…? Eis que encontro mais um artigo maravilhoso falando sobre isso, uma ideia simples que pode ser construída no quintal de casa para aqueles que moram ou passam parte do tempo em áreas rurais.

Um dos grandes problemas de áreas rurais, por todo o país, é a falta de acesso a sistemas de tratamento de esgoto. Em consequência disso, muitas comunidades acabam despejando dejetos sem tratamento em áreas de mananciais. Diante desta dificuldade, o engenheiro ambiental Jonas Rodrigo dos Santos desenvolveu um sistema natural, que retira a maior parte das impurezas e evita a contaminação da água.

A experiência foi feita em Capanema, na área rural do Paraná, e o sistema foi tão bem sucedido que recebeu destaque em um dos concursos realizados pela Agência Nacional de Águas (ANA). A situação do local é semelhante à de muitas regiões brasileiras que não estão conectadas às redes de distribuição de água e não possuem qualquer estrutura para o saneamento básico.

Antes da instalação do sistema, todos os esgotos e dejetos produzidos na propriedade do sr. Denilson José dos Santos eram despejados em uma fossa negra sem qualquer tratamento. De acordo com o engenheiro responsável pelo projeto, o reservatório não possuía isolamento ou contenção. Em consequência, os resíduos contaminavam o solo, os recursos hídricos e ainda colaboravam para o desenvolvimento de vetores.

Com a instalação da pequena central de tratamento, os dejetos humanos e de 12 suínos pertencentes à propriedade passaram a ser tratados. O sistema conta com cinco fases de limpeza: fossa séptica e tanque de zona de raízes, que é dividido em filtro de pedras grossas, filtro de pedra brita, filtro de pedrisco e carvão ativado. Para potencializar ainda mais o processo, foram utilizadas plantas para a purificação, como bananeiras e taiobas.

Sistema tratamento de esgotos_tanquederaizes1

Os resultados obtidos foram satisfatórios. Após passar pelo processo de limpeza, a água residual alcançou um nível alto de qualidade. Ao chegar no sistema o efluente possuía 8.381 miligramas de material sólido por litro. Ao final do tratamento eram apenas 170 miligramas por litro. A quantidade de fósforo, amônia e coliformes termotolerantes também foram mínimas. Conforme apresentado pelo engenheiro, a capacidade de purificação obtida pelo sistema foi altamente eficiente. Após passar pelo processo, garante que o efluente final pode ser liberado em rios, córregos ou lagos, sem causar contaminação, pois as suas qualidades são muito semelhantes a das águas dos mananciais. Outro diferencial do sistema é a sua aparência. Semelhante a um jardim, ele pode facilmente ser integrado à paisagem local!

Fonte: Ciclo Vivo – Plantando notícias