Mensagens Guardiãs/ Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina, Mensagens YEHUÁ

O Exercício da Entrega, O Desapego do Controle

“Ao desenvolvermos o exercício da entrega, desapegamos do controle, do que não é de nossa responsabilidade, daquilo que não nos compete. O controle pressupõe medo – uma das suas interfaces – e ambos seguem lado a lado.

Quando controlamos ou desejamos controlar a nossa ou a vida de outrem, em verdade estamos fugindo e negando os nossos próprios medos.

Quando na ação controladora, desviamos do nosso próprio caminho, do nosso propósito, muitas vezes impedindo a nós mesmos e ao outro de viver a sua experiência como ela deveria ser, responsabilizando-se pelo que é seu, comprometendo-se consigo.

Impedimos a nós e ao outro de obter a lição que necessita e, com isso, a evolução e o crescimento de ambos é prejudicado na espiral dos acontecimentos da vida. Quando, ainda assim, o desejo de controle for incontrolável, ainda existirá a escolha perante a encruzilhada.

A partir de um exercício diário, um decreto interno, um voto de honra e comprometimento para comigo, escolho desapegar.

Desapego do controle para ser capaz de identificar, compreender e trabalhar medos conscientes ou profundamente soterrados pelo inconsciente.

Desprendo-me do que não compete a mim resolver, seguir, envolver e controlar.

Solto as expectativas, as ideologias, as verdades absolutas, as certezas que escravizam, as crenças e os padrões do passado. Mesmo que ainda não tenha total consciência deles, minha escolha consciente é soltá-los, permitindo a criação de um novo espaço para um novo Eu nascer.

Sigo adiante, um passo de cada vez, aprendendo a caminhar com mais leveza e presença à medida que libero o que não me pertence, o que não serve mais para estar dentro da minha mochila de ferramentas essenciais.

As únicas rédeas que mantenho em minhas mãos, a única roda que mantenho girando, o único mastro que mantenho governando e regendo o navio de minhas experiências é o de minha vida, de minha jornada.

Sou a autoridade em meu mundo que é auto-sustentada e sigo confiando, aberta para receber tudo o que a vida, a morte e o universo me trazem como presentes, bênçãos e aprendizado. 

As rédeas desse cavalo selvagem são minha força e poder interior; as rodas dessa carroça que giram e seguem por caminhos essenciais são o movimento harmônico do Ser em cada ação; o mastro desse navio é o olhar sempre no horizonte, sintonizado ao norte de minha bússola interior: o coração em paz!   

Mesmo que hajam ondas desafiadoras, aprendo sobre o desafio dentro dos desafios, aprendo a tornar o desafio harmonioso.”

©YEHUÁ & Uma Cigana Guardiã da Vida Por Luciane Strähuber

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A Entrega com Presença, a Espera com Prontidão

“No processo de entrega ao longo da jornada, moldados que somos pelos ciclos de morte e renascimento, precisaremos passar por três etapas: a conclusão, a aceitação e o desprendimento. Essa entrega nos exige ao mesmo tempo a totalidade e a presença. Junto dela vem a espera, mas uma espera ativa, que nos coloca em pé e à ordem, sempre prontos para receber algo novo e perceber os próximos passos.

A primeira etapa envolve concluirmos os ajustes e as pendências que planejamos nesta vida, pré-determinadas pelos trilhos da consciência e do destino, ações no recolhimento que nos mantêm no eixo de equilíbrio do ser.

A segunda envolve aceitarmos tudo o que vier para nós no período, tudo o que tivermos que experienciar, seja harmônico ou desarmônico, mas que envolva aprendizado, crescimento, desenvolvimento humano e evolução para nossa alma. Essa aceitação significa nos alegrarmos com a vida todos os dias, sermos gratos pelo que somos e pelo que temos, pela vida que recebemos e por aqui estarmos desempenhando o nosso propósito. E isso não se trata de felicidade, ser feliz aqui é relativo porque a fórmula da felicidade pode ser diferente para cada um. Trata-se de alegrar-se e ser grato, apenas.

A terceira envolve fazermos as pazes com o nosso passado, com tudo aquilo que porventura ficou mal resolvido por nós e dentro de nós, para assim podermos nos desprender dele com amor e compaixão, com o senso de tarefa cumprida perante os que por nós passaram e pelo que vivemos. Nos desprendermos também daquilo que não podemos mudar, do que não nos diz respeito, que não nos pertence, que não está sob a nossa responsabilidade e o nosso controle. Incluem-se os padrões e as crenças limitadoras, as peles e as carapaças antigas, as máscaras sociais e pessoais que já não servem mais para o agora. Significa nos reinventarmos, renascermos de dentro de nós: abraçarmos o nascimento de um novo eu a partir da morte de um antigo, uma velha e inutilizável identidade.

