Arquivo da categoria: Sustentabilidade Ambiental

Purificadores de Ambientes Kaeté: a força da terra, o perfume da vida!

Baseadas na Alquimia e na terapêutica integrada e holística, incluindo conhecimentos da fitoterapia e fitoenergética, aromaterapia e aromatologia, florais, cristalterapia, cromoterapia e um processo alquímico próprio, surgiram as 7 fórmulas da Linha Floral dos Purificadores de Ambientes KAETÉ, inspiradas para trazer equilíbrio, harmonia, bem estar, relaxamento, criatividade, vitalidade, prosperidade e energia para você e qualquer ambiente!

Os Purificadores da Linha Floral são suaves, sutis, marcantes e possuem composições multi-aromáticas. São elaborados com bases de 7 ervas e substâncias orgânicas, óleos essenciais e aromáticos, contendo fórmulas florais próprias que somam os aspectos individuais de cada putificador, sintonizados a reinos e dimensões da natureza que os complementam. Conheça os Purificadores da Linha Floral aqui!

Já a Linha Xamânica dos Purificadores de Ambientes KAETÉ surgiu com o intuito de guiar você numa jornada interior e conectá-lo ao Espírito ou Consciência Sagrada dos Animais: a Medicina Ancestral dos Animais de Poder honrada e respeitada há milênios pelos Xamãs e povos indígenas da Terra.

Para a criação da fórmula de cada Purificador foi elaborada uma Alquimia própria, sintonizada à cada animal: o Lobo, a Tartaruga, o Puma e a Águia, de acordo com seu habitat natural, seu ponto de força na natureza, sua consciência grupal espiritual, seu elemento alquímico e a direção que o rege na roda sagrada da Vida.

Todos os Purificadores Xamânicos possuem aromas marcantes e exóticos. São elaborados com bases de ervas específicas e substâncias orgânicas, óleos essenciais e fórmulas florais próprias que somam os aspectos regentes de cada animal, sintonizados a reinos e dimensões da natureza que os complementam. Conheça os Purificadores da Linha Xamânica aqui!

Para tornar essa experiência ainda mais profunda, cinestésica e meditativa, foram criadas trilhas sonoras sintonizadas à energia e à consciência de cada animal, compondo este bellíssimo CD que chega até suas mãos com todo amor e dedicação! Clique na imagem e saiba mais.

>> Clique na imagem abaixo e conheça também nossas obras de arte! Escolha e encomende a sua! 😉

Linha Xamânica 0 - Pintura (Todos com moldura)

Inspire-se na Medicina Sagrada, Ancestral e Alquímica destas fórmulas únicas! Permita-se aprofundar numa jornada interior, entregando-se à essa experiência aromática, curativa, meditativa, sonora e musical! Que o espírito e a consciência dos Elementais, dos Devas e dos Animais de Poder guiem sua jornada evolutiva! Boa Viagem pelos caminhos da alma! 😉

 

Orgânicos, Financiamento Coletivo e Economia Criativa: o que tudo isso tem em comum?

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Sempre atenta às novidades de produtos orgânicos no mercado, dos serviços alternativos, personalizados e mais intimistas sendo oferecidos à sociedade, unindo funcionalidade e confiança, tenho acompanhado notícias muito positivas surgindo e depoimentos reais relatando os impactos na vida e na mudança dos hábitos de inúmeras pessoas.

Estamos vendo e vivendo um movimento muito peculiar e de profundo impacto social positivo, sendo chamado de Economia Criativa. Segundo matéria da Eco Rede Social – empresa que apoia projetos para Financiamento Coletivo/ Crowndfunding – uma pesquisa feita em 60 países revelou que 2 em cada 3 pessoas estão dispostas a compartilhar ou alugar alguma coisa sua: “Estudos com dados de 2014 indicam que a economia criativa movimenta cerca de 130 bilhões de dólares no mundo. E há indícios de que o Brasil tenha uma participação importante dentro desse mercado. Os primeiros serviços neste sentido já estão aparecendo e a tecnologia é a grande aliada”, diz a reportagem.

