Artigos, Mensagens Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina, Mensagens YEHUÁ

A Dança entre o Bem e o Mal: O Segredo da Neutralidade

“O Mal não dura para sempre, nem mesmo o Bem: o caminho da impermanência.

O Mal pode atrapalhar o Bem, mas o Bem não cura o Mal: o caminho da equivalência.

O Mal não deseja ser curado, por isso o Bem não tem poder sobre o Mal. O Bem não necessita de cura, ele simplesmente é. Por isso, o Mal também não tem poder sobre o Bem: o caminho da neutralidade.

Em certo momento da jornada, à semelhança dos bambus que envergam ante a tempestade e não quebram, o Mal é obrigado a ceder e retirar-se perante à envergadura respeitosa e humilde do Bem: o sábio que se faz de tolo perante aquele que se considera sábio. 

Mesmo que existam investidas constantes do Mal sobre o Bem, o Bem precisa permanecer firme como o bambu, na neutralidade de sua existência, no crescimento constante para o alto e no enraizamento cada vez mais profundo na terra, sem combater. 

A sabedoria do não combate é a disciplina da diplomacia que leva ao caminho do meio: a paz interior advinda do eterno retorno ao centro de si.

Assim como na natureza, após as tempestades tudo volta ao seu eixo original. Podem haver destroços no caminho, mas o eixo, o caminho do meio, o centro está sempre lá, assim como o Bem e o Mal dentro de cada um.

Para uns, fazer o mal é fazer o bem: o bem apenas para si, resultado do egoísmo e do significado distorcido do amor próprio. 

Para outros, fazer o bem está além de apenas o Bem que é feito para si. O verdadeiro bem, praticado sem distinções e projeções, é aquele que envolve o benefício de todos, mesmo em meio às diferenças e seus maiores desafios. Este Bem está intimamente ligado ao verdadeiro amor.

Fazer o bem é trilhar o caminho do meio, a sabedoria da neutralidade; é desenvolver a diplomacia estratégica em meio aos jogos manipulatórios do mal;

É entregar-se para receber a verdade em conta-gotas, revelada pelo tempo e pela alma; é estar nem muito acima, nem muito abaixo, mas no seu devido lugar: aquele onde você se sente confortável, onde nada nem ninguém é capaz de atingir o seu centro. 

Portanto, não busque pela paz, busque pelo seu centro. Buscar pela paz pode trazer a frustração e o despreparo para lidar com tempos de guerra. 

Buscar pelo seu centro é encontrar esta paz, onde nada tem o poder de interferir, tampouco transformar a paz em guerra. 

É no seu centro que reside o maior Bem que você pode encontrar, o maior Bem que você pode fazer por si e possibilitar para outros.    

O Mal só tem poder sobre o Bem ao dissuadi-lo a sair do seu centro e buscar a paz fora de si. O Bem tem poder sobre o Mal ao dissuadi-lo a sair do seu trono e recomeçar a jornada de busca pelo Bem que habita em si. 

Nessa dança do Bem e do Mal, nos deparamos com a infinita espiral da vida e da evolução, buscamos reconhecer quem somos, dançamos com nossas luzes e nossas sombras até que encontremos o nosso centro.

Aprendemos que o Bem e o Mal são faces diferentes de uma mesma moeda, separados por uma tênue linha limítrofe. Aprendemos que o Mal não precisa ser combatido, mas neutralizado. Se combatido, ganha os holofotes e o poder que deseja. E aprendemos que o Bem não precisa estar numa busca constante pela cura e pela paz, mas pelo seu centro. 

Ao conhecer a neutralidade do caminho do meio, aprendemos a dançar entre o Bem e o Mal com respeito e sabedoria porque conhecemos o nosso centro. Dançamos, enfim, a dança da vida através do portal do coração: o alquimista capaz de equilibrar e forjar o Bem e o Mal numa mesma moeda.”  

Por Luciane Strähuber – Mensagem de ©Yehuá & Uma Guardiã da Vida 

Meditações e Decretos, Mensagens Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina, Mensagens YEHUÁ

O Exercício da Entrega, O Desapego do Controle

“Ao desenvolvermos o exercício da entrega, desapegamos do controle, do que não é de nossa responsabilidade, daquilo que não nos compete. O controle pressupõe medo – uma das suas interfaces – e ambos seguem lado a lado.

Quando controlamos ou desejamos controlar a nossa ou a vida de outrem, em verdade estamos fugindo e negando os nossos próprios medos.

Quando na ação controladora, desviamos do nosso próprio caminho, do nosso propósito, muitas vezes impedindo a nós mesmos e ao outro de viver a sua experiência como ela deveria ser, responsabilizando-se pelo que é seu, comprometendo-se consigo.

Impedimos a nós e ao outro de obter a lição que necessita e, com isso, a evolução e o crescimento de ambos é prejudicado na espiral dos acontecimentos da vida. Quando, ainda assim, o desejo de controle for incontrolável, ainda existirá a escolha perante a encruzilhada.

A partir de um exercício diário, um decreto interno, um voto de honra e comprometimento para comigo, escolho desapegar.

Desapego do controle para ser capaz de identificar, compreender e trabalhar medos conscientes ou profundamente soterrados pelo inconsciente.

Desprendo-me do que não compete a mim resolver, seguir, envolver e controlar.

Solto as expectativas, as ideologias, as verdades absolutas, as certezas que escravizam, as crenças e os padrões do passado. Mesmo que ainda não tenha total consciência deles, minha escolha consciente é soltá-los, permitindo a criação de um novo espaço para um novo Eu nascer.

Sigo adiante, um passo de cada vez, aprendendo a caminhar com mais leveza e presença à medida que libero o que não me pertence, o que não serve mais para estar dentro da minha mochila de ferramentas essenciais.

As únicas rédeas que mantenho em minhas mãos, a única roda que mantenho girando, o único mastro que mantenho governando e regendo o navio de minhas experiências é o de minha vida, de minha jornada.

