Mensagens YEHUÁ

Passos em Direção ao Desconhecido

“Onde estão seus pés, estão seus olhos.

Onde estiverem seus olhos, estarão seus pés.

Trilhar novos caminhos, vislumbrar novos horizontes

nos trazem novos olhares e diferentes pontos de vista.

Para mudar um ponto de vista, basta levar seus pés

e seu olhar para um lugar onde você não está.

Ir em busca do desconhecido, de caminhos ainda não conhecidos,

é ir em busca de um novo olhar sobre a vida, sobre si,

sobre o seu propósito neste momento, no aqui e agora.

Leve seus pés para onde seus olhos desejam contemplar.

Leve seus olhos para onde seus pés desejam pisar.

Cada passo em direção ao novo

leva o seu olhar em direção ao desconhecido

e lhe ensina a desaprender algo velho para aprender algo novo.

Cada olhar em direção ao desconhecido, ao que se almeja no agora,

levará seus pés, no tempo perfeito – o tempo da alma e do coração –

a estar onde sua alma poderá existir em paz.

Leve, portanto, seu olhar e seus pés

onde seu coração deseja estar e sua alma deseja ancorar.

A paz reina onde o coração e a alma habitam:

um caminho ainda a ser conhecido por muitos.

Seus olhos e seus pés apenas seguirão esse fluxo de paz

em diferentes dimensões da sua consciência.

Exercite a presença. Esteja presente através dos seus olhos,

dos seus pés, do seu portal do coração no tempo da alma.

Nessa trajetória em direção ao novo, ao desconhecido,

você é a autoridade de si, o co-criador do seu futuro.”

©YEHUÁ

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Mensagens YEHUÁ

Vivendo o Aqui e o Agora: A Presença em cada passo

“A cada passo, um movimento. A cada movimento, uma clareza. A cada clareza, uma escolha. Essa é uma das fórmulas de viver o aqui e o agora com presença.

A cada noite que chega, o presente já é passado e o futuro torna-se presente. Passado, presente e futuro coexistem. Somos os criadores do nosso caminho.

Estamos criando o nosso próprio tempo, modificando e reprogramando nossa forma de pensar e de nos mover pelo tempo, descobrindo um novo caminho, um novo ritmo a cada passo.

Nessa condição de clareza e compreensão, somos os Senhores do Tempo: do nosso tempo. Não há um caminho pronto, um destino definido e uma verdade absoluta.

A cada passo estamos construindo algo novo, como se estivéssemos colocando cada pedra que forma uma estrada. Este é um pensamento que vibra na quarta dimensão, alinhando o pensar ao sentir, o mental ao coração.

Estamos cada vez menos associados à terceira dimensão à forma como o tempo e o ritmo são gerenciados e criados – geralmente de forma frenética e ruidosa, onde muitas vezes estamos ‘ausentes’.

Como senhores do nosso tempo, estamos cada vez mais identificados com a ação desenvolvida a cada passo no caminho.

Cada passo com presença é um movimento em direção ao novo, ao desconhecido, à mudança.

Um pequeno passo em direção à mudança é um grande passo em direção ao progresso.”

Mensagem recebida em canalização – ©Yehuá

Mensagens Guardiãs/ Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina, Mensagens YEHUÁ

A Individualidade é Essencial

“Você já se perguntou onde reside a diferença entre a individualidade e o individualismo?

Um tema delicado, uma vez que os pontos de vista podem ser divergentes com base nas experiências de vida de cada um.

Entretanto, trazendo o olhar mais apurado para a origem das palavras, vemos que a individualidade está ligada à essência. Ela representa: “a reunião das características que diferenciam uma pessoa ou alguma coisa; o conjunto das qualidades que compõe a originalidade, fazendo com que algo ou alguém seja único.”

Enquanto o individualismo está ligado ao ego, representando: “a tendência de quem pensa somente em si; egoísmo, egocentrismo; a sobreposição do valor e dos direitos do indivíduo em detrimento de um grupo ou sociedade.”

Nesse contexto, temos um terreno interessante para começar a discorrer sobre os porquês disso ainda estar tão confuso na mente de muitos. Diria que mais difícil se torna o diálogo sobre o tema pelos meios virtuais – quando o individualismo se sobrepõe à individualidade – porque os olhos deixam de ser as janelas da alma para dar espaço a uma tela emblemática, configurada com simbologias mentais desprovidas de essência.