Segundo informações do SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Economia Criativa é um termo criado para nomear modelos de negócio ou gestão que se originam em atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual de indivíduos com vistas à geração de trabalho e renda. Diferentemente da economia tradicional, de manufatura, agricultura e comércio, a economia criativa foca, essencialmente, no potencial individual ou coletivo para produzir bens e serviços criativos. De acordo com as Nações Unidas, as atividades do setor estão baseadas no conhecimento e produzem bens tangíveis e intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico.

Grande parte dessas atividades vem do setor de cultura, moda, design, música e artesanato. Outra parte é oriunda do setor de tecnologia e inovação. É um dos setores que está crescendo mais rápido no mundo econômico, não apenas em termos de geração de renda, mas também na criação de empregos e em ganhos na exportação. A criatividade e a inovação humana, tanto individual quanto em grupo, se tornaram a verdadeira riqueza das nações no século 21.

A Economia Criativa reúne em torno de vinte setores, baseada num processo criativo e de inovação que agrega valor a produtos e serviços, gerando riqueza cultural e econômica. São consideradas atividades de economia criativa os processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços com o uso do conhecimento, da criatividade e do capital intelectual como principais recursos produtivos.

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Imagem 1: Jornal Brasil Econômico; Imagem 2: Setores Criativos – Ministério da Cultura

Trata-se de uma mudança que prevê um caminho em que as grandes corporações perdem força, em detrimento a novos sistemas baseados na cooperação e na confiança. Provas dessas transformações já estão por aí, algumas delas: o surgimento cada vez maior de Ecovilas e comunidades sustentáveis, a produção crescente de alimentos orgânicos em feiras ou entregues na porta da sua casa, o crescimento de empreendimentos como o Uber e o Airbnb, que fornecem serviço de transporte e de hospedagem marcadas pela proximidade e pela colaboração mútua.

Outro caso de sucesso fora do sistema, inspirador para muitas pessoas e impossível de não ser mencionado, foi a experiência de Amanda Palmer: em 2012, depois de se livrar de um contrato com uma importante gravadora, ela abriu um financiamento coletivo para produzir o álbum de sua banda. O pedido buscava arrecadar apenas cem mil dólares, mas foi um fenômeno imprevisto: em sete dias, Amanda havia angariado um milhão, tornando-se a maior campanha registrada pelo site Kickstarter, cuja notícia rendeu também um convite para uma palestra no Ted Talk chamada “A Arte de Pedir” – assista o vídeo abaixo. Numa frase super realista em meio à sua palestra, Amanda diz: “As ferramentas perfeitas não vão nos ajudar se não pudermos nos encarar, dar e receber sem medo, mas mais importante ainda, pedir sem vergonha.”

Uma atuação realmente fabulosa de Amanda, tamanha sua originalidade, verdade e capacidade de tocar as pessoas, história que virou livro com o mesmo título. A partir desta experiência, ela amadurece as teses que serão defendidas ao longo do livro: “É preciso coragem para pedir e, mais do que isto, coragem para receber. É muito mais fácil dar algo a alguém do que aceitar o que o outro tem para nos dar. Precisamos ter força para vencer “a patrulha da fraude”, aquela incansável voz interna que nos diz que nunca somos bons o suficiente no que fazemos (…) Eu não fiz as pessoas pagarem pelo meu projeto, eu pedi a elas. É através do próprio gesto de pedir que eu me conectava com elas, e quando se conecta a elas, as pessoas querem lhe ajudar (…) Quando vemos uns aos outros, queremos nos ajudar!”

