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Diálogos de Preto-Velho: Ensinamentos de Medicina

A medicina dos médicos da Terra surgiu quando começamos a nos afastar da fonte original de medicina da própria terra, da natureza: das ervas, folhas, flores, raízes, sementes, águas, de tudo o que esta mãe nutridora e curadora tem para nos oferecer: um remédio para cada desequilíbrio nosso.

Hoje, precisa-se de remédios fortes para doenças que se tornaram fortes porque nos afastamos da fonte dessa energia natural.

Antigamente, precisávamos de remédios “fracos” comparados as doenças de hoje, porque estávamos mais próximos da fonte que, por si só, nos trazia os elementos essenciais da natureza que nos faltavam.

As ervas, as folhas, as flores, as sementes e raízes eram apenas canais para que pudéssemos receber a medicina da fonte original.

Então, quanto mais afastados da fonte, mais remédios fortes vamos precisar para nos lembrarmos de voltar à ela; retornando à ela, vamos relembrar o canal que nos mantém sintonizado às suas medicinas.

E relembrando, lentamente vamos fazendo escolhas na vida para nos aproximarmos novamente dessa fonte, tão sagrada e inteiramente disponível – este eterno colo curativo que só nos relembra a energia de cura que temos dentro de nós, acessada pela parte de nossa essência e interligada aos arquivos de nossa memória ancestral.

Preto-velho, para acessar as medicinas que a pessoa precisa, tem permissão dela para “ver” nas suas memórias o que lhe faz bem, aquilo que está ou já esteve em harmonia à sua energia essencial e natural. Isso porque cada um de nós é uma planta: alguns são mais flor, uns mais folha, outros mais tronco e outros mais raiz.

Somos iguaizinhos a tudo que vive e morre na natureza. Quando compreendemos esse processo, percebemos que também somos parte dessa farmácia, que temos essa cura em nós assim como uma planta tem em si. Só não conseguimos acessa-la porque estamos distantes da fonte, aquela que nos traz a lucidez para reconhecê-la e novamente usá-la.

As antigas medicinas sabem fazer isso muito bem porque nunca deixaram de estar próximas daquilo que sabem ser a fonte para qualquer remédio do corpo, das emoções, da mente e do espírito.

Mas, não adianta tomar remédio forte se o pensamento é fraco. Qualquer remédio, seja da medicina dos médicos da Terra ou das medicinas antigas da terra, não funcionará como precisa se a pessoa não fizer a sua parte, se não quiser muito compreender o porquê da desarmonia, se não acreditar com fé em si e no seu poder de cura.

O poder da mente, tendo como resultado a fé, é capaz de curar porque fazemos a ponte do coração com a mente. Assim, o corpo produz os elementos necessários para que a cura se processe, porque é através do coração que relembramos e nos religamos à fonte da qual nos afastamos: o coração da Mãe Terra.

Fé não tem nada a ver com religião – para quem já está pensando; Antes disso, fé tem a ver com o coração! Usando o coração como ponte, damos os comandos precisos para nosso corpo reagir e se erguer, revitalizar e reencontrar a harmonia.

Por que acham que existem casos de pessoas que se curaram de doenças ditas pelos médicos da Terra como incuráveis? Porque a fé dessas pessoas foi forte o bastante para superar até os mais fortes remédios, sendo ela o próprio remédio em si que promoveu a cura.

Então, preto-velho deixa aqui uma fórmula de cura, usada na sua medicina antiga: pensamento é fé. Use esse pensamento forte com remédio forte se a pessoa estiver afastada da fonte e, junto dele, mais um remédio da natureza – para relembrá-la dos remédios naturais que seu corpo também produz; procure nas memórias dessa pessoa a origem da doença, ajudando ela a relembrar tudo o que lhe faz bem e feliz, porque a doença manifestada é o resultado de muitas coisas que fizeram mal à ela: na mente, nas emoções, no corpo e no espírito.

Vai se tratando cada uma dessas partes, uma por vez, para que a pessoa fique bem de novo. Lembrando que o remédio, para ser bom, tem que conter todas as partes de uma planta, porque também somos planta: raiz, tronco ou caule, folhas, flores e também frutos/ sementes.

