Artigos, Mensagens Guardiãs/ Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina

A Travessia do Deserto da Alma: Ouse, Una Forças, Encontre seu Oásis!

“O que faz com que uma pessoa paralise diante de um convite para ação? Um convite que poderia auxiliá-la na realização dos seus sonhos através do conhecimento, desenvolvimento e execução dos seus dons?

Um convite de Vidas e Eras, mesmo que todas as promessas e dívidas do passado tenham sido cumpridas com responsabilidade, persistência, confiança e até sacrifício, em prol de um objetivo cuja raiz representa o ideal da união que beneficiaria todos os envolvidos?

Um convite que representa o chamado de milênios, erguido pela bandeira do amor e pela travessia necessária perante o desapego dos desejos, prazeres e paixões que assolam o espírito?

Seria medo, comodismo, falta de oportunidade, dificuldade em lidar com as mudanças e suas próprias “trocas de pele”? Ou o obstáculo permanente representado pela zona de conforto? Seria, mais nas profundezas e sombrias raízes ainda não visitadas pela consciência, o real e tácito sentimento de não querer – acima de não sentir-se capaz – de desapegar dos maiores apegos? Aqueles que, enquanto enchem o ego de prazeres fúteis e efêmeros, esvaziam a alma?

Seria, talvez, aquele que permanece reinando dominante no seu trono, tão egóico quanto um antigo monarca de posse do seu reinado e dos seus sórdidos poderes: o rei egoísmo? Outrora fosse apenas este o motivo. Entretanto, aqui mostra-se apenas uma das raízes de uma árvore que, outrora, esteve podre internamente; foi casca e hoje, da mesma maneira permanece, mesmo que rodeada por outras árvores que servem-na e nutrem-na com um alimento que ela mesma não gera. Essa relação simbiótica de árvores híbridas ocorre entre aquelas que dependem de outras para sobreviver, unindo-se a elas a fim de continuar mantendo-se vivas.

Porventura, diferente do rei egoísmo que habita no meio humano, na natureza esta é uma relação de mutualismo com um toque de cooperativismo, onde uma serve a outra numa relação de custo-benefício, mesmo entre espécies diferentes e com “papéis hierárquicos” diferentes. Enquanto isso, o ser denominado humano, usando sua “humanidade” no meio que habita – ou o que resta dela neste tipo de inter-relação – poderia aprender com as árvores através da contemplação e observação, tornando-se mais cooperativo e solidário para com o outro, independente da “espécie”.

Necessária é a saída da sua “bolha pessoal”, necessário é viver outras experiências, deixar de olhar apenas para o raio de atuação da sua realidade, permitir-se soltar a ideia enraizada de que o que é seu é melhor do que do outro; Poderia ousar colocar os sapatos de outrem, aprendendo com sua perspectiva e visão de vida, de mundo.

Para isso, precisamos de uma ferramenta intrínseca: o senso crítico do nosso observador interior que leva à ação – iniciando por nós mesmos em frente ao espelho. A ação que leva a novas definições, a escolhas que levam à participação, ao engajamento e à força representada pela união.

Aqueles que não ousarem fazer a travessia do deserto de si mesmos permanecerão vendo o mundo, a vida, pela fechadura de uma das muitas portas que estão disponíveis como oportunidades evolucionárias. Verão suas tendas abandonadas pela primeira tempestade de areia, verão seus barcos atolados na primeira dificuldade encontrada no caminho rumo ao propósito da alma porque lhes faltará o motor: a fé verdadeira, não a religiosa, mas a provinda diretamente do seu centro, do espaço do coração. E como parceiras desta, também lhes faltará a coragem para começar, a persistência para permanecer, a força para continuar.

Muitos não compreenderão porque não conseguirão atravessar os rios que levam ao mar da prosperidade, do progresso, da benevolência e solidariedade mútua. Não compreenderão porque não conseguem chegar até um dos oásis de seus desertos interiores se o veem tão próximo, quando na verdade o que não percebem é que o oásis que vêem é apenas uma ilusão porque ainda não fizeram a travessia para chegar no oásis verdadeiro.

Sobre suas consciências, de fato, muito tarde cairão as verdades que só teriam sido encontradas durante a experiência que a travessia do deserto traria. É através dela que conseguimos encontrar nossos oásis. Até mesmo os oásis não duram para sempre, são tão impermanentes quanto nossa perfeita imperfeição e à impermanência da vida. Então, o que você está esperando para mudar, transformar, começar, permitir-se renascer?