Sou a autoridade em meu mundo que é auto-sustentada e sigo confiando, aberta para receber tudo o que a vida, a morte e o universo me trazem como presentes, bênçãos e aprendizado. 

As rédeas desse cavalo selvagem são minha força e poder interior; as rodas dessa carroça que giram e seguem por caminhos essenciais são o movimento harmônico do Ser em cada ação; o mastro desse navio é o olhar sempre no horizonte, sintonizado ao norte de minha bússola interior: o coração em paz!   

Mesmo que hajam ondas desafiadoras, aprendo sobre o desafio dentro dos desafios, aprendo a tornar o desafio harmonioso.”

©YEHUÁ & Uma Cigana Guardiã da Vida Por Luciane Strähuber

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A Entrega com Presença, a Espera com Prontidão

“No processo de entrega ao longo da jornada, moldados que somos pelos ciclos de morte e renascimento, precisaremos passar por três etapas: a conclusão, a aceitação e o desprendimento. Essa entrega nos exige ao mesmo tempo a totalidade e a presença. Junto dela vem a espera, mas uma espera ativa, que nos coloca em pé e à ordem, sempre prontos para receber algo novo e perceber os próximos passos.

A primeira etapa envolve concluirmos os ajustes e as pendências que planejamos nesta vida, pré-determinadas pelos trilhos da consciência e do destino, ações no recolhimento que nos mantêm no eixo de equilíbrio do ser.

A segunda envolve aceitarmos tudo o que vier para nós no período, tudo o que tivermos que experienciar, seja harmônico ou desarmônico, mas que envolva aprendizado, crescimento, desenvolvimento humano e evolução para nossa alma. Essa aceitação significa nos alegrarmos com a vida todos os dias, sermos gratos pelo que somos e pelo que temos, pela vida que recebemos e por aqui estarmos desempenhando o nosso propósito. E isso não se trata de felicidade, ser feliz aqui é relativo porque a fórmula da felicidade pode ser diferente para cada um. Trata-se de alegrar-se e ser grato, apenas.

A terceira envolve fazermos as pazes com o nosso passado, com tudo aquilo que porventura ficou mal resolvido por nós e dentro de nós, para assim podermos nos desprender dele com amor e compaixão, com o senso de tarefa cumprida perante os que por nós passaram e pelo que vivemos. Nos desprendermos também daquilo que não podemos mudar, do que não nos diz respeito, que não nos pertence, que não está sob a nossa responsabilidade e o nosso controle. Incluem-se os padrões e as crenças limitadoras, as peles e as carapaças antigas, as máscaras sociais e pessoais que já não servem mais para o agora. Significa nos reinventarmos, renascermos de dentro de nós: abraçarmos o nascimento de um novo eu a partir da morte de um antigo, uma velha e inutilizável identidade.

No ínterim desse processo, que está além do tempo humano – muitas vezes fora dele e dentro do tempo da alma – vamos experienciar momentos de desalento e de certa opressão, de silêncio e solitude, com sensação de angústia e lentidão, como se nada estivesse acontecendo. Contudo, basta nessa hora lembrarmos do bambu, do tempo que ele leva enraizando nas profundezas da terra até que se possa ver seus troncos nascendo em direção ao sol – e lá se vão de quatro a cinco anos para o bambu começar a admirar os primeiros raios do astro rei.

Em meio a esta espera preciosa, lembremos que existe uma energia estrutural, uma base que estrutura todo esse processo e que pode ser comparada às raízes de um bambu: a energia da criação. O ato de criar é uma ação que acontece em três tempos simultaneamente. É um ato multidimensional: está no passado, no presente e no futuro, por essa razão está além do tempo humano e ainda assim dentro dele. Um quadro pintado por Da Vinci, por exemplo, foi criado no passado mas permanece sendo lembrado no presente, e seguirá existindo no futuro pelo significado histórico, simbólico e artístico que deixou à humanidade. Afinal, o que foi criado não pode ser desfeito, está registrado nos trilhos do tempo, até mesmo um antigo pergaminho da biblioteca de Alexandria destruído durante a Idade Média.

Quando criamos através da conexão com a alma, colocando amor, alegria e prazer no que fazemos, seja por meio de dons e talentos natos – onde o ato criativo começa a despertar – seja através de uma ação que incentiva a nossa criatividade, nos posicionamos dentro de uma correnteza fluída, forte e multicolorida, representada pelos ciclos universais da criação, uma força que nos convida a seguir e confiar. Através dessa força, nos sintonizamos com as infinitas possibilidades existentes nesse ato criativo, o que nos permite entrar num espaço de paz profunda, de foco e concentração, no aqui e no agora, no fluxo da espera com prontidão. Permitimos, assim, que a mente seja canal e ferramenta para materializar as nossas criações, à semelhança da união das palavras desse texto ou de uma paleta de cores que compõem uma tela, uma arte.

Durante essas etapas, o corpo relaxa, a mente se rende, o espírito acolhe e o emocional se integra como uma gota de água no oceano, e assim seguimos aprendendo e estabilizando. Muitos tem medo e fogem desse processo de entrega e espera porque acreditam que ele é somente morte, vazio e solidão. De fato, eles fazem parte dele: a morte, o vazio e a solitude, mas também a vida, a criação e a plenitude. Essa plenitude é alcançada e sentida pelo próprio ato de criar, que acontece de forma fluída, sem esforço, assim como ligar o ‘piloto automático da alma’.

A entrega com prontidão é viver o agora, é criar e renascer após as inúmeras mortes no caminho, sempre prontos à espera do próximo passo, entregues a tudo o que o universo nos traz porque nos alegramos com a vida. Essa é uma ação no recolhimento, é o ócio criativo, é a felicidade como um estado do ser. Essa entrega total nos liberta, nos fortalece, nos estabiliza para que possamos seguir cada vez mais conscientes, mais leves, criativos e sábios.