Quando a doença vem da família – raízes dos familiares e ancestrais – usamos mais raiz; quando vem das emoções, usamos mais flores; quando vem da mente, mais folhas; quando vem do espírito, acessamos as memórias da pessoa para saber o que usar, sempre colocando na fórmula um remédio da natureza para trazer alegria, para ela poder superar a dor que pode estar marcada como cicatriz no espírito; e quando já chegou no físico, mais frutos e sementes, alimentos fortes, naturais e vitais que vem prontos da natureza.

E deixo dito: ninguém cura ninguém. A pessoa é que se cura. A medicina da terra só traz e lembra o que a pessoa esqueceu. Preto-Velho só dá um empurrãozinho para a pessoa ir em frente, voltar a olhar para a Vida.

Com a humildade, a delicadeza e o amor de uma flor, preto-velho se despede, deixando no ar a paz da rosa branca, a bênção da arruda, a força do tabaco e a alegria do alecrim! ❤

Mensagem recebida em canalização: YEHUÁ© & Pai João das Medicinas

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Evoluindo o espaço multidimensional do coração elevamos a mente

Créditos da Imagem: Colores Art Sudio

Quando as sementes de hoje nutrirem as terras de ontem com os sonhos de amanhã, tendo espaço e fertilidade para desenvolverem raízes fortes e profundas, troncos robustos, galhos expansivos e folhas saudáveis, as flores e os frutos que virão conterão o néctar do amor, e as novas sementes poderão nascer e desabrochar num solo renovado e evoluído porque tornou-se fértil.

Quando esta fertilidade e fecundidade tiver lugar para existir, renovar-se e renascer, os sonhos de amanhã tornarão-se a realização dos projetos de hoje, e este será o combustível para que o solo permaneça ativo, em constante movimento e renovação, possibilitando o plantio de infindáveis novas sementes com o tempo.

Este solo é a representação da nossa vida, das ações e atitudes, dos pensamentos, emoções e sentimentos plantados ao longo desta existência e das anteriores.

O que quer que tenhamos plantado no passado estaremos colhendo no agora. O que quer que desejemos colher no futuro também precisaremos nutrir no agora. O foco, o centro do nosso trabalho é o agora, é o presente. É este momento do agora que determina o que nossos sonhos se tornarão, assim como daquilo que serão nutridos.

E qual seria, então, o adubo para este solo? O amor: a chave para toda a fechadura, cuja porta ainda permanece fechada pela ilusão do dilema entre o Ser e o Ter.

O solo adubado e nutrido pelo amor essencial de qualquer ordem – aquele que contem no seu âmago as verdades da sua essência – nos convida a acessar as raízes dessas verdades presentes no espaço do nosso coração; e por isso nos liberta porque permite que seja livre o fluxo de energia de vitalidade, prosperidade e abundância em nosso caminho para o porvir de novas sementes, não intervindo no ciclo contínuo dessa onda de energia que inicia-se desde a raiz do nosso ser.

Já o solo nutrido “em nome de um amor”, mascarado por justificativas criadas pela mente do ego, nos aprisiona e controla nosso passos em direção ao progresso, impedindo este fluxo contínuo e fluido de prosperidade tornando-o intermitente, isto é, inflexível, truncado, previsível e, consequentemente, desconectado do fluxo maior desta abundância, naturalmente existente desde uma semente na natureza até o surgimento de uma estrela no universo. Imagine que nesse contexto é como se perdêssemos nosso “GPS interior”, representado pelo nosso espaço do coração.

Quando este dilema fizer-se presente, saibamos trazer a consciência para o nosso centro real de força, de verdade, de paz, sabedoria e amor essencial: o espaço do nosso coração que é multidimensional, que vibra além desta dimensão.

Muitos pensam que este centro é a mente porque seu mecanismo racionaliza e torna “lógico” todo pensamento. Quando, na verdade, para compreendermos os ciclos da Criação e os fluxos harmônicos de prosperidade e abundância existentes além de nós é necessário a compreensão de uma linguagem que apenas o espaço do coração pode nos proporcionar. Justamente por ser multidimensional é que podemos compreender a linguagem existente em outras dimensões.