Através das janelas da alma, poucas palavras bastam para compreendermos com clareza o que o outro quer dizer. Pelos “olhos virtuais”, muitas palavras são necessárias para chegarmos ao mesmo resultado. Talvez, estejamos esquecendo de como nos comunicarmos e nos relacionarmos pelos “meios analógicos”, cuja presença jamais poderá ser sentida da mesma forma pelos meios virtuais.

Um exemplo para ilustrar a reflexão é a diferença residente entre um livro físico e um livro digital. Com qual deles você gostaria de se relacionar? Com qual deles você desenvolveria maior proximidade, cumplicidade e originalidade? Sim, porque nos relacionamos com todas as coisas. Colocamos nelas nossas intenções, nossos pensamentos e sentimentos, até mesmo nossas memórias ficam ali registradas.

Levando nossa mente agora para viajar pelas páginas de um livro – o primeiro que vier em seu pensamento – nos relacionamos com o aroma e a textura do papel, as cores da capa, uma página marcada, um parágrafo que nos disse exatamente o que precisávamos ouvir, algumas gotas de café que marcaram um acontecimento importante, um objeto guardado em meio às folhas, uma anotação especial de algo que nos marcou.

Então, talvez esteja nos faltando encontrar a harmonia no relacionamento com ambos em tempos como este, cuja promessa encantadora do digital é substituir a essência perfumada do analógico: o contato essencial humano.

Portanto, a individualidade é antagônica ao individualismo. A primeira tem suas bases enraizadas nas verdades essenciais do ser, no auto-amor e no autoconhecimento, no exercício constante da presença: estar presente em tudo o que se fala, faz, pensa e sente, na medida do possível. Estando presente para si conseguimos estar presente para o outro, reconhecendo e respeitando os limites de ambos, separando o que é nosso do que é do outro de forma saudável e harmônica.

Entre ego e essência existe uma grande distância, mas não significa que não possam conviver em equilíbrio. Assim como necessitamos nos adaptar às “janelas virtuais”, necessitamos preservar o essencial que nos convida a interagir pelas janelas da alma.

Reside aqui nosso maior desafio nesse momento de transição: criar núcleos essenciais de “presença” em meio ao individualismo exacerbado. Criar janelas da alma em meio às janelas virtuais, mas lembrar sempre: um templo só ergue-se forte se houver uma distância harmônica entre suas colunas.”

Mensagem recebida em canalização – Yehuá© & Um Guardião da Lei Divina

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O Renascimento das Flores da Vida: Uma Chave Ancestral

“Sei que teus ossos estão cansados.

Cansados da longa jornada de vidas;

Cansados das brigas, conflitos e batalhas que não foram travadas por ti;

Cansados das traições e injúrias que a ti foram direcionadas por egoísmo puro;

Cansados da dor ancestral que carregaste nos registros de tuas raízes.

Ossos que, de tão cansados, cansam facilmente.

Mas, acredite: nos teus ossos também habita um fluxo de Vida.

Esta vida flui agora em teus ossos como nunca antes.

Quando conseguimos liberar os nossos ossos da dor

– das dores de todo um passado – a vida encontra lugar para fluir neles.

A dor é como uma noite escura sem luar.

A vida é como um dia perfumado e ensolarado.

Ao darmos espaço para a vida fluir pelos nossos ossos,

levamos sol para onde só havia escuridão,

e vemos flores desabrochando onde nunca houve vida.

Só assim, todas as partes de nós mesmos poderão florescer!

Você está florescendo agora!

Este momento, após tanto tempo liberando a dor,

representa o teu renascimento, e um dos mais importantes:

aquele que te convida a trilhar o Caminho da Alma,

abençoado pelas tuas raízes ancestrais,

pelos Anciões e Anciãs que estiveram aqui antes de ti,

que zelam por ti como tua familia espiritual!

Receba a chave desse renascimento e leve-a para todos os recantos do teu ser

que precisam ser destrancados; para onde existam fechaduras

que precisam ser abertas através do amor e não mais pela dor,

e receba o que é teu por direito divino!

Um novo tempo de tua caminhada começa agora!”