Alegrar-se todos dos dias com a vida é uma prática não mental, é um estado, é Ser. Ser além do que é rotulado como felicidade, encontrando o próprio ritmo, aceitando todas as emoções que precisam vir à tona, honrando nossas luzes e sombras, defeitos e qualidades, erros e acertos, porque de tudo isso somos feitos. É uma forma de nos entregarmos à nossa totalidade. Ao final, é olhar para este todo e poder dizer com humildade e simplicidade: ‘Nossa, quanto evolui!’ Esse estado do ser é uma conquista. E isso só conseguimos porque nos entregamos aos desígnios da alma, a um fluxo que não é governado pela mente, ouvindo a intuição e a voz do coração, permitindo que o ego adormeça para que a alma acorde.”

Mensagem de ©YEHUÁ  – Por Luciane Strähuber

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A Visão do Lobo de Libra

“Aos olhos que desejam ver pelos meus olhos,

ofereço a escuridão da minha noite:

a profundidade das minhas raízes,

a profundeza dos meus oceanos

e o vazio do meu silêncio interior

que habita a vastidão do universo.

Só ofereço aquilo que conheço e que posso dar

na medida dos meus limites

com humildade, gratidão e respeito,

nem mais, nem menos.

Não ofereço nenhum caminho

pelo qual já não tenha passado,

cujas trilhas conheço todas, uma a uma,

mesmo quando na escuridão do meu ser.

Sou escuridão, sou profundeza,

Sou vazio e sou silêncio.

Mas também sou luminar, luminescência,

Sou Sol, Lua e Estrela!

Conhece sua Luz aquele que esteve nas suas profundezas.

Conhece sua Estrela aquele que viveu sob a noite da alma.

Um céu estrelado só se revela numa noite escura,

não menos cheia de Luz, sabedoria e significado.

Conhece sua força e coragem aquele que ousa,

que aprofunda-se nos seus oceanos emocionais 

e desce fundo através das suas raízes –

as águas mais frescas e puras

se encontram nas profundezas.

Conhece a luminescência – luz e consciência –

aquele que mergulhou na vastidão do seu silêncio interior,

espaço que nada externo é capaz de preencher,

um vazio cheio de presença e transcendência.

O universo é repleto de ‘vazios cheios’,

preenchidos com matéria, energia, estrelas, vida.

Só pode ser Sol aquele que um dia foi Lua

para conhecer e alegrar-se com o luminar do dia e da noite.

Este é um princípio de equilíbrio,

do feminino e do masculino complementares,

do Yin e do Yang também residente em nós.

À semelhança das profundezas das raízes,

dos oceanos, do silêncio e do universo

somos este tudo no Todo, e o Todo é tudo em nós.

Olhar pelos olhos de outro, portanto,

é ter a coragem de mergulhar no seu âmago,

é calçar os seus sapatos e andar pelos seus pés.

A premissa para não se perder

nas suas e nas trilhas profundas do outro

é tornar-se os olhos do Lobo de Libra:

o mestre dos caminhos da noite da alma.

Aquele que tem a coragem de aprofundar-se em si

para mapear as trilhas dos seus abismos 

terá a visão do Lobo de Libra:

  olhos que aprenderam o equilíbrio da balança

entre o dia e a noite de Brahma,

entre o Kharma e o Dharma.

Você conhece as profundezas do seu ser

para ser os olhos do Lobo de Libra?

Para mudar e expandir sua visão?

Para desejar ser os olhos de outrem?”

©Yehuá e Uma Guardiã da Vida na Noite da Alma

Feminino Sagrado, Mensagens Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina, Mensagens YEHUÁ

Yemanjá: À Tua Semelhança, Sou Filha das Águas, Sou Filha das Estrelas

“Grande, Sábia e Amorosa Mãe das águas, dos mares, das profundezas dos oceanos,

Sagrada Consciência do Mistério da Geração planetário,

que guarda, nutre e protege a Vida que nos criou,

gratidão pela Tua Luz, Amor, Sabedoria e Força.

À Tua semelhança, sou a força e a impermanência das ondas do mar

que vão e vem quebrando crenças ultrapassadas e construções trevosas,

purificando a desarmonia mental, emocional e espiritual dos meus oceanos internos

e auxiliando na evolução de lugares por onde passar

para que novamente se tornem geradores de vida e amor;

 À Tua semelhança, venho transmutar as energias e frequências dissonantes

despejadas nos Teus Reinos através da Tua Lei e Justiça Divina,

do amor e da compaixão de Tua Elevada Consciência.

À Tua semelhança, relembro e aprendo a estar em comunhão

às consciências divinas que guardam os oceanos e mares,

e com eles faço parte da evolução desta humanidade,

dos filhos e filhas que despertaram a essência divina do seu coração

tornando-o um portal fecundo de amor e vida.

À Tua semelhança, me faço ponte para criar travessias,

e dialogar com outros mundos, dimensões e consciências,

a fim de compreender Tua missão em prol da ascensão e cura planetária,

compartilhando e repassando Teus conhecimentos e avançadas tecnologias

aos irmãos de jornada em sintonia ao projeto maior do Criador.

À Tua semelhança, Grande Mãe de Todos, Amada Yemanjá,

que desde minha vinda a este planeta me abençoa com Tua sabedoria,

cura, diplomacia, amor incondicional, força e fé,

sigo semeando gotas de Luz e ondas de Amor no coração

de todos os irmãos de alma, guardiões da vida e guerreiros da paz.

À semelhança do princípio sagrado e feminino que Te rege

e que habita meu Ser, me dedico dia-a-dia a mergulhar

nas águas profundas dos meus oceanos interiores

e me sintonizo à minha consciência, aos códigos de luz

e à essência divina que como herança recebi,

em eterno aprendizado, evolução e metamorfose.