O ponto de mutação surge quando soubermos ouvir primeiro a voz do coração e, depois, sintonizá-la à mente concreta. Muitos foram programados para realizar o movimento inverso: primeiro ouvir a mente e depois o coração, gerando assim uma grande confusão que assemelha-se a duas estações de rádio ligadas ao mesmo tempo.

Quando isso ocorre, inevitavelmente temos um encontro marcado com o que chamamos de “encruzilhadas da vida”; o dilema entre o Ser e o Ter encontra-se exatamente neste ponto da jornada, entre as duas vias que se apresentam à sua frente.

Temos, assim, uma escolha: a de silenciar e aprender a ouvir a voz do coração para reaprender a trilhar este caminho do Ser e do sentir em primeiro lugar, para podermos trilhar o caminho da razão com mais clareza e sabedoria. Exercitando esta prática, este segundo caminho – o da mente racional ou concreta – será muito mais leve, fluído e claro porque será o espaço do coração o norte da nossa bússola, enquanto que a mente será o seu ponteiro.

Quando finalmente compreendemos esse mecanismo, não haverá mais dilema. Os véus representados por essa ilusão simplesmente deixarão de existir porque o caminho à frente estará claro, sem nada para nublar nossas escolhas e decisões, sem muros de dúvidas, medos, inseguranças e sofrimentos.

Teremos as antenas da mente afinadas e sintonizadas ao norte do nosso coração e, com isso, a linguagem provinda de nossa alma, de nossa mente superior, terá livre acesso para fluir, existir, criar e comunicar-se conosco através desta dimensão e do todo ao nosso redor.

Se você está vivenciando algum dilema em seu caminho agora, saiba que sempre é a hora para mudar a rota e partir para novas escolhas, decisões estas que só virão com autoconfiança e coragem quando houver a entrega, o silêncio da mente e o mergulho para dentro do espaço multidimensional do seu coração.

Qualquer que seja a prática que você escolher para este fim – meditação, yoga, tai-chi, reiki, vivências de autoconhecimento, dançaterapia, entre outras – siga sua intuição e comece agora a preparar o solo da sua vida nutrindo-o com o adubo do auto-amor, enraizando cada vez mais a partir das suas verdades essenciais, reconhecendo e separando o que é seu e o que é do outro com respeito.

Modifique também as crenças e os padrões que porventura estejam obsoletos no seu emocional, assim como limpar um terreno de plantas daninhas, de galhos secos e de tudo que, emaranhado, não permite o respiro deste solo para o plantio de novas sementes.

Assim, num exercício diário, você começará a criar espaços vazios no seu coração, no solo da sua vida, para que o espaço desse coração possa ser elevado a mais uma dimensão, elevando na mesma proporção o espaço da mente.

Estando estes dois espaços alinhados, o coração permitirá que a mente também se eleve, se expanda um pouco mais. A mente inferior estará ainda mais sintonizada à mente do seu Eu superior.

Este é um processo e não importa o tempo que leve para conquistá-lo. Você certamente colherá, a partir dele, os frutos do progresso, da fecundidade e da fertilidade em sua vida. É só começar! ❤

Mensagem de ©YEHUÁ 

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O que você foi e o que você é determina o que você quer ser

O que você é hoje determina o que você quer ser amanhã? O que você quer se tornar?

Vivemos um momento deste milênio onde estamos tendo a chance de escolher entre o que fomos, o que somos e o que queremos ser.

Podemos continuar nos identificando com personalidades do passado – desta vida ou de outras – presos às suas dores, dilemas e sofrimentos registrados em nosso DNA como memórias programadas para permanecerem “eternizadas” ou podemos focar nossa atenção, força e energia no que queremos nos tornar, nos reconstruindo, nos reinventando, nos resgatando a cada morte e renascimento.

Muitos de nós estão vivendo uma verdadeira montanha-russa de emoções, de mudanças internas e externas que vem como avalanches, trazendo consigo uma imensa necessidade de mudança, de sintomas físicos e energéticos derivados da evolução pessoal e planetária.