O momento presente, o aqui e o agora, são a maior oportunidade de mudança para alcançar qualquer objetivo. Em algum momento da jornada você vai precisar fazer a escolha, tomar a decisão, iniciar o movimento. A partir de uma escolha, mesmo que seja um movimento que pareça pequeno – onde o oásis é repleto de significado, honra e sacralidade para você – muitas portas podem abrir-se a partir dele. E para abrir uma porta é preciso girar a chave, às vezes, mais de uma vez. Esses giros representam nosso pequenos mas significativos movimentos em direção à abertura, ao receber, ou em direção ao fechamento.

É tempo de travessia, é tempo de movimentar sua vida. É tempo de girar a chave para abrir as portas que precisam ser abertas no agora, com a coragem das almas guerreiras de outrora que lutaram pela paz.

É tempo de travessia para que as tribos de paz de outrora possam unir-se novamente, neste momento-tempo-espaço. E isto não veio para ser um conto, uma lenda ou uma utopia, já está acontecendo ao nosso redor, ao seu redor, em pequenos núcleos, grupos, comunidades.

Aqueles que ainda escolherem permanecer na zona de conforto estarão presenciando, no mesmo lugar e da mesma maneira, todos os seus problemas, obstáculos e dificuldades insolúveis, simplesmente porque ainda pensam que conseguirão sozinhos, na crença em sua onipotência e onipresença enraizadas no ego. Não são os problemas que mudam – na verdade só mudam de lugar – somos nós que mudamos e, nos permitindo fazer essa travessia, com um novo olhar, uma nova perspectiva, somos capazes de resolvê-los, compreendê-los e, em determinados casos, desapegar deles para que resolvam-se por si, abdicando do controle.

Todos, sem exceção, temos desertos interiores: a jornada é solitária no que se refere às escolhas que fazemos no caminho e às mudanças que escolhemos para o nosso destino. Caberá apenas a nós mantê-los como estão ou nos permitir conhecê-los. Conhecer a vida que esconde-se por debaixo da areia, adentrar nos túneis que guardam tesouros esperando para serem descobertos por nós, desbravar territórios que nos levarão às terras férteis dos oásis de paz e alegria, nutrindo-as e expandindo-as ainda mais com a chama sagrada do nosso coração.

Se você chegou até o deserto da sua alma, ouse atravessá-lo! Você não será mais o mesmo após essa jornada, sua visão e consciência não poderão mais voltar ao estado anterior. Ao contrário do que muitos acreditam, você sairá mais sábio, mais forte, mais leve, e de encontro aos seus limites descobrirá dons adormecidos nas memórias do espaço, mas guardadas como tesouros nas cápsulas do tempo, nos túneis mutidimensionais do seu deserto interior.

Lembre-se bem: o deserto não é desabitado. É repleto de tesouros, guardados enquanto jóias de sabedoria, esperando para serem descobertos por aqueles que ousarem, por aqueles que terão “olhos para ver”.

Mensagem recebida em canalização – Dama Helena, Bijayananda & Ciganas do Oriente

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Diálogos de Preto-Velho: Ensinamentos de Medicina

A medicina dos médicos da Terra surgiu quando começamos a nos afastar da fonte original de medicina da própria terra, da natureza: das ervas, folhas, flores, raízes, sementes, águas, de tudo o que esta mãe nutridora e curadora tem para nos oferecer: um remédio para cada desequilíbrio nosso.

Hoje, precisa-se de remédios fortes para doenças que se tornaram fortes porque nos afastamos da fonte dessa energia natural.

Antigamente, precisávamos de remédios “fracos” comparados as doenças de hoje, porque estávamos mais próximos da fonte que, por si só, nos trazia os elementos essenciais da natureza que nos faltavam.

As ervas, as folhas, as flores, as sementes e raízes eram apenas canais para que pudéssemos receber a medicina da fonte original.

Então, quanto mais afastados da fonte, mais remédios fortes vamos precisar para nos lembrarmos de voltar à ela; retornando à ela, vamos relembrar o canal que nos mantém sintonizado às suas medicinas.

E relembrando, lentamente vamos fazendo escolhas na vida para nos aproximarmos novamente dessa fonte, tão sagrada e inteiramente disponível – este eterno colo curativo que só nos relembra a energia de cura que temos dentro de nós, acessada pela parte de nossa essência e interligada aos arquivos de nossa memória ancestral.