Quanto mais profundo mergulho, mais ilumino minhas águas

e trago delas a sabedoria e a força que de Ti recebi para progredir,

abrindo minhas asas no tempo da alma e do coração

  e me mantendo firme nos trilhos do meu propósito divino,

em ressonância aos ciclos de morte e renascimento de toda vida na Terra.

À Tua semelhança, sou centelha divina do Grande Criador,

em serviço e comunhão à minha Família Planetária e Cósmica,

às consciências elementais e dévicas, reinos e forças da Mãe Natureza.

À Tua semelhança, sou representante da Verdade e do Amor Universal

e carrego tua estrela cósmica e radiante em minha cabeça e meu coração,

que guia meus passos, meus caminhos, minhas ações,

meus pensamentos e sentimentos como um farol.

Gratidão eterna, Grande Mãe das Águas desta abençoada Terra,

por me abençoar como tua filha de alma, filha das estrelas,

e me destinar o compromisso de levar Luz e Amor onde houver trevas e escuridão,

Mudança e Transformação onde houver estagnação,

Clareza e Verdade onde houver injustiças,

Silêncio e Alento onde houver confusão e palavras que cortam e ferem,

Solidariedade e Respeito onde houver egoísmo

e Paz Interior onde houver conflito.

Que eu seja sempre à semelhança de toda a Tua Bondade,

Generosidade, Sabedoria, Força e Amor!

Que Assim Seja e Assim É!

Salve, Granmamare! Salve Grande Mãe! Odoiá, Iemanjá!”

Mensagem em sintonia à Consciência Universal de Yemanjá ~ ©Yehuá

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Os Guerreiros do Coração

“Vocês são a ponta da flecha,

aqueles que direcionam os que se sentem perdidos,

aqueles que relembram as esquecidas trilhas para o Caminho do Coração.

Vocês são aqueles que focalizam as energias para o bem,

para a cura, a paz interior, a coragem, a fé e ao amor.

Vocês são aqueles que abrem o mato à facão,

por isso a tarefa, às vezes, é tão desafiadora.

Vocês são aqueles que empunham a espada ao alto,

apontando à consciência, à lei e a justiça divina em nome do amor.

A vossa espada é o amor universal.

O vosso escudo é a compaixão e os desígnios do coração.

O vosso elmo e armadura são o propósito defendido e regido pela alma imortal.

A vossa bandeira é a paz em benefício de todos os envolvidos.

A força e o poder do vosso cavalo só é pleno, forte e seguro

se puder cavalgar pelos trilhos do coração,

por onde outros como vós: Guerreiros do Coração

e das antigas Tribos da Paz, andam juntos amparando uns aos outros

por um mundo mais justo, solidário, respeitoso e compassivo.

Aguardem o tempo necessário agindo no recolhimento,

mas não se deixem dominar por aqueles que tentam controlá-los.

Sejam como o velho e sábio guerreiro: não apresentem todas as suas flechas.

Lembrem-se do vosso poder interior que nada é capaz de dominar.

Vocês são cavalos selvagens,

esperando o som sagrado do Grande Espírito

que ressoará como a flauta na garganta e o tambor no coração,

para poderem partir às Terras Sagradas

governadas e nutridas pelo amor da Grande Mãe.

Salve Guerreiros do Coração!

Salve Guerreiros da Paz!

Salve Guerreiros do Arco-Íris!

Salve Guerreiros das Flechas Sagradas!”

Mensagem canalizada: ©YEHUÁ & Caboclo Flecha Dourada

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A Individualidade é Essencial

“Você já se perguntou onde reside a diferença entre a individualidade e o individualismo?

Um tema delicado, uma vez que os pontos de vista podem ser divergentes com base nas experiências de vida de cada um.

Entretanto, trazendo o olhar mais apurado para a origem das palavras, vemos que a individualidade está ligada à essência. Ela representa: “a reunião das características que diferenciam uma pessoa ou alguma coisa; o conjunto das qualidades que compõe a originalidade, fazendo com que algo ou alguém seja único.”

Enquanto o individualismo está ligado ao ego, representando: “a tendência de quem pensa somente em si; egoísmo, egocentrismo; a sobreposição do valor e dos direitos do indivíduo em detrimento de um grupo ou sociedade.”

Nesse contexto, temos um terreno interessante para começar a discorrer sobre os porquês disso ainda estar tão confuso na mente de muitos. Diria que mais difícil se torna o diálogo sobre o tema pelos meios virtuais – quando o individualismo se sobrepõe à individualidade – porque os olhos deixam de ser as janelas da alma para dar espaço a uma tela emblemática, configurada com simbologias mentais desprovidas de essência.

Através das janelas da alma, poucas palavras bastam para compreendermos com clareza o que o outro quer dizer. Pelos “olhos virtuais”, muitas palavras são necessárias para chegarmos ao mesmo resultado. Talvez, estejamos esquecendo de como nos comunicarmos e nos relacionarmos pelos “meios analógicos”, cuja presença jamais poderá ser sentida da mesma forma pelos meios virtuais.

Um exemplo para ilustrar a reflexão é a diferença residente entre um livro físico e um livro digital. Com qual deles você gostaria de se relacionar? Com qual deles você desenvolveria maior proximidade, cumplicidade e originalidade? Sim, porque nos relacionamos com todas as coisas. Colocamos nelas nossas intenções, nossos pensamentos e sentimentos, até mesmo nossas memórias ficam ali registradas.

Levando nossa mente agora para viajar pelas páginas de um livro – o primeiro que vier em seu pensamento – nos relacionamos com o aroma e a textura do papel, as cores da capa, uma página marcada, um parágrafo que nos disse exatamente o que precisávamos ouvir, algumas gotas de café que marcaram um acontecimento importante, um objeto guardado em meio às folhas, uma anotação especial de algo que nos marcou.