Turbilhões de pensamentos vem e vão, memórias desta e de outras vidas intercruzam-se sem indício de sinal verde ou vermelho, surgindo à superfície como nunca antes, e ainda ouvimos de muitos sobre o fim do mundo, como se mudanças como esta não houvessem ocorrido ao longo de milênios neste planeta; esta que estamos presenciando é apenas mais uma delas.

Estamos sendo chamados a descer, muitas e muitas vezes, às raízes de nossa árvores ancestral, seja para resgatar o que é nosso por direito, para encontrar tesouros que antes desconhecíamos, seja para separar o joio do trigo: separar as nossas raízes daquelas que não tem a menor intenção de evoluir, para que possamos nos nutrir da seiva da Vida novamente, fortalecendo-as para expandir ainda mais nossos galhos e produzir novas flores e frutos.

Estamos tendo que reaprender a trilhar o Caminho do Coração, aquele que mesmo muito conhecido pela alma pode tornar-se desconhecido na matéria por representar uma forma diferente de percebermos e atuarmos enquanto consciências espirituais habitando um corpo humano neste planeta.

Estamos sendo testados por nós mesmos – testados por aquela parte de nossa consciência que vibra num nível dimensional mais evoluído – em todos os nossos limites, a fim de que estejamos aptos e mais fortes para mergulhar nas raízes mais profundas e até sombrias desta árvore ancestral; para que apenas a verdade daquilo que precisamos saber seja descortinada em prol da nossa libertação, do autoperdão, do auto-amor e da autoreconciliação; para que possamos iluminar estes cômodos escuros novamente com a luz do Amor, permitindo que onde houver morte possa existir também vida, que onde houver uma terra infértil possa existir um solo fértil que abrace o plantio de novas sementes. Se não for através de nós, que possamos deixar como legado uma base estruturada para as futuras gerações.

Estamos nos desafiando a confrontar situações já resolvidas do passado de nossa existência, por meio da quitação de dívidas, de compromissos e do labor espiritual, cuja necessidade única de rememorá-las e acessá-las – assim como o remake de um filme – é a de evoluirmos a antiga plataforma dos registros do nosso DNA, cujos códigos ainda adormecidos não irão despertar por milagre, como muitos acreditam.

Este despertar de códigos internos, das verdades essenciais de nosso ser, de quem somos, de onde e para quê viemos depende muito e somente do nosso trabalho interno, do resgate das partes de nós mesmos que ainda podem estar ligadas às vidas onde houveram profundas cicatrizes de dor, culpa, sofrimento, tristeza ou qualquer outro sentimento cujas memórias ainda representam uma “porta dos fundos” aberta para quem quiser entrar sem permissão, impendindo assim um movimento de progresso necessário no agora.

Isso ocorre porque, no nosso subconsciente, ainda existe uma permissão baseada justamente nas emoções não resolvidas desta ou de outras vidas, o termômetro que certamente elevará a temperatura das nossas emoções para nos avisar que houve um desequilíbrio maior no nosso sistema emocional, porque algo, uma situação ou alguém nos relembrou estas cicatrizes modificando o movimento fluído e natural desse sistema.

Mas, vejamos isso como uma oportunidade – ao contrário da possibilidade sempre presente de nos mantermos no papel de vítima, muito bem conhecido pelo ego.

Se nada disso ocorresse permaneceríamos na zona da ignorância, sem conhecimento de que ainda existem consciências nossas, partes de nós que ainda precisam ser resgatadas e integradas à zona de cura da nossa árvores ancestral, à nossa essência, para que possamos fechar mais uma “porta dos fundos” nesta grande Roda de Samsara: o fluxo de renascimentos através de diferentes mundos ou dimensões que a viagem até este planeta representa; viagem esta que possui um meio e nunca um fim: evoluirmos através do milagre da Vida criada pela manifestação do Amor do Supremo Criador Universal.

Quanto mais profundas e iluminadas forem suas raízes, mais forte e robusto será o tronco desta árvore que guarda a sabedoria sagrada da biblioteca de sua alma; mais forte e enraizado você estará para permitir a fluidez da seiva da Vida em todos os aspectos do seu Ser, num ciclo infinito de Criação, de novas sementes e frutos, de progresso e prosperidade.

