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Amor Animal: Fonte Eterna de Cura, Sabedoria e Compaixão

Com a crescente onda consciencial do veganismo e vegetarianismo, da educação para a sustentabilidade ambiental e os recursos à auto-sustentabilidade, da alimentação orgânica em benefício do produtor e da comunidade, ao longo de anos venho presenciando inúmeras campanhas, documentários e vídeos sobre o incentivo à adoção de animais, numa relação de profunda cura como resultado da rotina diária do indivíduo.

Percebo que esta cura natural e fluídica, que ocorre na relação humano-animal, é como um espelho que está diante de nós apenas para relembrarmos o que somos e que os irmãos animais próximos de nós já são: uma fonte eterna de amor e compaixão. Fonte esta que também habita em nossa essência, mas que ao longo da vida pode ser esquecida por nos afastarmos dos caminhos do nosso coração que nos levam a sentir e Ser este amor.

Para tanto, relaciono abaixo alguns desses lindos exemplos, emocionantes até, que nos inspiram a amar ainda mais, espargindo essas sementes de compaixão aos que amamos e que fazem parte da nossa espécie, lembrando que assim como os animais, bebês e crianças também aguardam por um lar!

Baseada no princípio da Gestalt Terapia – psicoterapia cuja concepção é a de que não se pode conhecer o todo através das partes, mas sim as partes por meio do conjunto. Tem por base a idéia de que o conjunto é mais que a soma dos seus elementos, onde um terceiro fator é gerado nesta síntese – a agência indiana McCan criou esta campanha brilhante de conscientização para a adoção de animais. O título da campanha é There’s always room for more. Adopt! “Sempre existe espaço para mais um. Adote.” Segundo o site Tailandês BrandAge, o número de adoções de animais dos abrigos em Mumbai aumentou em mais de 150%. Um índice maravilhoso!

Outra história apaixonante é a trajetória da menina Iris Grace e seu gato Thula, sendo mais um exemplo de significativa melhoria de crianças autistas em convívio com animais. Após a vinda do gato, que mudou a vida de toda a família, a história deu origem a um livro com pinturas, ilustrações, fotografias e pormenores da narrativa que já encantou o mundo. As pinturas conquistaram até colecionadores de arte do Reino Unido, onde a menina mora.

Iris foi diagnosticada com autismo severo quando tinha apenas um ano de idade. Durante muito tempo, vivia num mundo isolado e só dela – quase não falava e raramente sorria, cuja relação de comunicação com os pais também era difícil. Após várias tentativas de abordagem através do hipismo e a companhia de um cão, em 2014 os pais decidiram adotar um gato. A partir daí, tudo mudou.

A empatia entre Iris e Thula foi imediata e a menina, já apaixonada por cavaletes e tintas, começou a comunicar-se como nunca antes: “Eles sentam-se ao lado um do outro enquanto Iris pinta, e novas portas de comunicação foram abertas, portas que achávamos estarem fechadas para sempre”, conta a mãe Arabella Carter-Johnson, fotógrafa e responsável pelo livro agora publicado. Thula está presente em todos os momentos da vida de Iris: o tempo da pintura, os passeios de bicicleta e de barco, o banho e até mergulhos na piscina: “Ele oferece companhia, amizade e ajuda-me a incentivar Iris a interagir”, explica a mãe ao site Bored Panda.

Os quadros coloridos da menina – um compilado de telas relacionado no vídeo a seguir – têm sido elogiados por vários colecionadores de arte do Reino Unido, e muitos já foram comprados. A ligação de Iris com o mundo através da pintura é apenas uma das vantagens conseguidas. Segundo a mãe, este exemplo pode ajudar a conscientizar mais pessoas sobre o autismo, uma doença que só no Reino Unido afeta cerca de 100 mil crianças. “Quando somos pais ou professores de crianças com autismo, estamos constantemente tentando encontrar maneiras de interagir com elas e a chave para entrar no mundo delas”, relata.

O livro agora editado não é a história de uma menina prodígio ou génio, lê-se na descrição da obra: “É a narrativa de como um vínculo impressionante entre um gato e uma criança salvou uma família.” Talvez as técnicas usadas por estes pais não resultem da mesma maneira com outra criança, ressalvam, mas a mensagem sobre a diferença e o incentivo podem ajudar muitas famílias.

Recentemente, mais um exemplo desta curativa união entre humanos e animais foi a criação do documentário Kedi. Os personagens principais são obviamente os gatos e a apaixonante história de cada um mostra a profunda relação entre eles e os moradores de Istambul: irmãos de alma que mudaram a vida de muitas pessoas!

Centenas de milhares de gatos turcos vagueiam livremente pela cidade de Istambul. Muitos provindos de outras partes do mundo por meio dos navios que aportam na cidade. Por séculos eles estiveram compartilhando da vida das pessoas, tornando-se uma parte essencial das comunidades que tornam a cidade tão rica. O documentário traz a magia e a alegria que é estar na companhia de um felino: “Os gatos de Istambul vivem em dois mundos, nem selvagem nem manso – e eles trazem alegria e propósito para aquelas pessoas que os escolheram adotar. Em Istambul, os gatos são os espelhos para as pessoas, permitindo-lhes refletir sobre suas vidas de maneiras que ninguém mais poderia.”Que este artigo inspire você a amar mais e compartilhar este amor! Namastê! ❤ 😉

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A Voz da Superação, O Chamado da União! Unidas Somos a Voz de muitas!