Mensagem recebida em canalização: Yehuá© & Nanã – Uma Anciã da Sabedoria da Vida e das Chaves Ancestrais

Nanã – Rainer Scheurenbrand – Canção belíssima em homenagem às Mães-Anciãs de todos nós! ❤

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Diálogos de Preto-Velho: Ensinamentos de Medicina

A medicina dos médicos da Terra surgiu quando começamos a nos afastar da fonte original de medicina da própria terra, da natureza: das ervas, folhas, flores, raízes, sementes, águas, de tudo o que esta mãe nutridora e curadora tem para nos oferecer: um remédio para cada desequilíbrio nosso.

Hoje, precisa-se de remédios fortes para doenças que se tornaram fortes porque nos afastamos da fonte dessa energia natural.

Antigamente, precisávamos de remédios “fracos” comparados as doenças de hoje, porque estávamos mais próximos da fonte que, por si só, nos trazia os elementos essenciais da natureza que nos faltavam.

As ervas, as folhas, as flores, as sementes e raízes eram apenas canais para que pudéssemos receber a medicina da fonte original.

Então, quanto mais afastados da fonte, mais remédios fortes vamos precisar para nos lembrarmos de voltar à ela; retornando à ela, vamos relembrar o canal que nos mantém sintonizado às suas medicinas.

E relembrando, lentamente vamos fazendo escolhas na vida para nos aproximarmos novamente dessa fonte, tão sagrada e inteiramente disponível – este eterno colo curativo que só nos relembra a energia de cura que temos dentro de nós, acessada pela parte de nossa essência e interligada aos arquivos de nossa memória ancestral.

Preto-velho, para acessar as medicinas que a pessoa precisa, tem permissão dela para “ver” nas suas memórias o que lhe faz bem, aquilo que está ou já esteve em harmonia à sua energia essencial e natural. Isso porque cada um de nós é uma planta: alguns são mais flor, uns mais folha, outros mais tronco e outros mais raiz.

Somos iguaizinhos a tudo que vive e morre na natureza. Quando compreendemos esse processo, percebemos que também somos parte dessa farmácia, que temos essa cura em nós assim como uma planta tem em si. Só não conseguimos acessa-la porque estamos distantes da fonte, aquela que nos traz a lucidez para reconhecê-la e novamente usá-la.

As antigas medicinas sabem fazer isso muito bem porque nunca deixaram de estar próximas daquilo que sabem ser a fonte para qualquer remédio do corpo, das emoções, da mente e do espírito.

Mas, não adianta tomar remédio forte se o pensamento é fraco. Qualquer remédio, seja da medicina dos médicos da Terra ou das medicinas antigas da terra, não funcionará como precisa se a pessoa não fizer a sua parte, se não quiser muito compreender o porquê da desarmonia, se não acreditar com fé em si e no seu poder de cura.

O poder da mente, tendo como resultado a fé, é capaz de curar porque fazemos a ponte do coração com a mente. Assim, o corpo produz os elementos necessários para que a cura se processe, porque é através do coração que relembramos e nos religamos à fonte da qual nos afastamos: o coração da Mãe Terra.

Fé não tem nada a ver com religião – para quem já está pensando; Antes disso, fé tem a ver com o coração! Usando o coração como ponte, damos os comandos precisos para nosso corpo reagir e se erguer, revitalizar e reencontrar a harmonia.

Por que acham que existem casos de pessoas que se curaram de doenças ditas pelos médicos da Terra como incuráveis? Porque a fé dessas pessoas foi forte o bastante para superar até os mais fortes remédios, sendo ela o próprio remédio em si que promoveu a cura.

Então, preto-velho deixa aqui uma fórmula de cura, usada na sua medicina antiga: pensamento é fé. Use esse pensamento forte com remédio forte se a pessoa estiver afastada da fonte e, junto dele, mais um remédio da natureza – para relembrá-la dos remédios naturais que seu corpo também produz; procure nas memórias dessa pessoa a origem da doença, ajudando ela a relembrar tudo o que lhe faz bem e feliz, porque a doença manifestada é o resultado de muitas coisas que fizeram mal à ela: na mente, nas emoções, no corpo e no espírito.

Vai se tratando cada uma dessas partes, uma por vez, para que a pessoa fique bem de novo. Lembrando que o remédio, para ser bom, tem que conter todas as partes de uma planta, porque também somos planta: raiz, tronco ou caule, folhas, flores e também frutos/ sementes.