No ínterim desse processo, que está além do tempo humano – muitas vezes fora dele e dentro do tempo da alma – vamos experienciar momentos de desalento e de certa opressão, de silêncio e solitude, com sensação de angústia e lentidão, como se nada estivesse acontecendo. Contudo, basta nessa hora lembrarmos do bambu, do tempo que ele leva enraizando nas profundezas da terra até que se possa ver seus troncos nascendo em direção ao sol – e lá se vão de quatro a cinco anos para o bambu começar a admirar os primeiros raios do astro rei.

Em meio a esta espera preciosa, lembremos que existe uma energia estrutural, uma base que estrutura todo esse processo e que pode ser comparada às raízes de um bambu: a energia da criação. O ato de criar é uma ação que acontece em três tempos simultaneamente. É um ato multidimensional: está no passado, no presente e no futuro, por essa razão está além do tempo humano e ainda assim dentro dele. Um quadro pintado por Da Vinci, por exemplo, foi criado no passado mas permanece sendo lembrado no presente, e seguirá existindo no futuro pelo significado histórico, simbólico e artístico que deixou à humanidade. Afinal, o que foi criado não pode ser desfeito, está registrado nos trilhos do tempo, até mesmo um antigo pergaminho da biblioteca de Alexandria destruído durante a Idade Média.

Quando criamos através da conexão com a alma, colocando amor, alegria e prazer no que fazemos, seja por meio de dons e talentos natos – onde o ato criativo começa a despertar – seja através de uma ação que incentiva a nossa criatividade, nos posicionamos dentro de uma correnteza fluída, forte e multicolorida, representada pelos ciclos universais da criação, uma força que nos convida a seguir e confiar. Através dessa força, nos sintonizamos com as infinitas possibilidades existentes nesse ato criativo, o que nos permite entrar num espaço de paz profunda, de foco e concentração, no aqui e no agora, no fluxo da espera com prontidão. Permitimos, assim, que a mente seja canal e ferramenta para materializar as nossas criações, à semelhança da união das palavras desse texto ou de uma paleta de cores que compõem uma tela, uma arte.

Durante essas etapas, o corpo relaxa, a mente se rende, o espírito acolhe e o emocional se integra como uma gota de água no oceano, e assim seguimos aprendendo e estabilizando. Muitos tem medo e fogem desse processo de entrega e espera porque acreditam que ele é somente morte, vazio e solidão. De fato, eles fazem parte dele: a morte, o vazio e a solitude, mas também a vida, a criação e a plenitude. Essa plenitude é alcançada e sentida pelo próprio ato de criar, que acontece de forma fluída, sem esforço, assim como ligar o ‘piloto automático da alma’.

A entrega com prontidão é viver o agora, é criar e renascer após as inúmeras mortes no caminho, sempre prontos à espera do próximo passo, entregues a tudo o que o universo nos traz porque nos alegramos com a vida. Essa é uma ação no recolhimento, é o ócio criativo, é a felicidade como um estado do ser. Essa entrega total nos liberta, nos fortalece, nos estabiliza para que possamos seguir cada vez mais conscientes, mais leves, criativos e sábios.

Alegrar-se todos dos dias com a vida é uma prática não mental, é um estado, é Ser. Ser além do que é rotulado como felicidade, encontrando o próprio ritmo, aceitando todas as emoções que precisam vir à tona, honrando nossas luzes e sombras, defeitos e qualidades, erros e acertos, porque de tudo isso somos feitos. É uma forma de nos entregarmos à nossa totalidade. Ao final, é olhar para este todo e poder dizer com humildade e simplicidade: ‘Nossa, quanto evolui!’ Esse estado do ser é uma conquista. E isso só conseguimos porque nos entregamos aos desígnios da alma, a um fluxo que não é governado pela mente, ouvindo a intuição e a voz do coração, permitindo que o ego adormeça para que a alma acorde.”

Mensagem de ©YEHUÁ  – Por Luciane Strähuber

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A Visão do Lobo de Libra

“Aos olhos que desejam ver pelos meus olhos,

ofereço a escuridão da minha noite:

a profundidade das minhas raízes,

a profundeza dos meus oceanos

e o vazio do meu silêncio interior

que habita a vastidão do universo.

Só ofereço aquilo que conheço e que posso dar

na medida dos meus limites

com humildade, gratidão e respeito,

nem mais, nem menos.