Nesse cenário, estamos começando a migrar para um modelo menos consumista e mais colaborativo, que significa: doar, alugar, emprestar, compartilhar. E certamente, isso se aplica aos pequenos e médios produtores de orgânicos, envolvendo também uma área da alimentação que se expande a cada dia com a abertura de novos fast food’s veganos e vegetarianos, além de empresas de vestuário, cosméticos, higiene, produtos de limpeza, entre outros, já inseridos nessa economia e funcionando sem intermediários, para que o produto/serviço possa ser barateado e chegar até aqueles que não podem pagar o mesmo nas prateleiras dos grandes supermercados.

Penso que são esses canais que precisamos conhecer e divulgar, já que movimentos como este também são responsáveis por gerar maior integração entre as pessoas e responsabilidade social. Nesse contexto da economia criativa, existe um novo consumidor no mercado mundial: os prossumers, que são ao mesmo tempo produtores e consumidores dos serviços. Alguns documentários que sugiro e que abordam os assuntos mencionados: Food Matters (2008); Fat Sick and Nearly Dead – 1 e 2 (2010 e 2014); The Human Experiment (2013); Live and Let Live (2013); GMO/OMG (2013); Food Chains (2014); Cowspiracy: o segredo da sustentabilidade (2014); The True Cost (2015); The Kids Menu (2016: com Joe Cross). 

Assim, sigo confiante minha pesquisa. atenta a esse positivo e expansivo movimento: conhecendo, experimentando e testando esses produtos como uma simples consumidora, mas também com o senso crítico apurado, separando o joio do trigo perante aqueles que prometem e não cumprem com o prometido. Embora essa seja uma tendência crescente e já estejamos vendo valores de certos produtos e serviços bem mais em conta do que há anos atrás, ainda acredito que precisamos ter uma demanda cada vez maior para baratear o custo de outros. Podemos, até mesmo, reservar um tempo para fazermos nossos próprios produtos de limpeza, por exemplo, ou ainda, já que o mercado sempre tem alguém que atende a uma demanda, pesquisarmos os caminhos alternativos que prima por uma política de custo-benefício.

Nestes tempos, consciência desperta é importante para escolhermos um produto ou serviço, não apenas porque se diz orgânico, mas porque vibra e prima pelo benefício de todos os envolvidos, desde a origem do processo até às mãos do consumidor final. E falando em produtos que cumprem e que, além de orgânicos, estão envolvidos em projetos sociais, responsáveis e sustentáveis, importantes para o bem coletivo, seguem algumas belas dicas! Aproveite e espalhe essas sementes, divulgando àqueles que você conhece! O auxílio mútuo em prol do beneficio de todos é um gratificante e recompensador caminho a ser seguido! 😉

Dicas de produtos orgânicos: quimical free, sem testes em animais, livre de agrotóxicos/ pesticidas/ parabenos, ecológicos, naturais e sustentáveis!

Leia mais sobre orgânicos aqui: Mais Dicas de Produtos Orgânicos e Saudáveis no mercado! / Cosméticos orgânicos e ecologicamente corretos / Tinturas para cabelo 100% naturais

Faça/ crie receitas e produtos de limpeza, higiene e beleza em casa: Receitas Veganas: substituindo o leite animal/ Pastinhas Veganas e Vegetarianas: suas receitas mais saborosas e nutritivas!/ Receitas Caseiras com óleos essenciais

Para saber mais e aprofundar o conhecimento sobre Economia Criativa, baixe no site do Sebrae: Guia do Empreendedor Criativo

 

Absorventes Orgânicos e Veganos: mais uma alternativa saudável para seu corpo, os animais e o planeta!