Preto-velho, para acessar as medicinas que a pessoa precisa, tem permissão dela para “ver” nas suas memórias o que lhe faz bem, aquilo que está ou já esteve em harmonia à sua energia essencial e natural. Isso porque cada um de nós é uma planta: alguns são mais flor, uns mais folha, outros mais tronco e outros mais raiz.

Somos iguaizinhos a tudo que vive e morre na natureza. Quando compreendemos esse processo, percebemos que também somos parte dessa farmácia, que temos essa cura em nós assim como uma planta tem em si. Só não conseguimos acessa-la porque estamos distantes da fonte, aquela que nos traz a lucidez para reconhecê-la e novamente usá-la.

As antigas medicinas sabem fazer isso muito bem porque nunca deixaram de estar próximas daquilo que sabem ser a fonte para qualquer remédio do corpo, das emoções, da mente e do espírito.

Mas, não adianta tomar remédio forte se o pensamento é fraco. Qualquer remédio, seja da medicina dos médicos da Terra ou das medicinas antigas da terra, não funcionará como precisa se a pessoa não fizer a sua parte, se não quiser muito compreender o porquê da desarmonia, se não acreditar com fé em si e no seu poder de cura.

O poder da mente, tendo como resultado a fé, é capaz de curar porque fazemos a ponte do coração com a mente. Assim, o corpo produz os elementos necessários para que a cura se processe, porque é através do coração que relembramos e nos religamos à fonte da qual nos afastamos: o coração da Mãe Terra.

Fé não tem nada a ver com religião – para quem já está pensando; Antes disso, fé tem a ver com o coração! Usando o coração como ponte, damos os comandos precisos para nosso corpo reagir e se erguer, revitalizar e reencontrar a harmonia.

Por que acham que existem casos de pessoas que se curaram de doenças ditas pelos médicos da Terra como incuráveis? Porque a fé dessas pessoas foi forte o bastante para superar até os mais fortes remédios, sendo ela o próprio remédio em si que promoveu a cura.

Então, preto-velho deixa aqui uma fórmula de cura, usada na sua medicina antiga: pensamento é fé. Use esse pensamento forte com remédio forte se a pessoa estiver afastada da fonte e, junto dele, mais um remédio da natureza – para relembrá-la dos remédios naturais que seu corpo também produz; procure nas memórias dessa pessoa a origem da doença, ajudando ela a relembrar tudo o que lhe faz bem e feliz, porque a doença manifestada é o resultado de muitas coisas que fizeram mal à ela: na mente, nas emoções, no corpo e no espírito.

Vai se tratando cada uma dessas partes, uma por vez, para que a pessoa fique bem de novo. Lembrando que o remédio, para ser bom, tem que conter todas as partes de uma planta, porque também somos planta: raiz, tronco ou caule, folhas, flores e também frutos/ sementes.

Quando a doença vem da família – raízes dos familiares e ancestrais – usamos mais raiz; quando vem das emoções, usamos mais flores; quando vem da mente, mais folhas; quando vem do espírito, acessamos as memórias da pessoa para saber o que usar, sempre colocando na fórmula um remédio da natureza para trazer alegria, para ela poder superar a dor que pode estar marcada como cicatriz no espírito; e quando já chegou no físico, mais frutos e sementes, alimentos fortes, naturais e vitais que vem prontos da natureza.

E deixo dito: ninguém cura ninguém. A pessoa é que se cura. A medicina da terra só traz e lembra o que a pessoa esqueceu. Preto-Velho só dá um empurrãozinho para a pessoa ir em frente, voltar a olhar para a Vida.

Com a humildade, a delicadeza e o amor de uma flor, preto-velho se despede, deixando no ar a paz da rosa branca, a bênção da arruda, a força do tabaco e a alegria do alecrim! ❤

Mensagem recebida em canalização: YEHUÁ© & Pai João das Medicinas

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O Merecimento é para todos: A Ação para União ainda é objetivo de poucos

A união não depende de merecimento, mas sim de um propósito em comum.

Muitos confundem a relação entre ser merecedor e unir-se a um objetivo em comum. Para uns, o merecimento é julgado a partir de um único ponto de vista: o olhar proveniente das distorções do ego. A “mente do ego” diz: fulano não é merecedor disto ou daquilo porque (…), por isso, não merece isto ou aquilo. Já, se refletíssemos com a “mente da alma”, sintonizada a um sentimento de comunhão – que habita no coração de todo ser humano que visa o benefício de todos – diríamos: não se trata de fulano ser merecedor por causa disso ou daquilo, se trata de unirmos esforços, onde o propósito da alma nos leva a seguir uma mesma direção.