Quando a doença vem da família – raízes dos familiares e ancestrais – usamos mais raiz; quando vem das emoções, usamos mais flores; quando vem da mente, mais folhas; quando vem do espírito, acessamos as memórias da pessoa para saber o que usar, sempre colocando na fórmula um remédio da natureza para trazer alegria, para ela poder superar a dor que pode estar marcada como cicatriz no espírito; e quando já chegou no físico, mais frutos e sementes, alimentos fortes, naturais e vitais que vem prontos da natureza.

E deixo dito: ninguém cura ninguém. A pessoa é que se cura. A medicina da terra só traz e lembra o que a pessoa esqueceu. Preto-Velho só dá um empurrãozinho para a pessoa ir em frente, voltar a olhar para a Vida.

Com a humildade, a delicadeza e o amor de uma flor, preto-velho se despede, deixando no ar a paz da rosa branca, a bênção da arruda, a força do tabaco e a alegria do alecrim! ❤

Mensagem recebida em canalização: YEHUÁ© & Pai João das Medicinas

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Evoluindo o espaço multidimensional do coração elevamos a mente

Créditos da Imagem: Colores Art Sudio

Quando as sementes de hoje nutrirem as terras de ontem com os sonhos de amanhã, tendo espaço e fertilidade para desenvolverem raízes fortes e profundas, troncos robustos, galhos expansivos e folhas saudáveis, as flores e os frutos que virão conterão o néctar do amor, e as novas sementes poderão nascer e desabrochar num solo renovado e evoluído porque tornou-se fértil.

Quando esta fertilidade e fecundidade tiver lugar para existir, renovar-se e renascer, os sonhos de amanhã tornarão-se a realização dos projetos de hoje, e este será o combustível para que o solo permaneça ativo, em constante movimento e renovação, possibilitando o plantio de infindáveis novas sementes com o tempo.

Este solo é a representação da nossa vida, das ações e atitudes, dos pensamentos, emoções e sentimentos plantados ao longo desta existência e das anteriores.

O que quer que tenhamos plantado no passado estaremos colhendo no agora. O que quer que desejemos colher no futuro também precisaremos nutrir no agora. O foco, o centro do nosso trabalho é o agora, é o presente. É este momento do agora que determina o que nossos sonhos se tornarão, assim como daquilo que serão nutridos.

E qual seria, então, o adubo para este solo? O amor: a chave para toda a fechadura, cuja porta ainda permanece fechada pela ilusão do dilema entre o Ser e o Ter.

O solo adubado e nutrido pelo amor essencial de qualquer ordem – aquele que contem no seu âmago as verdades da sua essência – nos convida a acessar as raízes dessas verdades presentes no espaço do nosso coração; e por isso nos liberta porque permite que seja livre o fluxo de energia de vitalidade, prosperidade e abundância em nosso caminho para o porvir de novas sementes, não intervindo no ciclo contínuo dessa onda de energia que inicia-se desde a raiz do nosso ser.

Já o solo nutrido “em nome de um amor”, mascarado por justificativas criadas pela mente do ego, nos aprisiona e controla nosso passos em direção ao progresso, impedindo este fluxo contínuo e fluido de prosperidade tornando-o intermitente, isto é, inflexível, truncado, previsível e, consequentemente, desconectado do fluxo maior desta abundância, naturalmente existente desde uma semente na natureza até o surgimento de uma estrela no universo. Imagine que nesse contexto é como se perdêssemos nosso “GPS interior”, representado pelo nosso espaço do coração.

Quando este dilema fizer-se presente, saibamos trazer a consciência para o nosso centro real de força, de verdade, de paz, sabedoria e amor essencial: o espaço do nosso coração que é multidimensional, que vibra além desta dimensão.

Muitos pensam que este centro é a mente porque seu mecanismo racionaliza e torna “lógico” todo pensamento. Quando, na verdade, para compreendermos os ciclos da Criação e os fluxos harmônicos de prosperidade e abundância existentes além de nós é necessário a compreensão de uma linguagem que apenas o espaço do coração pode nos proporcionar. Justamente por ser multidimensional é que podemos compreender a linguagem existente em outras dimensões.