Natracare_imagem perfeita absorventes

Para quem ainda não ouviu falar ou ainda não experimentou, há mais ou menos dois anos chegou ao país o único absorvente orgânico, vegano, ecológico e biodegradável, 100% algodão certificado do Brasil. Produzidos na Suécia, a empresa já existe desde 1989 e, hoje, já perfaz a distribuição do produto em 60 países. Fiquei sabendo da novidade este ano e decidi experimentar, principalmente para poder divulgar essa informação às mulheres que visam a saúde íntima em harmonia ao meio ambiente e que, porventura, não se adaptam aos coletores menstruais e absorventes internos, ou ainda que desejam ter mais opções para poder sentir o momento que seu corpo pede mais conforto, mobilidade e funcionalidade.

Acima de tudo, vejo uma opção como esta um grande investimento, mesmo que o preço seja um pouco mais caro do que os absorventes convencionais – de R$ 15,00 a R$ 28,00, dependendo da quantidade e do tamanho – do meu ponto de vista, um relacionamento sério e de respeito com o corpo, os animais e o planeta, pensando, sentindo e vendo a influência do microcosmo, representado pela nossa rotina diária, no macrocosmo.

Analisando o impacto dos absorventes convencionais em nosso corpo, a dioxina, por exemplo, é uma substância tóxica e cancerígena, um subproduto resultante do branqueamento com cloro, contida no algodão dos absorventes internos convencionais, causadora de alergia e irritação, juntamente com a seda artificial e o gel químico. Essa foi uma das razões pelas quais procurei pelos absorventes ecológicos, pois todos os ingredientes são 100% naturais. Diante dessas informações, fiz o teste e utilizei durante meu último ciclo menstrual. Percebi várias diferenças quanto ao absorvente comum:

  • O fluxo menstrual não aumentou, permanecendo em torno de 5 dias, o mesmo período de quando utilizei o Inciclo. Devido à dioxina dos absorventes convencionais, a tendência é o fluxo aumentar: geralmente, permanecia de 7 a 8 dias.
  • O aroma do absorvente é extremamente agradável e sutil, sendo isento de perfumes artificiais, lembrando um leve perfume de ervas por conter óleos essenciais e outros extratos de plantas e óleos vegetais.
  • O corpo entende, logo no primeiro dia de uso, o conforto do absorvente e se adapta rapidamente; não há o incômodo do plástico na pele.
  • O odor do sangue menstrual é bastante reduzido devido ao “respiro” que o absorvente propicia, tendo em vista as matérias-primas naturais que derivam da celulose de plantas.

Absorvente org tamanhos variados

Pesquisando os ingredientes orgânicos, naturais e biodegradáveis constantes na embalagem, houve naturalmente um sorriso no meu rosto ao saber que estaria fazendo uso de algo tão sublime, o que explica tudo o que relatei acima, sendo composto de: filme externo biodegradável de amido de milho, cobertura 100% algodão orgânico, fibras de celulose, glicerina vegetal, extrato de rosas, camomila e calêndula orgânicas, óleo de rosas orgânicas, óleo de colza (cuja planta é chamada de couve-nabiça e utilizada na produção de biodiesel), óleo de girassol, laurato de poliglicerol (derivado da semente de mamona), ácido levulínico (composto orgânico derivado da degradação da celulose, um precursor potencial para biocombustíveis), levulinato de sódio, limoneno, linalol, terpineol (composto natural derivado do óleo de pinho e petigrain), sorbato de potássio (se encontra na forma natural em alguns frutos), filato de sódio, papel siliconado.

E quanto aos tamanhos, segue tabela abaixo para todos os tipos de fluxo, inclusive para o período da maternidade, explicação constante também nas embalagens da Natracare:

Tabela_Tamanhos absorventes orgânicos

Deixo a dica, então, para quem quiser investir e experimentar com ótimos resultados! 😉

Você pode encontrar os absorventes orgânicos nos seguintes links:

Onde comprar em Porto Alegre/RS com ótimo atendimento (Loja online): https://www.facebook.com/gzenit.saudenatural ou https://zenit.minhalojanouol.com.br/

Natracare Brasil no Facebook: https://www.facebook.com/NatracareBrasil

Lohas Store (Loja online): https://www.lohasstore.com.br/5_natracare-absorventes-ecologicos

 

Coletor menstrual: a evolução do absorvente feminino

inciclo banner vintage

Antes de escrever a respeito do InCiclo e reunir informações para este Post, precisei experimentar e ouvir a opinião de mulheres que também usaram e decidiram trocar o absorvente pelo coletor. Questionei a algumas o porquê da vontade de trocar pelo coletor, além da curiosidade de experimentar, tendo a opinião de quem já havia usado.