Não ofereço nenhum caminho

pelo qual já não tenha passado,

cujas trilhas conheço todas, uma a uma,

mesmo quando na escuridão do meu ser.

Sou escuridão, sou profundeza,

Sou vazio e sou silêncio.

Mas também sou luminar, luminescência,

Sou Sol, Lua e Estrela!

Conhece sua Luz aquele que esteve nas suas profundezas.

Conhece sua Estrela aquele que viveu sob a noite da alma.

Um céu estrelado só se revela numa noite escura,

não menos cheia de Luz, sabedoria e significado.

Conhece sua força e coragem aquele que ousa,

que aprofunda-se nos seus oceanos emocionais 

e desce fundo através das suas raízes –

as águas mais frescas e puras

se encontram nas profundezas.

Conhece a luminescência – luz e consciência –

aquele que mergulhou na vastidão do seu silêncio interior,

espaço que nada externo é capaz de preencher,

um vazio cheio de presença e transcendência.

O universo é repleto de ‘vazios cheios’,

preenchidos com matéria, energia, estrelas, vida.

Só pode ser Sol aquele que um dia foi Lua

para conhecer e alegrar-se com o luminar do dia e da noite.

Este é um princípio de equilíbrio,

do feminino e do masculino complementares,

do Yin e do Yang também residente em nós.

À semelhança das profundezas das raízes,

dos oceanos, do silêncio e do universo

somos este tudo no Todo, e o Todo é tudo em nós.

Olhar pelos olhos de outro, portanto,

é ter a coragem de mergulhar no seu âmago,

é calçar os seus sapatos e andar pelos seus pés.

A premissa para não se perder

nas suas e nas trilhas profundas do outro

é tornar-se os olhos do Lobo de Libra:

o mestre dos caminhos da noite da alma.

Aquele que tem a coragem de aprofundar-se em si

para mapear as trilhas dos seus abismos 

terá a visão do Lobo de Libra:

  olhos que aprenderam o equilíbrio da balança

entre o dia e a noite de Brahma,

entre o Kharma e o Dharma.

Você conhece as profundezas do seu ser

para ser os olhos do Lobo de Libra?

Para mudar e expandir sua visão?

Para desejar ser os olhos de outrem?”

©Yehuá e Uma Guardiã da Vida na Noite da Alma

Feminino Sagrado, Mensagens Guardiãs/ Guardiões da Vida, da Lei e da Justiça Divina, Mensagens YEHUÁ

Yemanjá: À Tua Semelhança, Sou Filha das Águas, Sou Filha das Estrelas

“Grande, Sábia e Amorosa Mãe das águas, dos mares, das profundezas dos oceanos,

Sagrada Consciência do Mistério da Geração planetário,

que guarda, nutre e protege a Vida que nos criou,

gratidão pela Tua Luz, Amor, Sabedoria e Força.

À Tua semelhança, sou a força e a impermanência das ondas do mar

que vão e vem quebrando crenças ultrapassadas e construções trevosas,

purificando a desarmonia mental, emocional e espiritual dos meus oceanos internos

e auxiliando na evolução de lugares por onde passar

para que novamente se tornem geradores de vida e amor;

 À Tua semelhança, venho transmutar as energias e frequências dissonantes

despejadas nos Teus Reinos através da Tua Lei e Justiça Divina,

do amor e da compaixão de Tua Elevada Consciência.

À Tua semelhança, relembro e aprendo a estar em comunhão

às consciências divinas que guardam os oceanos e mares,

e com eles faço parte da evolução desta humanidade,

dos filhos e filhas que despertaram a essência divina do seu coração

tornando-o um portal fecundo de amor e vida.

À Tua semelhança, me faço ponte para criar travessias,

e dialogar com outros mundos, dimensões e consciências,

a fim de compreender Tua missão em prol da ascensão e cura planetária,

compartilhando e repassando Teus conhecimentos e avançadas tecnologias

aos irmãos de jornada em sintonia ao projeto maior do Criador.

À Tua semelhança, Grande Mãe de Todos, Amada Yemanjá,

que desde minha vinda a este planeta me abençoa com Tua sabedoria,

cura, diplomacia, amor incondicional, força e fé,

sigo semeando gotas de Luz e ondas de Amor no coração

de todos os irmãos de alma, guardiões da vida e guerreiros da paz.

À semelhança do princípio sagrado e feminino que Te rege

e que habita meu Ser, me dedico dia-a-dia a mergulhar

nas águas profundas dos meus oceanos interiores

e me sintonizo à minha consciência, aos códigos de luz

e à essência divina que como herança recebi,

em eterno aprendizado, evolução e metamorfose.