Neste caminho, podem haver aqueles que não se sentem ou não se acham merecedores, quando na verdade, se optaram por trilharem-no juntos e em prol de algo que envolva o bem comum e o amor universal, todos são merecedores em sua essência.

Não julguemos, portanto, aqueles que achamos serem ou não merecedores de coisas, de pessoas, de caminhos. Tenhamos nosso olhar voltado para o propósito maior, trazendo a visão da águia – aquela que vê o todo e não apenas uma parte – permitindo que todos possam expressar o que são em essência divina, abrindo suas asas e voando em direção ao mesmo ninho de paz que buscamos em algum momento de nossa jornada evolutiva, caminho este que só pode ser seguido com um coração aberto, aquele que permite-se amar sem julgamentos e ideias pré-concebidas.

Se alguém tem coragem suficiente para julgar o outro perante ter ou não merecimento, na mesma proporção há covardia suficiente perante o julgamento de si, sem perceber que na medida que é “o inquisidor” do merecimento alheio, também é o inquisidor do seu próprio ato de merecer. Esse comportamento impede a energia do merecimento de fluir para dentro da nossa vida com verdade, prosperidade e leveza, tornando-se um caminho “pesado”, com limitações e pré-conceitos desnecessários, ao invés de permitir a união de objetivos e propósitos.

Tamanha é a perda de tempo e energia “dos inquisidores” que mal percebem que, por não se sentirem merecedores por qualquer que seja a razão, se sentem no direito de determinar o destino daqueles que, por sua vez, também não devem ser. Com isso, muitas portas se fecham e os raios do sol da sabedoria deixam de ser sentidos, deixam de entrar na casa do coração para trazer clareza à mente e harmonizar as emoções com consciência e compreensão, cegando pela ignorância, pelo egoísmo e pela prepotência.

Quando determinamos o que é “melhor” para o outro, perdemos a oportunidade de enxergar e perceber o que ocorre de “pior” dentro de nós, ao nosso redor. E quando a hora da verdade chega, quando o silêncio daqueles que distanciaram-se consequentemente acontece, já é tarde para remediarmos as ações e as intenções que, por terem sido determinantes e inflexíveis, criaram apenas sementes de dor e sofrimento na terra dos que deveríamos destinar o nosso mais sincero amor. Serão essas sementes que no silêncio, dia após dia, serão colhidas, porque a colheita inevitavelmente vem para todos.

O único consolo nesta situação – se é que poderá ser sentido por aqueles que ditam o que é melhor – é que a Vida, na sua infinita amorosidade e beleza, sempre nos traz uma oportunidade de mudança, de novas escolhas, de recomeços e reconciliações conosco, podendo resultar assim no plantio de novas sementes. Então, quais são as sementes que você tem plantado até agora em seu caminho?

Que a visão da águia, que nos ensina a ver a globalidade, o todo, que nos leva para fora do olho do furacão, possa tornar-se a sua visão. Que o seu canto possa despertar o canto original da sua alma! Que a união dos nossos cantos e sons sagrados nos levem, unidos pelo coração, a nos encontrarmos e construirmos um lugar de paz onde todos possamos existir e Ser aquilo que viemos cumprir em nome do Amor!

Esta forma de união pode determinar a maneira como vemos e nos sentimos merecedores, transformando-nos positivamente. Ouça o seu coração, a sua intuição, e se sentir um chamado que convida a unificar, unir-se ou construir união por um bem-comum – sem extremismos, julgamentos, preconceitos – e visando o Bem de todos os envolvidos, siga-o, atenda o chamado. Ele pode estar sendo um sinal do universo diante do que sua alma veio criar, expressar e concretizar. E lembre-se: os algozes de ontem são os inquisidores de hoje, disfarçados de “bons moços” em pele de cordeiro.

Mensagem recebida em canalização – Por Yehuá© & Cigana Valentina: A Dama de Copas

 

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O Processo de Iluminação: A Verdade Essencial que Liberta. Abrindo as Asas!

“Aquele que traz a verdade no coração, tem o poder de abrir portas onde a verdade reside, libertando a si, libertando consciências, liberando almas que foram escravas sem consentimento – portas além do tempo e do espaço. Mas, nem todos os que estiverem diante de uma porta da verdade terão a coragem ou a capacidade de abri-la.