Muitas das amigas, alunas e pacientes que conheço queriam modificar algumas rotinas diárias para que se sentissem mais confortáveis ao praticar esportes na água, por exemplo, ou atividades que requeressem alongamentos e flexibilidade, como Yoga e Pilates. Outras me disseram que tinham vontade de dormir tranquilas sem o medo do “vazamento” ou porque gostavam de descansar sem roupas, leves e livres. E a maior parte delas, num senso comum, me disseram que sabiam que o absorvente convencional tinha seus problemas para a saúde e, por esta razão, também queriam experimentar.

Após usar o InCiclo no primeiro ciclo menstrual, percebi duas mudanças claras e significativas: redução no fluxo menstrual e nada de cólicas. Isso me deixou surpresa, já que meu ciclo durava em torno de 7 dias e, após o uso do coletor, passou para 4 dias. Com relação ao segundo aspecto, nunca tive problemas de TPM e as cólicas não eram frequentes, mas apareciam geralmente nos dois primeiros dias. Usando o coletor, praticamente não tive mais cólicas.

Nesse sentido, cabe refletir sobre a informação de que o absorvente sintético, tendo em vista sua composição química à base de derivados do petróleo e contendo dioxina, realmente pode aumentar o fluxo menstrual, além de causar irritações e alergias: uma política de venda que prima o lucro à saúde.

Então, assim falando, InCiclo é um coletor reutilizável que substitui o uso de absorventes femininos. Oferece praticidade, conforto, economia, além de ser uma escolha sustentável. É flexível e se adapta perfeitamente ao corpo.

O objetivo do coletor é simplesmente coletar o fluxo e pode ser usado por até 12 horas. Depois é só retirar, lavar e usar novamente – água morna e sabão neutro. A questão higiênica é outro fator a ser considerado: como não há proliferação de bactérias enquanto o sangue não entra em contato com o ar, ele não exala odores: explicação essa que costumo falar bastante a respeito para derrubar a falsa premissa de que o sangue menstrual é “sujo”. De outra forma, não é necessário retirá-lo para urinar ou evacuar. Produzido 100% em silicone medicinal, não interfere na umidade natural da vagina e é hipoalergênico, não contém substâncias químicas, ao contrário dos absorventes comuns e também ajuda a diminuir o risco de infecções.

* Importante salientar que, aquelas mulheres que não desejam descartar o sangue menstrual no vaso sanitário, podem devolvê-lo à Mãe Natureza, regando suas plantas e jardim com ele, já que este sangue menstrual é formado por vitaminas, minerais e substâncias prontas para gerar uma vida, estando repleto de vitalidade e sendo por si só um maravilhoso adubo para as plantinhas, que crescerão mais bonitas e vistosas: experiência própria de quem pratica e ensina essa dica nos trabalhos do Feminino Sagrado! 😉

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Grande parte da produção de lixo mundial provém de absorventes femininos. Só na América do Norte, 19 bilhões de absorventes são descartados anualmente (dados de 1998). O processo de produção dos absorventes envolve, entre outros componentes, transformar celulose de madeira florestal em fibras macias através de processos químicos, além disso levam centenas de anos para se decompor. Uma das substâncias contida nos absorventes é a dioxina, um componente listado como um dos mais tóxicos de todos os produtos químicos ligados ao câncer pela Environmental Protection Agency dos Estados Unidos.