Então, talvez esteja nos faltando encontrar a harmonia no relacionamento com ambos em tempos como este, cuja promessa encantadora do digital é substituir a essência perfumada do analógico: o contato essencial humano.

Portanto, a individualidade é antagônica ao individualismo. A primeira tem suas bases enraizadas nas verdades essenciais do ser, no auto-amor e no autoconhecimento, no exercício constante da presença: estar presente em tudo o que se fala, faz, pensa e sente, na medida do possível. Estando presente para si conseguimos estar presente para o outro, reconhecendo e respeitando os limites de ambos, separando o que é nosso do que é do outro de forma saudável e harmônica.

Entre ego e essência existe uma grande distância, mas não significa que não possam conviver em equilíbrio. Assim como necessitamos nos adaptar às “janelas virtuais”, necessitamos preservar o essencial que nos convida a interagir pelas janelas da alma.

Reside aqui nosso maior desafio nesse momento de transição: criar núcleos essenciais de “presença” em meio ao individualismo exacerbado. Criar janelas da alma em meio às janelas virtuais, mas lembrar sempre: um templo só ergue-se forte se houver uma distância harmônica entre suas colunas.”

Mensagem recebida em canalização – Yehuá© & Um Guardião da Lei Divina

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O Renascimento das Flores da Vida: Uma Chave Ancestral

“Filho(a), sei que teus ossos estão cansados.

Cansados da longa jornada de vidas;

Cansados das brigas, conflitos e batalhas que não foram travadas por ti;

Cansados das traições e injúrias que a ti foram direcionadas por egoísmo puro;

Cansados da dor ancestral que carregaste nos registros de tuas raízes.

Ossos que, de tão cansados, cansam facilmente.

Mas, acredite: nos teus ossos também habita um fluxo de Vida.

Esta vida flui agora em teus ossos como nunca antes.

Quando conseguimos liberar os nossos ossos da dor

– das dores de todo um passado – a vida encontra lugar para fluir neles.

A dor é como uma noite escura sem luar.

A vida é como um dia perfumado e ensolarado.

Ao darmos espaço para a vida fluir pelos nossos ossos,

levamos sol para onde só havia escuridão,

e vemos flores desabrochando onde nunca houve vida.

Só assim, todas as partes de nós mesmos poderão florescer!

Você está florescendo agora!

Este momento, após tanto tempo liberando a dor,

representa o teu renascimento, e um dos mais importantes:

aquele que te convida a trilhar o Caminho da Alma,

abençoado pelas tuas raízes ancestrais,

pelos Anciões e Anciãs que estiveram aqui antes de ti,

que zelam por ti como tua familia espiritual!

Receba a chave desse renascimento e leve-a para todos os recantos do teu ser

que precisam ser destrancados; para onde existam fechaduras

que precisam ser abertas através do amor e não mais pela dor,

e receba o que é teu por direito divino!

Um novo tempo de tua caminhada começa agora!”

Mensagem recebida em canalização: Yehuá© & Uma Anciã da Sabedoria da Vida e das Chaves Ancestrais

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A Travessia do Deserto da Alma: Ouse, Una Forças, Encontre seu Oásis!

“O que faz com que uma pessoa paralise diante de um convite para ação? Um convite que poderia auxiliá-la na realização dos seus sonhos através do conhecimento, desenvolvimento e execução dos seus dons?

Um convite de Vidas e Eras, mesmo que todas as promessas e dívidas do passado tenham sido cumpridas com responsabilidade, persistência, confiança e até sacrifício, em prol de um objetivo cuja raiz representa o ideal da união que beneficiaria todos os envolvidos?

Um convite que representa o chamado de milênios, erguido pela bandeira do amor e pela travessia necessária perante o desapego dos desejos, prazeres e paixões que assolam o espírito?

Seria medo, comodismo, falta de oportunidade, dificuldade em lidar com as mudanças e suas próprias “trocas de pele”? Ou o obstáculo permanente representado pela zona de conforto? Seria, mais nas profundezas e sombrias raízes ainda não visitadas pela consciência, o real e tácito sentimento de não querer – acima de não sentir-se capaz – de desapegar dos maiores apegos? Aqueles que, enquanto enchem o ego de prazeres fúteis e efêmeros, esvaziam a alma?

Seria, talvez, aquele que permanece reinando dominante no seu trono, tão egóico quanto um antigo monarca de posse do seu reinado e dos seus sórdidos poderes: o rei egoísmo? Outrora fosse apenas este o motivo. Entretanto, aqui mostra-se apenas uma das raízes de uma árvore que, outrora, esteve podre internamente; foi casca e hoje, da mesma maneira permanece, mesmo que rodeada por outras árvores que servem-na e nutrem-na com um alimento que ela mesma não gera. Essa relação simbiótica de árvores híbridas ocorre entre aquelas que dependem de outras para sobreviver, unindo-se a elas a fim de continuar mantendo-se vivas.

Porventura, diferente do rei egoísmo que habita no meio humano, na natureza esta é uma relação de mutualismo com um toque de cooperativismo, onde uma serve a outra numa relação de custo-benefício, mesmo entre espécies diferentes e com “papéis hierárquicos” diferentes. Enquanto isso, o ser denominado humano, usando sua “humanidade” no meio que habita – ou o que resta dela neste tipo de inter-relação – poderia aprender com as árvores através da contemplação e observação, tornando-se mais cooperativo e solidário para com o outro, independente da “espécie”.

Necessária é a saída da sua “bolha pessoal”, necessário é viver outras experiências, deixar de olhar apenas para o raio de atuação da sua realidade, permitir-se soltar a ideia enraizada de que o que é seu é melhor do que do outro; Poderia ousar colocar os sapatos de outrem, aprendendo com sua perspectiva e visão de vida, de mundo.

Para isso, precisamos de uma ferramenta intrínseca: o senso crítico do nosso observador interior que leva à ação – iniciando por nós mesmos em frente ao espelho. A ação que leva a novas definições, a escolhas que levam à participação, ao engajamento e à força representada pela união.