Quanto mais profundo mergulho, mais ilumino minhas águas

e trago delas a sabedoria e a força que de Ti recebi para progredir,

abrindo minhas asas no tempo da alma e do coração

  e me mantendo firme nos trilhos do meu propósito divino,

em ressonância aos ciclos de morte e renascimento de toda vida na Terra.

À Tua semelhança, sou centelha divina do Grande Criador,

em serviço e comunhão à minha Família Planetária e Cósmica,

às consciências elementais e dévicas, reinos e forças da Mãe Natureza.

À Tua semelhança, sou representante da Verdade e do Amor Universal

e carrego tua estrela cósmica e radiante em minha cabeça e meu coração,

que guia meus passos, meus caminhos, minhas ações,

meus pensamentos e sentimentos como um farol.

Gratidão eterna, Grande Mãe das Águas desta abençoada Terra,

por me abençoar como tua filha de alma, filha das estrelas,

e me destinar o compromisso de levar Luz e Amor onde houver trevas e escuridão,

Mudança e Transformação onde houver estagnação,

Clareza e Verdade onde houver injustiças,

Silêncio e Alento onde houver confusão e palavras que cortam e ferem,

Solidariedade e Respeito onde houver egoísmo

e Paz Interior onde houver conflito.

Que eu seja sempre à semelhança de toda a Tua Bondade,

Generosidade, Sabedoria, Força e Amor!

Que Assim Seja e Assim É!

Salve, Granmamare! Salve Grande Mãe! Odoiá, Iemanjá!”

Mensagem em sintonia à Consciência Universal de Yemanjá ~ ©Yehuá

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Os Guerreiros do Coração

“Vocês são a ponta da flecha,

aqueles que direcionam os que se sentem perdidos,

aqueles que relembram as esquecidas trilhas para o Caminho do Coração.

Vocês são aqueles que focalizam as energias para o bem,

para a cura, a paz interior, a coragem, a fé e ao amor.

Vocês são aqueles que abrem o mato à facão,

por isso a tarefa, às vezes, é tão desafiadora.

Vocês são aqueles que empunham a espada ao alto,

apontando à consciência, à lei e a justiça divina em nome do amor.

A vossa espada é o amor universal.

O vosso escudo é a compaixão e os desígnios do coração.

O vosso elmo e armadura são o propósito defendido e regido pela alma imortal.

A vossa bandeira é a paz em benefício de todos os envolvidos.

A força e o poder do vosso cavalo só é pleno, forte e seguro

se puder cavalgar pelos trilhos do coração,

por onde outros como vós: Guerreiros do Coração

e das antigas Tribos da Paz, andam juntos amparando uns aos outros

por um mundo mais justo, solidário, respeitoso e compassivo.

Aguardem o tempo necessário agindo no recolhimento,

mas não se deixem dominar por aqueles que tentam controlá-los.

Sejam como o velho e sábio guerreiro: não apresentem todas as suas flechas.

Lembrem-se do vosso poder interior que nada é capaz de dominar.

Vocês são cavalos selvagens,

esperando o som sagrado do Grande Espírito

que ressoará como a flauta na garganta e o tambor no coração,

para poderem partir às Terras Sagradas

governadas e nutridas pelo amor da Grande Mãe.

Salve Guerreiros do Coração!

Salve Guerreiros da Paz!

Salve Guerreiros do Arco-Íris!

Salve Guerreiros das Flechas Sagradas!”

Mensagem canalizada: ©YEHUÁ & Caboclo Flecha Dourada

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A Individualidade é Essencial

“Você já se perguntou onde reside a diferença entre a individualidade e o individualismo?

Um tema delicado, uma vez que os pontos de vista podem ser divergentes com base nas experiências de vida de cada um.

Entretanto, trazendo o olhar mais apurado para a origem das palavras, vemos que a individualidade está ligada à essência. Ela representa: “a reunião das características que diferenciam uma pessoa ou alguma coisa; o conjunto das qualidades que compõe a originalidade, fazendo com que algo ou alguém seja único.”

Enquanto o individualismo está ligado ao ego, representando: “a tendência de quem pensa somente em si; egoísmo, egocentrismo; a sobreposição do valor e dos direitos do indivíduo em detrimento de um grupo ou sociedade.”

Nesse contexto, temos um terreno interessante para começar a discorrer sobre os porquês disso ainda estar tão confuso na mente de muitos. Diria que mais difícil se torna o diálogo sobre o tema pelos meios virtuais – quando o individualismo se sobrepõe à individualidade – porque os olhos deixam de ser as janelas da alma para dar espaço a uma tela emblemática, configurada com simbologias mentais desprovidas de essência.