Exercitando a presença neste fluxo, você relembrará quem é e qual o seu propósito. Neste centro você empodera-se, você fortifica e torna-se fecundo, e o impossível torna-se completamente possível!

Mensagem recebida em canalização: ©YEHUÁ e uma Guardiã da Vida

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Os Jardins do Futuro

Créditos da imagem: Colores Art Studio

“Sementes são códigos.

Códigos podem estar em qualquer coisa

que contenha uma geometria harmônica:

a geometria sagrada do universo,

desde uma letra, por exemplo, até uma imensa biblioteca.

Vocês vieram para deixar sementes,

deixar códigos em lugares conflituosos e desarmônicos,

mas com grande potencial evolutivo.

Vocês vieram preparar este terreno

para os que virão depois de vocês,

para encontrarem estes códigos e poderem evoluir.

Vocês foram atraídos pela dificuldade da missão

porque ao auxiliarem a evoluir um lugar, evoluem também.

Quanto maior o grau de dificuldade, maior o desafio;

Vocês são atraídos pelos desafios.

Esta é a forma de quebrar um paradigma:

inserindo códigos através de sementes que um dia germinarão

para que outros possam também evoluí-las evoluindo com elas, e assim por diante.

Vocês vieram para serem os semeadores e jardineiros astrais

que outros antes de vocês já foram,

e à medida que lidam e trabalham com esses códigos

descobrem ou redescobrem os vossos,

despertando e evoluindo através deles.

Lembrem-se de um ensinamento provindo de suas Famílias Estelares:

uma das ilusões da terceira dimensão é mantê-los em looping

dentro de um problema aparentemente sem solução,

aquele momento em que você pensa: “parece que isso não tem fim”.

Mas, por trás deste véu está a solução: o desapego dos maiores apegos,

substituindo o que é supérfluo pelo que é necessário, sem julgamentos.

Qualquer que seja a dificuldade que estejam passando,

saibam que faz parte da missão de romperem um paradigma.

Desde que isso não os torne prisioneiros de si mesmos,

estarão no caminho certo – o caminho das suas verdades essenciais

que sempre os manterão livres do subjugo e do controle alheio.

Continuem semeando, com alegria e amor, que a Paz já É em vós!”

©YEHUÁ

 

 

 

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O Chamado: O Pulsar de Amor

Créditos da imagem: Colores Art Studio

Hoje, relembramos o chamado de ontem…

o chamado que ecoa por eons de existência

nos corações das almas-guerreiras que lutaram pela Paz:

as tribos dos Guerreiros do Arco-Íris,

dos Homens-Pássaro,

das Mulheres-Pachamama,

dos Filhos e Filhas das Estrelas.

Pó de estrelas e essência cristalina que habita em muitos de nós

nos relembra, nos convida a unificar, a unir forças e propósitos!

Eles vem, de tempos em tempos, trazer a luz no fim do túnel

quando a esperança se afasta e dá lugar à saudade de um tempo

em que todos vivíamos em harmonia com Gaia e o Grande Espírito.

Eles vem nos relembrar sobre nós mesmos,

sobre continuarmos firmes e fortes no propósito da alma,

sobre a verdade inabalável de que nunca estamos sós na jornada,

sobre o poder da vontade que sustenta a fé no porvir,

cria as experiências com gentileza e bênçãos,

materializa sonhos e mantém acesa a chama do amor,

para continuarmos nutrindo a ponte que nos leva de volta para casa

através do universo multidimensional do nosso coração.

Eles vem apenas nos relembrar do poder interior,

do fogo da criação divina e da sabedoria ancestral da alma

que nos traz sempre a força para seguir,

a coragem para continuar, a persistência para permanecer,

a sabedoria para alcançar o topo da montanha

e nos tornarmos mestres de nós mesmos.

Quando você receber esse chamado,

quando senti-lo nas profundezas do seu ser,

num misto de lágrimas e emoções inexplicáveis

que pairam entre a gratidão e a saudade,

lembre-se do elo que foi amorosamente acordado

em outros planos e, até mesmo, em outros orbes.