Legalmente instituído em território nacional, é o único coletor menstrual fabricado no Brasil. Todo o processo de produção é feito em São Paulo, bem como controle de qualidade e envio para todo o território nacional. Na fabricação do InCiclo se utiliza 100% silicone medicinal (atóxico e translúcido) de altíssima qualidade, sem o uso de nenhum tipo de corante, látex, gel, bisfenol, dioxina, cola, perfume, pesticidas e nem agentes branqueadores.

Agora vamos à matemática da menstruação: durante a vida fértil, que gira em torno de 40 anos, ou seja, 520 ciclos, você utiliza ao menos 10.000 absorventes que são transformados em puro lixo. O coletor menstrual pode ser utilizado por vários anos. Além disso, é embalado com papéis certificados e a impressão é feita com tinta de soja. As emissões de carbono, resultado do processo de impressão das embalagens, são compensadas através de plantio de árvores nativas de Mata Atlântica..

ECONOMIA

Você sabia que, em média, as mulheres gastam quase R$ 9.000,00 em absorventes descartáveis? O copo menstrual é reutilizável e se você usá-lo por 5 ciclos já estará economizando. Isso significaria, aproximadamente, R$ 210,64 por ano, ou seja, usando o coletor você estará economizando R$ 135,64 logo no primeiro ano!

coletor-menstrual X absorvente

VALIDADE

O silicone é muito durável. A validade do produto depende de diversos fatores tais como: frequência e modo de higienização, ph vaginal e produtos de limpeza que são utilizados. Recomenda-se que as usuárias verifiquem regularmente seu InCiclo para ver se não há sinais de deterioração como alteração da cor, se está pegajoso, se tem odor ou partes quebradiças. O ideal é que seja trocado a cada 2 ou 3 anos, mas cabe a cada consumidora decidir quando substituir seu coletor. Esse prazo pode chegar a 10 anos.

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OPÇÕES DE TAMANHO

É importante escolher o tamanho adequado para prevenir vazamentos – vide tabela acima.
A recomendação de tamanho é feita baseada na tonicidade do assoalho pélvico que, naturalmente, diminui e perde elasticidade com a idade e, também, devido à gestação.

A quantidade de fluxo e porte físico da mulher não interferem na escolha do modelo. Mulheres com fluxo intenso provavelmente farão a higienização com intervalo menor. Mulheres que já fizeram cirurgia íntima ou que têm os músculos extremamente fortalecidos por causa de exercícios de kegel, comuns nas atividades físicas como yoga, pilates e pompoarismo, podem se adaptar melhor ao tamanho B, mesmo que já tenham tido filhos e tenham mais de 30 anos. É uma questão muito particular.

O tamanho A tem 4,3 cm de diâmetro e o B tem 4,0 cm. A altura dos dois é a mesma, 7,2 com a haste (que tem 1,6 cm, mas pode ser cortada, conforme as orientações do manual de instruções). A capacidade é de aproximadamente 30 ml.

HIGIÊNICO/ HIPOALERGÊNICO

Feito de silicone hipoalergênico, o copo menstrual não resseca a vagina. Os absorventes internos são feitos de algodão e mais 12 substâncias químicas e ressecam a flora (35% do que é absorvido é umidade do corpo e não sangue menstrual). O coletor é a solução, também, para mulheres que costumam ficar com a pele irritada e tem alergia aos absorventes por causa do contato direto com a pele. Além disso, como não há proliferação de bactérias enquanto o sangue não entra em contato com o ar, não se sente odor desagradável.

O Silicone é composto praticamente de silício, que é encontrado na forma natural na areia, no quartzo e nas rochas. O silício é, depois do oxigênio, o elemento mais comum na Terra e, após combinado com oxigênio, carbono e hidrogênio transforma-se em silicone. Dependendo da disposição das moléculas, os silicones adotam formas distintas: óleo, gel ou sólido. O silicone é um material inerte que vem sendo amplamente usado por não causar reações no corpo, são biocompatíveis e de fácil higienização. Há mais de 50 anos esse material vem sendo pesquisado e aprovado para procedimentos médicos.