Aqueles que não ousarem fazer a travessia do deserto de si mesmos permanecerão vendo o mundo, a vida, pela fechadura de uma das muitas portas que estão disponíveis como oportunidades evolucionárias. Verão suas tendas abandonadas pela primeira tempestade de areia, verão seus barcos atolados na primeira dificuldade encontrada no caminho rumo ao propósito da alma porque lhes faltará o motor: a fé verdadeira, não a religiosa, mas a provinda diretamente do seu centro, do espaço do coração. E como parceiras desta, também lhes faltará a coragem para começar, a persistência para permanecer, a força para continuar.

Muitos não compreenderão porque não conseguirão atravessar os rios que levam ao mar da prosperidade, do progresso, da benevolência e solidariedade mútua. Não compreenderão porque não conseguem chegar até um dos oásis de seus desertos interiores se o veem tão próximo, quando na verdade o que não percebem é que o oásis que vêem é apenas uma ilusão porque ainda não fizeram a travessia para chegar no oásis verdadeiro.

Sobre suas consciências, de fato, muito tarde cairão as verdades que só teriam sido encontradas durante a experiência que a travessia do deserto traria. É através dela que conseguimos encontrar nossos oásis. Até mesmo os oásis não duram para sempre, são tão impermanentes quanto nossa perfeita imperfeição e à impermanência da vida. Então, o que você está esperando para mudar, transformar, começar, permitir-se renascer?

O momento presente, o aqui e o agora, são a maior oportunidade de mudança para alcançar qualquer objetivo. Em algum momento da jornada você vai precisar fazer a escolha, tomar a decisão, iniciar o movimento. A partir de uma escolha, mesmo que seja um movimento que pareça pequeno – onde o oásis é repleto de significado, honra e sacralidade para você – muitas portas podem abrir-se a partir dele. E para abrir uma porta é preciso girar a chave, às vezes, mais de uma vez. Esses giros representam nosso pequenos mas significativos movimentos em direção à abertura, ao receber, ou em direção ao fechamento.

É tempo de travessia, é tempo de movimentar sua vida. É tempo de girar a chave para abrir as portas que precisam ser abertas no agora, com a coragem das almas guerreiras de outrora que lutaram pela paz.

É tempo de travessia para que as tribos de paz de outrora possam unir-se novamente, neste momento-tempo-espaço. E isto não veio para ser um conto, uma lenda ou uma utopia, já está acontecendo ao nosso redor, ao seu redor, em pequenos núcleos, grupos, comunidades.

Aqueles que ainda escolherem permanecer na zona de conforto estarão presenciando, no mesmo lugar e da mesma maneira, todos os seus problemas, obstáculos e dificuldades insolúveis, simplesmente porque ainda pensam que conseguirão sozinhos, na crença em sua onipotência e onipresença enraizadas no ego. Não são os problemas que mudam – na verdade só mudam de lugar – somos nós que mudamos e, nos permitindo fazer essa travessia, com um novo olhar, uma nova perspectiva, somos capazes de resolvê-los, compreendê-los e, em determinados casos, desapegar deles para que resolvam-se por si, abdicando do controle.

Todos, sem exceção, temos desertos interiores: a jornada é solitária no que se refere às escolhas que fazemos no caminho e às mudanças que escolhemos para o nosso destino. Caberá apenas a nós mantê-los como estão ou nos permitir conhecê-los. Conhecer a vida que esconde-se por debaixo da areia, adentrar nos túneis que guardam tesouros esperando para serem descobertos por nós, desbravar territórios que nos levarão às terras férteis dos oásis de paz e alegria, nutrindo-as e expandindo-as ainda mais com a chama sagrada do nosso coração.

Se você chegou até o deserto da sua alma, ouse atravessá-lo! Você não será mais o mesmo após essa jornada, sua visão e consciência não poderão mais voltar ao estado anterior. Ao contrário do que muitos acreditam, você sairá mais sábio, mais forte, mais leve, e de encontro aos seus limites descobrirá dons adormecidos nas memórias do espaço, mas guardadas como tesouros nas cápsulas do tempo, nos túneis mutidimensionais do seu deserto interior.

Lembre-se bem: o deserto não é desabitado. É repleto de tesouros, guardados enquanto jóias de sabedoria, esperando para serem descobertos por aqueles que ousarem, por aqueles que terão “olhos para ver”.

Mensagem recebida em canalização – Dama Helena & Ciganas do Oriente

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Diálogos de Preto-Velho: Ensinamentos de Medicina

A medicina dos médicos da Terra surgiu quando começamos a nos afastar da fonte original de medicina da própria terra, da natureza: das ervas, folhas, flores, raízes, sementes, águas, de tudo o que esta mãe nutridora e curadora tem para nos oferecer: um remédio para cada desequilíbrio nosso.

Hoje, precisa-se de remédios fortes para doenças que se tornaram fortes porque nos afastamos da fonte dessa energia natural.

Antigamente, precisávamos de remédios “fracos” comparados as doenças de hoje, porque estávamos mais próximos da fonte que, por si só, nos trazia os elementos essenciais da natureza que nos faltavam.

As ervas, as folhas, as flores, as sementes e raízes eram apenas canais para que pudéssemos receber a medicina da fonte original.

Então, quanto mais afastados da fonte, mais remédios fortes vamos precisar para nos lembrarmos de voltar à ela; retornando à ela, vamos relembrar o canal que nos mantém sintonizado às suas medicinas.

E relembrando, lentamente vamos fazendo escolhas na vida para nos aproximarmos novamente dessa fonte, tão sagrada e inteiramente disponível – este eterno colo curativo que só nos relembra a energia de cura que temos dentro de nós, acessada pela parte de nossa essência e interligada aos arquivos de nossa memória ancestral.