Esse chamado trará a memória de um amor fecundo, profundo,

que dói o peito e tira o fôlego, mas enche os pulmões com o ar da Vida!

Tenha a certeza que você é parte deste chamado que convida apenas a relembrar!

Muitos como você aguardam o reencontro destas tribos e,

quando esta hora chegar, campos floridos, terras férteis,

águas límpidas e ar fresco haverão ao seu redor

nutridos pelo alento caloroso da fogueira sagrada dos círculos do passado

em nome da Paz planetária, em nome da celebração da Vida e do Amor Universal!

Continue, confie, busque, conheça-se, acredite, ame!

Todos os Filhos das Estrelas como você

estão sintonizados por um único coração,

invisível aos olhos mas pulsante na alma.

Este pulsar de amor unirá todas as tribos da paz!

Yehuá© & Xamãs das Estrelas  

 

 

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O Merecimento é para todos: A Ação para União ainda é objetivo de poucos

A união não depende de merecimento, mas sim de um propósito em comum.

Muitos confundem a relação entre ser merecedor e unir-se a um objetivo em comum. Para uns, o merecimento é julgado a partir de um único ponto de vista: o olhar proveniente das distorções do ego. A “mente do ego” diz: fulano não é merecedor disto ou daquilo porque (…), por isso, não merece isto ou aquilo. Já, se refletíssemos com a “mente da alma”, sintonizada a um sentimento de comunhão – que habita no coração de todo ser humano que visa o benefício de todos – diríamos: não se trata de fulano ser merecedor por causa disso ou daquilo, se trata de unirmos esforços, onde o propósito da alma nos leva a seguir uma mesma direção.

Neste caminho, podem haver aqueles que não se sentem ou não se acham merecedores, quando na verdade, se optaram por trilharem-no juntos e em prol de algo que envolva o bem comum e o amor universal, todos são merecedores em sua essência.

Não julguemos, portanto, aqueles que achamos serem ou não merecedores de coisas, de pessoas, de caminhos. Tenhamos nosso olhar voltado para o propósito maior, trazendo a visão da águia – aquela que vê o todo e não apenas uma parte – permitindo que todos possam expressar o que são em essência divina, abrindo suas asas e voando em direção ao mesmo ninho de paz que buscamos em algum momento de nossa jornada evolutiva, caminho este que só pode ser seguido com um coração aberto, aquele que permite-se amar sem julgamentos e ideias pré-concebidas.

Se alguém tem coragem suficiente para julgar o outro perante ter ou não merecimento, na mesma proporção há covardia suficiente perante o julgamento de si, sem perceber que na medida que é “o inquisidor” do merecimento alheio, também é o inquisidor do seu próprio ato de merecer. Esse comportamento impede a energia do merecimento de fluir para dentro da nossa vida com verdade, prosperidade e leveza, tornando-se um caminho “pesado”, com limitações e pré-conceitos desnecessários, ao invés de permitir a união de objetivos e propósitos.

Tamanha é a perda de tempo e energia “dos inquisidores” que mal percebem que, por não se sentirem merecedores por qualquer que seja a razão, se sentem no direito de determinar o destino daqueles que, por sua vez, também não devem ser. Com isso, muitas portas se fecham e os raios do sol da sabedoria deixam de ser sentidos, deixam de entrar na casa do coração para trazer clareza à mente e harmonizar as emoções com consciência e compreensão, cegando pela ignorância, pelo egoísmo e pela prepotência.

Quando determinamos o que é “melhor” para o outro, perdemos a oportunidade de enxergar e perceber o que ocorre de “pior” dentro de nós, ao nosso redor. E quando a hora da verdade chega, quando o silêncio daqueles que distanciaram-se consequentemente acontece, já é tarde para remediarmos as ações e as intenções que, por terem sido determinantes e inflexíveis, criaram apenas sementes de dor e sofrimento na terra dos que deveríamos destinar o nosso mais sincero amor. Serão essas sementes que no silêncio, dia após dia, serão colhidas, porque a colheita inevitavelmente vem para todos.