Na fabricação do copo menstrual, o silicone começa no estado líquido e depois as partículas são condensadas no processo de vulcanização que acontece em temperaturas altíssimas. Não há possibilidade de nenhuma substância se desprender do coletor e passar para o corpo. Segundo a médica ginecologista da Clinica Tobias, em São Paulo, Dra. Catia Chuba, “há baixo risco de infecções no uso dos copos menstruais, diferentemente dos tampões vaginais, não há relatos da ocorrência de Síndrome do Choque Tóxico”. Outro depoimento diz: “por ser de silicone médico, um material inerte, não funciona como um meio de cultura para bactérias, como podem ser os absorventes internos, e não irrita a pele como os externos”, diz a ginecologista Dra. Andrea Campos.

Fonte de pesquisa: http://www.inciclo.com.br/

Ponto de Venda em Porto Alegre/ RS: https://www.facebook.com/inciclopoa?fref=ts – Contato: Chandra

Sistema natural para tratamento de esgoto: ideia auto-sustentável!

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Sempre me perguntei, quando chegava em lugares maravilhosos e idílicos da natureza, em férias ou para descansar num final de semana, seja em pousadas, hotéis, cabanas, vendo tanta mata intacta e preservada, como poderia haver harmonia e sustentabilidade entre uma natureza plena, abundante, e os dejetos humanos e resíduos químicos despejados nela, como: sabonetes, shampoos e condicionadores de cabelo, detergentes, pastas de dente, etc…? Eis que encontro mais um artigo maravilhoso falando sobre isso, uma ideia simples que pode ser construída no quintal de casa para aqueles que moram ou passam parte do tempo em áreas rurais.

Um dos grandes problemas de áreas rurais, por todo o país, é a falta de acesso a sistemas de tratamento de esgoto. Em consequência disso, muitas comunidades acabam despejando dejetos sem tratamento em áreas de mananciais. Diante desta dificuldade, o engenheiro ambiental Jonas Rodrigo dos Santos desenvolveu um sistema natural, que retira a maior parte das impurezas e evita a contaminação da água.

A experiência foi feita em Capanema, na área rural do Paraná, e o sistema foi tão bem sucedido que recebeu destaque em um dos concursos realizados pela Agência Nacional de Águas (ANA). A situação do local é semelhante à de muitas regiões brasileiras que não estão conectadas às redes de distribuição de água e não possuem qualquer estrutura para o saneamento básico.

Antes da instalação do sistema, todos os esgotos e dejetos produzidos na propriedade do sr. Denilson José dos Santos eram despejados em uma fossa negra sem qualquer tratamento. De acordo com o engenheiro responsável pelo projeto, o reservatório não possuía isolamento ou contenção. Em consequência, os resíduos contaminavam o solo, os recursos hídricos e ainda colaboravam para o desenvolvimento de vetores.

Com a instalação da pequena central de tratamento, os dejetos humanos e de 12 suínos pertencentes à propriedade passaram a ser tratados. O sistema conta com cinco fases de limpeza: fossa séptica e tanque de zona de raízes, que é dividido em filtro de pedras grossas, filtro de pedra brita, filtro de pedrisco e carvão ativado. Para potencializar ainda mais o processo, foram utilizadas plantas para a purificação, como bananeiras e taiobas.

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Os resultados obtidos foram satisfatórios. Após passar pelo processo de limpeza, a água residual alcançou um nível alto de qualidade. Ao chegar no sistema o efluente possuía 8.381 miligramas de material sólido por litro. Ao final do tratamento eram apenas 170 miligramas por litro. A quantidade de fósforo, amônia e coliformes termotolerantes também foram mínimas. Conforme apresentado pelo engenheiro, a capacidade de purificação obtida pelo sistema foi altamente eficiente. Após passar pelo processo, garante que o efluente final pode ser liberado em rios, córregos ou lagos, sem causar contaminação, pois as suas qualidades são muito semelhantes a das águas dos mananciais. Outro diferencial do sistema é a sua aparência. Semelhante a um jardim, ele pode facilmente ser integrado à paisagem local!