Preto-velho, para acessar as medicinas que a pessoa precisa, tem permissão dela para “ver” nas suas memórias o que lhe faz bem, aquilo que está ou já esteve em harmonia à sua energia essencial e natural. Isso porque cada um de nós é uma planta: alguns são mais flor, uns mais folha, outros mais tronco e outros mais raiz.

Somos iguaizinhos a tudo que vive e morre na natureza. Quando compreendemos esse processo, percebemos que também somos parte dessa farmácia, que temos essa cura em nós assim como uma planta tem em si. Só não conseguimos acessa-la porque estamos distantes da fonte, aquela que nos traz a lucidez para reconhecê-la e novamente usá-la.

As antigas medicinas sabem fazer isso muito bem porque nunca deixaram de estar próximas daquilo que sabem ser a fonte para qualquer remédio do corpo, das emoções, da mente e do espírito.

Mas, não adianta tomar remédio forte se o pensamento é fraco. Qualquer remédio, seja da medicina dos médicos da Terra ou das medicinas antigas da terra, não funcionará como precisa se a pessoa não fizer a sua parte, se não quiser muito compreender o porquê da desarmonia, se não acreditar com fé em si e no seu poder de cura.

O poder da mente, tendo como resultado a fé, é capaz de curar porque fazemos a ponte do coração com a mente. Assim, o corpo produz os elementos necessários para que a cura se processe, porque é através do coração que relembramos e nos religamos à fonte da qual nos afastamos: o coração da Mãe Terra.

Fé não tem nada a ver com religião – para quem já está pensando; Antes disso, fé tem a ver com o coração! Usando o coração como ponte, damos os comandos precisos para nosso corpo reagir e se erguer, revitalizar e reencontrar a harmonia.

Por que acham que existem casos de pessoas que se curaram de doenças ditas pelos médicos da Terra como incuráveis? Porque a fé dessas pessoas foi forte o bastante para superar até os mais fortes remédios, sendo ela o próprio remédio em si que promoveu a cura.

Então, preto-velho deixa aqui uma fórmula de cura, usada na sua medicina antiga: pensamento é fé. Use esse pensamento forte com remédio forte se a pessoa estiver afastada da fonte e, junto dele, mais um remédio da natureza – para relembrá-la dos remédios naturais que seu corpo também produz; procure nas memórias dessa pessoa a origem da doença, ajudando ela a relembrar tudo o que lhe faz bem e feliz, porque a doença manifestada é o resultado de muitas coisas que fizeram mal à ela: na mente, nas emoções, no corpo e no espírito.

Vai se tratando cada uma dessas partes, uma por vez, para que a pessoa fique bem de novo. Lembrando que o remédio, para ser bom, tem que conter todas as partes de uma planta, porque também somos planta: raiz, tronco ou caule, folhas, flores e também frutos/ sementes.

Quando a doença vem da família – raízes dos familiares e ancestrais – usamos mais raiz; quando vem das emoções, usamos mais flores; quando vem da mente, mais folhas; quando vem do espírito, acessamos as memórias da pessoa para saber o que usar, sempre colocando na fórmula um remédio da natureza para trazer alegria, para ela poder superar a dor que pode estar marcada como cicatriz no espírito; e quando já chegou no físico, mais frutos e sementes, alimentos fortes, naturais e vitais que vem prontos da natureza.

E deixo dito: ninguém cura ninguém. A pessoa é que se cura. A medicina da terra só traz e lembra o que a pessoa esqueceu. Preto-Velho só dá um empurrãozinho para a pessoa ir em frente, voltar a olhar para a Vida.

Com a humildade, a delicadeza e o amor de uma flor, preto-velho se despede, deixando no ar a paz da rosa branca, a bênção da arruda, a força do tabaco e a alegria do alecrim! ❤

Mensagem recebida em canalização: YEHUÁ© & Pai João das Medicinas

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O Merecimento é para todos: A Ação para União ainda é objetivo de poucos

A união não depende de merecimento, mas sim de um propósito em comum.

Muitos confundem a relação entre ser merecedor e unir-se a um objetivo em comum. Para uns, o merecimento é julgado a partir de um único ponto de vista: o olhar proveniente das distorções do ego. A “mente do ego” diz: fulano não é merecedor disto ou daquilo porque (…), por isso, não merece isto ou aquilo. Já, se refletíssemos com a “mente da alma”, sintonizada a um sentimento de comunhão – que habita no coração de todo ser humano que visa o benefício de todos – diríamos: não se trata de fulano ser merecedor por causa disso ou daquilo, se trata de unirmos esforços, onde o propósito da alma nos leva a seguir uma mesma direção.

Neste caminho, podem haver aqueles que não se sentem ou não se acham merecedores, quando na verdade, se optaram por trilharem-no juntos e em prol de algo que envolva o bem comum e o amor universal, todos são merecedores em sua essência.

Não julguemos, portanto, aqueles que achamos serem ou não merecedores de coisas, de pessoas, de caminhos. Tenhamos nosso olhar voltado para o propósito maior, trazendo a visão da águia – aquela que vê o todo e não apenas uma parte – permitindo que todos possam expressar o que são em essência divina, abrindo suas asas e voando em direção ao mesmo ninho de paz que buscamos em algum momento de nossa jornada evolutiva, caminho este que só pode ser seguido com um coração aberto, aquele que permite-se amar sem julgamentos e ideias pré-concebidas.

Se alguém tem coragem suficiente para julgar o outro perante ter ou não merecimento, na mesma proporção há covardia suficiente perante o julgamento de si, sem perceber que na medida que é “o inquisidor” do merecimento alheio, também é o inquisidor do seu próprio ato de merecer. Esse comportamento impede a energia do merecimento de fluir para dentro da nossa vida com verdade, prosperidade e leveza, tornando-se um caminho “pesado”, com limitações e pré-conceitos desnecessários, ao invés de permitir a união de objetivos e propósitos.