Aquele que através dessa verdade conseguiu iluminar suas sombras, olhar, sentir e passar pelas suas dores, sofrimentos, bloqueios e traumas, terá a capacidade de libertar-se de tudo o que o aprisiona; abrirá suas asas!

A verdade essencial provinda do coração através do amor é a energia que flui para que as asas sejam abertas. Entretanto, para que estejam plenas e sintonizadas ao propósito divino e à consciência superior, às intenções mais elevadas, é preciso liberar os canais de expressão onde esta verdade essencial encontrará espaço para fluir em movimento – entre o espaço do coração e o espaço de criação da alma.

Quando esta verdade da essência pode transitar livremente, fluidicamente por todos os centros elevados do nosso ser, alcançamos a iluminação de todos os canais e Espaços de Criação e Expressão.

O processo de iluminação não consiste em seguir cartilhas ou fórmulas prontas; pode levar uma vida inteira ou vidas para ser atingido. O foco não é no processo, mas sim nas etapas que nossa consciência desperta nos traz ao longo do caminho, que quando bem definidas, compreendidas e cumpridas com esmero, dedicação, disciplina, coragem, confiança, fé e entrega – ações estas que também são exercício para o aprendizado – nos permite compreender que cada elemento é responsável por agregar valor maior ao Todo deste processo.

As etapas só podem ser cumpridas ao vivenciarmos o aqui e agora com presença, consciência, verdade e amor, a fim de estarmos num constante fluxo e estado de receber o maná da Vida.

Com este fluxo de Vida, este maná infinito, esta energia cósmica do universo fluindo dentro de nós, somos uno com o Todo e nos tornamos uma parte plena dele.

À medida que seguimos evoluindo, vencendo etapa por etapa que se apresenta como aprendizado e crescimento para nós, passamos a levar cada vez mais verdade para onde residem nossos espaços ainda sombrios, iluminando-os para que também possam ser evoluídos e integrados a nós.

E quanto mais sutilizamos e despertamos a consciência, unindo e integrando todas as partes de nós mesmos, chegará o momento em que não haverão mais sombras, porque no seu lugar só existirá Luz e Verdade.

Este é o ponto do caminho em que a iluminação acontece: a consciência iluminada se une e é integrada à cada etapa, à cada espaço de criacão e expressão do nosso ser para co-criar o propósito divino no plano da matéria.

Com os Espaços de Criação e Expressão preenchidos desta verdade essencial que ilumina, que de forma amorosa nos mantém num estado de gratidão e amor pela Vida, recebendo e estando plenamente dentro deste fluxo onde reside o maná do universo, esta energia cósmica e abundante, temos um céu de infinitas possibilidades, um arco-íris de múltiplas cores onde assumimos, de fato, nosso papel como representantes fidedignos dos desígnios da alma no planeta.”

Mensagem recebida em canalização: ©Yehuá & Um Guardião da Lei Divina

Mensagens Guardiãs/ Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina

Há um furo no seu balde? Deixe o Amor Transbordar!

“Me atreveria a dizer que alguns de vocês são como um balde com um furo.

Não é que não tenham um forte fluxo de energia

ou que a água esteja deixando de cair dentro do balde;

mas se houver um furo no fundo do balde, ele nunca poderá ficar cheio.

Se estiverem perdendo energia por estarem amando,

nunca poderão sentir-se realizados!

O balde furado pode ser criado por qualquer coisa não resolvida do passado

que os impede de viver inteiramente no agora.

Curem a mente e o balde se encherá;

vocês curarão a si mesmos e poderão ficar realizados,

pois todo o seu ser será recarregado com energia

para atender às suas necessidades

e viver com um fluxo ininterrupto de Graça Divina.

Então, descobrirão que em vez de dar amor

a partir do esgotamento de si próprio –

como muitos agora experimentam,

poderão fazê-lo por meio do ‘transbordamento’.

DEIXE O AMOR TRANSBORDAR!”

Trecho do livro: Deus nunca chega atrasado, nem cedo demais – Touro Branco

Canalização: Ian Graham

Feminino Sagrado, Mensagens Guardiãs/ Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina

Libere, respire, liberte-se do que não é seu. Entregue-se ao fluxo da Vida e permita-se receber!

“Não preocupa-te com a preocupação alheia.

Ocupa-te com os compromissos e o propósito da tua alma.

Permaneça seguindo o fluxo, a fluidez do curso do rio

que sempre corre em direção ao mar.