Fonte: Ciclo Vivo – Plantando notícias

 

Falta de água = Falta de planejamento do poder público + Falta de consciência sustentável

Água_planeta

Estamos ouvindo, em todos os meios de comunicação possíveis, sobre a falta de água no país, notícia tendenciosa quando aborda a palavra “Brasil” e que tem trazido a proliferação de inúmeros artigos a respeito de tecnologias de reaproveitamento de água a fim de torná-la potável: água da chuva, do chuveiro, da máquina de lavar, de filtros, além da dessalinização da água do mar sem a perda dos seus minerais, entre outras. Com certeza, estas tecnologias, algumas desenvolvidas por empresas e outras por especialistas ou pessoas comuns em seus próprios quintais, serão sempre bem vindas no que se refere à sustentabilidade ambiental e à auto-sustentabilidade. Entretanto, estamos vendo a notícia sobre a falta de água na Região Sudeste do país crescendo como uma bola de neve e, agora, já se alastra para todos o país: será alguma contradição ou mero jogo político/ midiático para gerar medo e manter a população sob controle?

Portanto, como forma de esclarecimento para quem busca informação, a falta de água na região Sudeste é muito mais resultado da falta de gerenciamento do poder público – desperdício, poluição e falta de planejamento – além da falta de limite quanto à expansão populacional de uma cidade grande – vide artigo: http://ciclovivo.com.br/noticia/especialistas-culpam-poder-publico-pela-crise-hidrica-no-sudeste – do que, propriamente, a possível falta de água nos próximos anos no país, notícia que propositadamente criada para gerar pânico!

água_dessalinização

Uma companhia localizada em Bertioga, litoral de São Paulo, desenvolveu um método para dessalinizar a água do mar e torná-la própria para o consumo humano. Apesar de estar sob avaliação da Anvisa para ser comercializada em território nacional, o mesmo órgão já autorizou a produção e exportação da água.. Batizado de “63 Water Vital Minerals”, a empresa não ganhou esse nome à toa. Os fundadores, o empresário Annibale Longhi e o engenheiro Silvio Paixão, garantem que, por meio da técnica, é possível retirar o sal e ainda manter 63 minerais que são importantes para os seres humanos. Longhi afirma que as garrafas de água vendidas nos supermercados possuem cerca de 12 minerais, entretanto para o corpo se manter saudável são necessários muito mais.

Em alguns condomínios do referido Estado, também existem sistemas de tratamento próprios para reaproveitamento de água, com placas que informam às pessoas o belo trabalho realizado. Vide artigo: http://g1.globo.com/sao-paulo/blog/como-economizar-agua/post/predios-de-sp-reciclam-agua-e-usam-placa-para-explicar-reuso-na-calcada.html

Assim, se em São Paulo falta água mas, no litoral do mesmo Estado existe uma empresa com tecnologia capaz de dessalinizar a água do mar, mantendo-a mineralizada e tornando-a própria para o consumo, já com compradores na França, Alemanha e Estados Unidos, alguma coisa não está bem explicada! Com empresas como esta e o leque de opções com relação às tecnologias para reaproveitamento de água, não haveria necessidade de tanto alarme! O que falta mesmo é interesse e atitude do poder público para resolver o que já saiu do controle nas grandes cidades, além da conscientização da população através de meios que informem essas tecnologias e sistemas de reaproveitamento de água, pois a maior parte peca pela ignorância do assunto. Fica a reflexão para gerar senso crítico diante do que a mídia “despeja” como informação real! 😉

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