O ponto de mutação surge quando soubermos ouvir primeiro a voz do coração e, depois, sintonizá-la à mente concreta. Muitos foram programados para realizar o movimento inverso: primeiro ouvir a mente e depois o coração, gerando assim uma grande confusão que assemelha-se a duas estações de rádio ligadas ao mesmo tempo.

Quando isso ocorre, inevitavelmente temos um encontro marcado com o que chamamos de “encruzilhadas da vida”; o dilema entre o Ser e o Ter encontra-se exatamente neste ponto da jornada, entre as duas vias que se apresentam à sua frente.

Temos, assim, uma escolha: a de silenciar e aprender a ouvir a voz do coração para reaprender a trilhar este caminho do Ser e do sentir em primeiro lugar, para podermos trilhar o caminho da razão com mais clareza e sabedoria. Exercitando esta prática, este segundo caminho – o da mente racional ou concreta – será muito mais leve, fluído e claro porque será o espaço do coração o norte da nossa bússola, enquanto que a mente será o seu ponteiro.

Quando finalmente compreendemos esse mecanismo, não haverá mais dilema. Os véus representados por essa ilusão simplesmente deixarão de existir porque o caminho à frente estará claro, sem nada para nublar nossas escolhas e decisões, sem muros de dúvidas, medos, inseguranças e sofrimentos.

Teremos as antenas da mente afinadas e sintonizadas ao norte do nosso coração e, com isso, a linguagem provinda de nossa alma, de nossa mente superior, terá livre acesso para fluir, existir, criar e comunicar-se conosco através desta dimensão e do todo ao nosso redor.

Se você está vivenciando algum dilema em seu caminho agora, saiba que sempre é a hora para mudar a rota e partir para novas escolhas, decisões estas que só virão com autoconfiança e coragem quando houver a entrega, o silêncio da mente e o mergulho para dentro do espaço multidimensional do seu coração.

Qualquer que seja a prática que você escolher para este fim – meditação, yoga, tai-chi, reiki, vivências de autoconhecimento, dançaterapia, entre outras – siga sua intuição e comece agora a preparar o solo da sua vida nutrindo-o com o adubo do auto-amor, enraizando cada vez mais a partir das suas verdades essenciais, reconhecendo e separando o que é seu e o que é do outro com respeito.

Modifique também as crenças e os padrões que porventura estejam obsoletos no seu emocional, assim como limpar um terreno de plantas daninhas, de galhos secos e de tudo que, emaranhado, não permite o respiro deste solo para o plantio de novas sementes.

Assim, num exercício diário, você começará a criar espaços vazios no seu coração, no solo da sua vida, para que o espaço desse coração possa ser elevado a mais uma dimensão, elevando na mesma proporção o espaço da mente.

Estando estes dois espaços alinhados, o coração permitirá que a mente também se eleve, se expanda um pouco mais. A mente inferior estará ainda mais sintonizada à mente do seu Eu superior.

Este é um processo e não importa o tempo que leve para conquistá-lo. Você certamente colherá, a partir dele, os frutos do progresso, da fecundidade e da fertilidade em sua vida. É só começar! ❤

Mensagem de ©YEHUÁ 

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O que você foi e o que você é determina o que você quer ser

O que você é hoje determina o que você quer ser amanhã? O que você quer se tornar?

Vivemos um momento deste milênio onde estamos tendo a chance de escolher entre o que fomos, o que somos e o que queremos ser.

Podemos continuar nos identificando com personalidades do passado – desta vida ou de outras – presos às suas dores, dilemas e sofrimentos registrados em nosso DNA como memórias programadas para permanecerem “eternizadas” ou podemos focar nossa atenção, força e energia no que queremos nos tornar, nos reconstruindo, nos reinventando, nos resgatando a cada morte e renascimento.

Muitos de nós estão vivendo uma verdadeira montanha-russa de emoções, de mudanças internas e externas que vem como avalanches, trazendo consigo uma imensa necessidade de mudança, de sintomas físicos e energéticos derivados da evolução pessoal e planetária.

Turbilhões de pensamentos vem e vão, memórias desta e de outras vidas intercruzam-se sem indício de sinal verde ou vermelho, surgindo à superfície como nunca antes, e ainda ouvimos de muitos sobre o fim do mundo, como se mudanças como esta não houvessem ocorrido ao longo de milênios neste planeta; esta que estamos presenciando é apenas mais uma delas.