Siga o fluxo do rio da Vida

e deixe o que é de responsabilidade do outro para o outro.

Deixe as folhas secas que pairam na curva do rio,

porque ali precisam ficar o tempo que lhes for necessário.

Siga o teu norte, siga em direção ao mar das experiências da Vida

que ainda te aguardam.

As folhas secas da curva do rio poderão seguir ou não o teu norte,

cedo ou tarde, até que encontrem o seu próprio norte.

E quando o encontrarem, passando a curva do rio,

poderão escolher seguir a partir deste norte,

te apoiando no caminho e sendo apoiados por ti.

Siga o teu norte a partir do teu fluxo, do teu ritmo,

permitindo que outros sigam o seu próprio ritmo

e lidem, por si sós, com as suas responsabilidades.

Libere do seu campo vibracional e criacional de existência

todas as expectativas, próprias ou alheias.

Libere as cobranças diante de desejos não realizados

ou responsabilidades designadas que já não fazem parte do teu propósito.

Essas intenções distorcidas do pensamento criam forma:

formas-pensamento que interferem no tempo e no espaço mental do teu ser.

Impedem o fluxo fluídico e natural das tuas águas emocionais

de fluírem no ritmo harmônico dos pulsos de amor do teu coração.

Libere, respire, liberte-se do que não é seu

e permaneça no estado de graça: permita-se apenas receber!

Entregue-se novamente ao fluxo da Vida

que sempre te aguarda celebrativa, pacífica, fluídica e expansiva,

e recebe de mim, uma Guardiã de toda a Vida, a energia sagrada da Geração,

para gerar ao teu redor a Vida que tua alma aguarda!”

(Mensagem recebida em canalização por Yemanjá:

Consciência Materna, Sacerdotisa Guardiã da Vida, Rainha dos Oceanos) 

 

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Libere as rotas do passado: permita espaço criativo para as rotas de progresso do agora!

“Todas as rotas do passado que envolveram pessoas e lugares onde houveram decepções, frustrações ou desapontamentos – não pelas expectativas não atendidas, mas pela falta de comprometimento, responsabilidade e dedicação de outros em prol de um bem coletivo – levam apenas a ruas sem saída: “caminhos de tristeza” que podem nublar a realidade do agora e confundir as rotas de alegria, progresso e felicidade.

Evite, portanto, pessoas, lugares e rotas que, porventura, ainda relembrem os registros ou os “caminhos de tristeza”, para que a sua verdadeira rota não seja nublada por mentes e consciências que ainda se encontram neles, seja por escolha, por compromisso, por culpa, por desejar se manter em uma zona de conforto ou por outro motivo que não dependerá de você para ser resolvido.

O foco no objetivo principal da jornada: o topo da montanha, representado pelo propósito de todo alpinista da Vida e de si, é dar um passo de cada vez para poder ver com mais clareza os próximos movimentos. Qualquer distração pode acarretar num movimento sem firmeza necessária, que exigirá trabalho dobrado para retomar a escalada.

Atente para tudo o que ocorre e se desenvolve ao seu redor. Se os núcleos, universos e mundos à parte não convidarem para uma confluência natural e sintônica à sua frequência e suas verdades essenciais – baseadas na vibração do sentir, do pensar, do Ser e expressar verdadeiramente o Amor – simplesmente afaste-se.

E neste afastamento, também natural e progressivo, envolvendo a harmonia e a gratidão por todos que passaram em seu caminho, por todos os aprendizados vividos, experienciados, partilhados e multiplicados, um novo núcleo, uma nova esfera começa a surgir no tempo e no espaço, que alinhar-se-á e trará um novo movimento, provindo de conexões com novas pessoas, lugares, núcleos, projetos, rotas e mundos que, ao mesmo tempo, já estão interconectados e coexistindo por meio de um propósito em comum: o topo da montanha de si mesmo.

Ao chegar no topo, será possível vislumbrar todos os que ali se encontram e, assim, criar pontes, trocas e relações saudáveis e nutritivas que somente aqueles que, com alma e ímpeto de alpinistas, tiveram a coragem, a persistência, a dedicação e o comprometimento de continuar, independente dos percalços e desafios.

Mantenha o foco, a confiança, a fé e a força nos próximos passos. Em respeito, sintonia e afinidade a consciência da montanha guiará você até o topo do seu próprio despertar!”

Mensagem recebida em canalização: Dama Helena – Uma Guardiã da Vida, da Lei e da Justiça Divina

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