Tamanha é a perda de tempo e energia “dos inquisidores” que mal percebem que, por não se sentirem merecedores por qualquer que seja a razão, se sentem no direito de determinar o destino daqueles que, por sua vez, também não devem ser. Com isso, muitas portas se fecham e os raios do sol da sabedoria deixam de ser sentidos, deixam de entrar na casa do coração para trazer clareza à mente e harmonizar as emoções com consciência e compreensão, cegando pela ignorância, pelo egoísmo e pela prepotência.

Quando determinamos o que é “melhor” para o outro, perdemos a oportunidade de enxergar e perceber o que ocorre de “pior” dentro de nós, ao nosso redor. E quando a hora da verdade chega, quando o silêncio daqueles que distanciaram-se consequentemente acontece, já é tarde para remediarmos as ações e as intenções que, por terem sido determinantes e inflexíveis, criaram apenas sementes de dor e sofrimento na terra dos que deveríamos destinar o nosso mais sincero amor. Serão essas sementes que no silêncio, dia após dia, serão colhidas, porque a colheita inevitavelmente vem para todos.

O único consolo nesta situação – se é que poderá ser sentido por aqueles que ditam o que é melhor – é que a Vida, na sua infinita amorosidade e beleza, sempre nos traz uma oportunidade de mudança, de novas escolhas, de recomeços e reconciliações conosco, podendo resultar assim no plantio de novas sementes. Então, quais são as sementes que você tem plantado até agora em seu caminho?

Que a visão da águia, que nos ensina a ver a globalidade, o todo, que nos leva para fora do olho do furacão, possa tornar-se a sua visão. Que o seu canto possa despertar o canto original da sua alma! Que a união dos nossos cantos e sons sagrados nos levem, unidos pelo coração, a nos encontrarmos e construirmos um lugar de paz onde todos possamos existir e Ser aquilo que viemos cumprir em nome do Amor!

Esta forma de união pode determinar a maneira como vemos e nos sentimos merecedores, transformando-nos positivamente. Ouça o seu coração, a sua intuição, e se sentir um chamado que convida a unificar, unir-se ou construir união por um bem-comum – sem extremismos, julgamentos, preconceitos – e visando o Bem de todos os envolvidos, siga-o, atenda o chamado. Ele pode estar sendo um sinal do universo diante do que sua alma veio criar, expressar e concretizar. E lembre-se: os algozes de ontem são os inquisidores de hoje, disfarçados de “bons moços” em pele de cordeiro.

Mensagem recebida em canalização – Por Yehuá© & Cigana Valentina: A Dama de Copas

 

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O Processo de Iluminação: A Verdade Essencial que Liberta. Abrindo as Asas!

“Aquele que traz a verdade no coração, tem o poder de abrir portas onde a verdade reside, libertando a si, libertando consciências, liberando almas que foram escravas sem consentimento – portas além do tempo e do espaço. Mas, nem todos os que estiverem diante de uma porta da verdade terão a coragem ou a capacidade de abri-la.

Aquele que através dessa verdade conseguiu iluminar suas sombras, olhar, sentir e passar pelas suas dores, sofrimentos, bloqueios e traumas, terá a capacidade de libertar-se de tudo o que o aprisiona; abrirá suas asas!

A verdade essencial provinda do coração através do amor é a energia que flui para que as asas sejam abertas. Entretanto, para que estejam plenas e sintonizadas ao propósito divino e à consciência superior, às intenções mais elevadas, é preciso liberar os canais de expressão onde esta verdade essencial encontrará espaço para fluir em movimento – entre o espaço do coração e o espaço de criação da alma.

Quando esta verdade da essência pode transitar livremente, fluidicamente por todos os centros elevados do nosso ser, alcançamos a iluminação de todos os canais e Espaços de Criação e Expressão.

O processo de iluminação não consiste em seguir cartilhas ou fórmulas prontas; pode levar uma vida inteira ou vidas para ser atingido. O foco não é no processo, mas sim nas etapas que nossa consciência desperta nos traz ao longo do caminho, que quando bem definidas, compreendidas e cumpridas com esmero, dedicação, disciplina, coragem, confiança, fé e entrega – ações estas que também são exercício para o aprendizado – nos permite compreender que cada elemento é responsável por agregar valor maior ao Todo deste processo.

As etapas só podem ser cumpridas ao vivenciarmos o aqui e agora com presença, consciência, verdade e amor, a fim de estarmos num constante fluxo e estado de receber o maná da Vida.

Com este fluxo de Vida, este maná infinito, esta energia cósmica do universo fluindo dentro de nós, somos uno com o Todo e nos tornamos uma parte plena dele.

À medida que seguimos evoluindo, vencendo etapa por etapa que se apresenta como aprendizado e crescimento para nós, passamos a levar cada vez mais verdade para onde residem nossos espaços ainda sombrios, iluminando-os para que também possam ser evoluídos e integrados a nós.

E quanto mais sutilizamos e despertamos a consciência, unindo e integrando todas as partes de nós mesmos, chegará o momento em que não haverão mais sombras, porque no seu lugar só existirá Luz e Verdade.

Este é o ponto do caminho em que a iluminação acontece: a consciência iluminada se une e é integrada à cada etapa, à cada espaço de criacão e expressão do nosso ser para co-criar o propósito divino no plano da matéria.

Com os Espaços de Criação e Expressão preenchidos desta verdade essencial que ilumina, que de forma amorosa nos mantém num estado de gratidão e amor pela Vida, recebendo e estando plenamente dentro deste fluxo onde reside o maná do universo, esta energia cósmica e abundante, temos um céu de infinitas possibilidades, um arco-íris de múltiplas cores onde assumimos, de fato, nosso papel como representantes fidedignos dos desígnios da alma no planeta.”

Mensagem recebida em canalização: ©Yehuá & Um Guardião da Lei Divina