O único consolo nesta situação – se é que poderá ser sentido por aqueles que ditam o que é melhor – é que a Vida, na sua infinita amorosidade e beleza, sempre nos traz uma oportunidade de mudança, de novas escolhas, de recomeços e reconciliações conosco, podendo resultar assim no plantio de novas sementes. Então, quais são as sementes que você tem plantado até agora em seu caminho?

Que a visão da águia, que nos ensina a ver a globalidade, o todo, que nos leva para fora do olho do furacão, possa tornar-se a sua visão. Que o seu canto possa despertar o canto original da sua alma! Que a união dos nossos cantos e sons sagrados nos levem, unidos pelo coração, a nos encontrarmos e construirmos um lugar de paz onde todos possamos existir e Ser aquilo que viemos cumprir em nome do Amor!

Esta forma de união pode determinar a maneira como vemos e nos sentimos merecedores, transformando-nos positivamente. Ouça o seu coração, a sua intuição, e se sentir um chamado que convida a unificar, unir-se ou construir união por um bem-comum – sem extremismos, julgamentos, preconceitos – e visando o Bem de todos os envolvidos, siga-o, atenda o chamado. Ele pode estar sendo um sinal do universo diante do que sua alma veio criar, expressar e concretizar. E lembre-se: os algozes de ontem são os inquisidores de hoje, disfarçados de “bons moços” em pele de cordeiro.

Mensagem recebida em canalização – Por Yehuá© & Cigana Valentina: A Dama de Copas

 

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Prosperidade: Um Caminho envolto em Leveza e Amor!

<<< Créditos da Imagem: Colores Art Studio

“A energia da prosperidade é leve como as penas de um pássaro, como o ar que perpassa as asas de um ser alado ou as pétalas de uma flor.

Quando nos sentimos leves como as asas de um pássaro, quando tornamos leves as raízes mais profundas do nosso ser, flutuamos naturalmente neste fluxo de prosperidade, nos unindo a ele para dele recebermos a corrente de vida e abundância do universo.

A energia próspera é aberta e concentrada para depois ser expandida – assim como uma estação de energia elétrica – ao contrário de aberta e dispersiva.

Alguns usam a energia do dinheiro, por exemplo, para reduzir este fluxo de prosperidade, para “sujar” o que já está limpo. Outros, para disfarçar com a limpeza o que ainda está sujo.

A energia da prosperidade é como a energia do amor: ela envolve, circunda, nutre e restaura, criando uma corrente de energia constante, vital e fluida.

A energia do dinheiro, dissociada da prosperidade, é como uma corrente elétrica intermitente e inconstante, onde suas intermitências vibram na falta e no medo. Essa é a energia que “suja” o que está limpo, concentrado e pronto para ser expandido, assemelhando-se à alguém que decide entrar num cômodo limpo com os pés enlameados. Ela, por sua vez, não envolve, mas dispersa e consome através da energia do medo.

Com isso, os que dela vivem ou dela dependem terão suas fontes de energia dispersadas, gerando “buracos” em qualquer processo que envolva o progresso e a abundância, mantendo “truncadas” e inconstantes as soluções das situações da vida que, de simples, se tornarão complexas.

A solução para isso: crie os seus filtros mentais, emocionais e espirituais. Crie uma metáfora mental para esses filtros através de uma imagem. Saiba o que você quer, como quer, determinando suas necessidades e seus limites.

Determine que estes filtros deixarão chegar até você somente a energia da prosperidade, leve e fluida, envolvente e nutridora como o amor e a gratidão; e que todo o resto que vier “rotulado” com a frequência do medo volte à sua origem, dispersado pela própria corrente elétrica intermitente e inconstante que o criou. Simples assim!

O universo responderá a você em termos de frequência e energia. Observe os resultados em todas as situações que envolverem este fluxo e verá que, assim como o Caminho do Coração, o Caminho da Prosperidade também é leve e fluídico!

As luzes geradas pela expressão do seu Ser – em sintonia ao fluxo de prosperidade – serão sempre nocivas para os padrões obsoletos, para as correntes nocivas do medo. Ao levar essas luzes às suas raízes e expandi-la, em qualquer recanto interior você terá sempre um jardim florido e uma terra fértil esperando para ser semeada!”  ©YEHUÁ