Estamos sendo chamados a descer, muitas e muitas vezes, às raízes de nossa árvores ancestral, seja para resgatar o que é nosso por direito, para encontrar tesouros que antes desconhecíamos, seja para separar o joio do trigo: separar as nossas raízes daquelas que não tem a menor intenção de evoluir, para que possamos nos nutrir da seiva da Vida novamente, fortalecendo-as para expandir ainda mais nossos galhos e produzir novas flores e frutos.

Estamos tendo que reaprender a trilhar o Caminho do Coração, aquele que mesmo muito conhecido pela alma pode tornar-se desconhecido na matéria por representar uma forma diferente de percebermos e atuarmos enquanto consciências espirituais habitando um corpo humano neste planeta.

Estamos sendo testados por nós mesmos – testados por aquela parte de nossa consciência que vibra num nível dimensional mais evoluído – em todos os nossos limites, a fim de que estejamos aptos e mais fortes para mergulhar nas raízes mais profundas e até sombrias desta árvore ancestral; para que apenas a verdade daquilo que precisamos saber seja descortinada em prol da nossa libertação, do autoperdão, do auto-amor e da autoreconciliação; para que possamos iluminar estes cômodos escuros novamente com a luz do Amor, permitindo que onde houver morte possa existir também vida, que onde houver uma terra infértil possa existir um solo fértil que abrace o plantio de novas sementes. Se não for através de nós, que possamos deixar como legado uma base estruturada para as futuras gerações.

Estamos nos desafiando a confrontar situações já resolvidas do passado de nossa existência, por meio da quitação de dívidas, de compromissos e do labor espiritual, cuja necessidade única de rememorá-las e acessá-las – assim como o remake de um filme – é a de evoluirmos a antiga plataforma dos registros do nosso DNA, cujos códigos ainda adormecidos não irão despertar por milagre, como muitos acreditam.

Este despertar de códigos internos, das verdades essenciais de nosso ser, de quem somos, de onde e para quê viemos depende muito e somente do nosso trabalho interno, do resgate das partes de nós mesmos que ainda podem estar ligadas às vidas onde houveram profundas cicatrizes de dor, culpa, sofrimento, tristeza ou qualquer outro sentimento cujas memórias ainda representam uma “porta dos fundos” aberta para quem quiser entrar sem permissão, impendindo assim um movimento de progresso necessário no agora.

Isso ocorre porque, no nosso subconsciente, ainda existe uma permissão baseada justamente nas emoções não resolvidas desta ou de outras vidas, o termômetro que certamente elevará a temperatura das nossas emoções para nos avisar que houve um desequilíbrio maior no nosso sistema emocional, porque algo, uma situação ou alguém nos relembrou estas cicatrizes modificando o movimento fluído e natural desse sistema.

Mas, vejamos isso como uma oportunidade – ao contrário da possibilidade sempre presente de nos mantermos no papel de vítima, muito bem conhecido pelo ego.

Se nada disso ocorresse permaneceríamos na zona da ignorância, sem conhecimento de que ainda existem consciências nossas, partes de nós que ainda precisam ser resgatadas e integradas à zona de cura da nossa árvores ancestral, à nossa essência, para que possamos fechar mais uma “porta dos fundos” nesta grande Roda de Samsara: o fluxo de renascimentos através de diferentes mundos ou dimensões que a viagem até este planeta representa; viagem esta que possui um meio e nunca um fim: evoluirmos através do milagre da Vida criada pela manifestação do Amor do Supremo Criador Universal.

Quanto mais profundas e iluminadas forem suas raízes, mais forte e robusto será o tronco desta árvore que guarda a sabedoria sagrada da biblioteca de sua alma; mais forte e enraizado você estará para permitir a fluidez da seiva da Vida em todos os aspectos do seu Ser, num ciclo infinito de Criação, de novas sementes e frutos, de progresso e prosperidade.

Exercitando a presença neste fluxo, você relembrará quem é e qual o seu propósito. Neste centro você empodera-se, você fortifica e torna-se fecundo, e o impossível torna-se completamente possível!

Mensagem recebida em canalização: ©YEHUÁ e uma Guardiã da Vida