Através das janelas da alma, poucas palavras bastam para compreendermos com clareza o que o outro quer dizer. Pelos “olhos virtuais”, muitas palavras são necessárias para chegarmos ao mesmo resultado. Talvez, estejamos esquecendo de como nos comunicarmos e nos relacionarmos pelos “meios analógicos”, cuja presença jamais poderá ser sentida da mesma forma pelos meios virtuais.

Um exemplo para ilustrar a reflexão é a diferença residente entre um livro físico e um livro digital. Com qual deles você gostaria de se relacionar? Com qual deles você desenvolveria maior proximidade, cumplicidade e originalidade? Sim, porque nos relacionamos com todas as coisas. Colocamos nelas nossas intenções, nossos pensamentos e sentimentos, até mesmo nossas memórias ficam ali registradas.

Levando nossa mente agora para viajar pelas páginas de um livro – o primeiro que vier em seu pensamento – nos relacionamos com o aroma e a textura do papel, as cores da capa, uma página marcada, um parágrafo que nos disse exatamente o que precisávamos ouvir, algumas gotas de café que marcaram um acontecimento importante, um objeto guardado em meio às folhas, uma anotação especial de algo que nos marcou.

Então, talvez esteja nos faltando encontrar a harmonia no relacionamento com ambos em tempos como este, cuja promessa encantadora do digital é substituir a essência perfumada do analógico: o contato essencial humano.

Portanto, a individualidade é antagônica ao individualismo. A primeira tem suas bases enraizadas nas verdades essenciais do ser, no auto-amor e no autoconhecimento, no exercício constante da presença: estar presente em tudo o que se fala, faz, pensa e sente, na medida do possível. Estando presente para si conseguimos estar presente para o outro, reconhecendo e respeitando os limites de ambos, separando o que é nosso do que é do outro de forma saudável e harmônica.

Entre ego e essência existe uma grande distância, mas não significa que não possam conviver em equilíbrio. Assim como necessitamos nos adaptar às “janelas virtuais”, necessitamos preservar o essencial que nos convida a interagir pelas janelas da alma.

Reside aqui nosso maior desafio nesse momento de transição: criar núcleos essenciais de “presença” em meio ao individualismo exacerbado. Criar janelas da alma em meio às janelas virtuais, mas lembrar sempre: um templo só ergue-se forte se houver uma distância harmônica entre suas colunas.”

Mensagem recebida em canalização – Yehuá© & Um Guardião da Lei Divina

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O Renascimento das Flores da Vida: Uma Chave Ancestral

“Sei que teus ossos estão cansados.

Cansados da longa jornada de vidas;

Cansados das brigas, conflitos e batalhas que não foram travadas por ti;

Cansados das traições e injúrias que a ti foram direcionadas por egoísmo puro;

Cansados da dor ancestral que carregaste nos registros de tuas raízes.

Ossos que, de tão cansados, cansam facilmente.

Mas, acredite: nos teus ossos também habita um fluxo de Vida.

Esta vida flui agora em teus ossos como nunca antes.

Quando conseguimos liberar os nossos ossos da dor

– das dores de todo um passado – a vida encontra lugar para fluir neles.

A dor é como uma noite escura sem luar.

A vida é como um dia perfumado e ensolarado.

Ao darmos espaço para a vida fluir pelos nossos ossos,

levamos sol para onde só havia escuridão,

e vemos flores desabrochando onde nunca houve vida.

Só assim, todas as partes de nós mesmos poderão florescer!

Você está florescendo agora!

Este momento, após tanto tempo liberando a dor,

representa o teu renascimento, e um dos mais importantes:

aquele que te convida a trilhar o Caminho da Alma,

abençoado pelas tuas raízes ancestrais,

pelos Anciões e Anciãs que estiveram aqui antes de ti,

que zelam por ti como tua familia espiritual!

Receba a chave desse renascimento e leve-a para todos os recantos do teu ser

que precisam ser destrancados; para onde existam fechaduras

que precisam ser abertas através do amor e não mais pela dor,

e receba o que é teu por direito divino!

Um novo tempo de tua caminhada começa agora!”

Mensagem recebida em canalização: Yehuá© & Nanã – Uma Anciã da Sabedoria da Vida e das Chaves Ancestrais

Nanã – Rainer Scheurenbrand – Canção belíssima em homenagem às Mães-Anciãs de todos nós! ❤