Seguindo as pesquisas de filmes, documentários e seriados que abordam os diversos temas acerca do universo feminino, não poderia deixar de iniciar este artigo falando do filme do momento, que está enchendo as bilheterias e tendo um imenso hype! Para quem ainda não foi assistir, uma obra maravilhosa e empoderadora que pede “bis”!

Mulher Maravilha traz um roteiro inteligente e crítico, com personalidade e coragem para fazer renascer dentro de nós aquilo que muitos esperavam, o resgate do que temos de mais sagrado para combater qualquer guerra: o Amor! Longe de ser apenas mais um filme de super-heroína, é uma obra que vibra, relembra e resgata o poder do Eu Feminino Sagrado e a máxima: “I Believe in Love”! E isso com uma emoção profunda, que não há como evitar as lágrimas em certas cenas.  

E fazendo jus ao tema, deixo aqui dicas muito especiais de outras obras que estão vindo com tudo desde poucas décadas para cá, escancarando a voz que não quer calar, aquela que foi e que permanece tentando ser abafada, evitada, alienada, escravizada e desvalorizada pela sociedade machista, muitas vezes excludente, preconceituosa e distorcida diante dos reais valores e essência que toda mulher tem dentro de si.

Nosso maior compromisso é proteger, guardar, nutrir e propagar sementes de Vida envoltas em Amor, e ainda ensinar os homens – aqueles que ainda não sabem, não receberam isso de suas famílias ou não tem consciência – de que esses valores também existem no seu interior, na sua essência, porque todos somos yin e yang, feminino e masculino. Aproveite as dicas, viva a experiência e tire de cada uma dessas obras uma lição para sua vida. Namastê! Com amor! ❤  

  • EMBRACE (ABRACE) 2016 – Documentário sensível, emotivo, muito alegre e de grande coragem da protagonista, que expõe a própria vida e a experiência com próprio corpo para nos relembrar da máxima: precisamos nos amar como somos, precisamos amar nossos corpos como templos da alma e não como meros objetos.

  • GLOW (Gorgeous Ladies of Wrestling) 2017 – Seriado divertidíssimo e, ao mesmo tempo, com uma pegada leve e inteligente, ambientada nos anos 80 e baseada em eventos reais. Mostra os desafios de ser mulher numa sociedade machista da época com profundidade emocional, abordando situações que muitas mulheres passam na vida real e que ficam guardados nos bastidores ou nas “suas sombras”.

  • FINDING HOME – 2014: Menciono novamente o Documentário da Rapha House (Projeto Internacional intitulado “Amor, Resgate e Cura”) – uma profunda, emocionante e também difícil jornada de superação contra o tráfico sexual de crianças e jovens em Camboja e outros locais.

  • THE KEEPERS – 2017: Documentário de investigação – desenvolvido em sete partes – envolto na polêmica morte de uma das mais amadas freiras e professora de um Colégio Católico, que teve sua voz calada ao tentar trazer à tona os abusos sexuais sofridos por inúmeras alunas. As investigações do caso levaram à descoberta de segredos da Igreja envolvendo abuso, memórias reprimidas e crimes que aconteceram em uma das cidades mais problemáticas dos Estados Unidos. Ainda assim, o assassinato permanece sem solução. Conta ainda com entrevistas de amigos, parentes, jornalistas, oficiais do Governo e cidadãos de Baltimore determinados a descobrir a verdade.

  • I’AM JANE DOE – 2017 (“Jane Doe” é um termo usado nos países de língua inglesa por pessoas consideradas “desconhecidas”) – Documentário investigativo que acompanha casos verídicos de meninas americanas escravizadas pelo comércio sexual infantil, através de anúncios nos classificados online de um jornal famoso. Casos revoltantes que são um espelho do que acontece no mundo, e muitos deles ainda sem receber a devida justiça pelas falhas das leis humanas.

  • HIDDEN FIGURES (ESTRELAS ALÉM DO TEMPO- 2016): é um filme baseado em história e fatos reais, um drama biográfico baseado no livro homônimo de Margot Lee Shetterly. Conta a história de três mulheres que precisaram lidar com o preconceito arraigado para que conseguissem ascender na hierarquia da NASA, além de provar sua competência dia após dia pelo simples fato de serem mulheres negras. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial, ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial.

  • CAPTAIN MARVEL (CAPITÃ MARVEL) – Estréia prevista para Março/ 2019: Filme de aventura que contará a história de Carol Danvers – Miss Marvel – uma agente da CIA que tem contato com uma raça alienígena e ganha poderes sobre-humanos. Além de um filme de super-heroína, esperamos o que a Marvel sempre traz: profundidade emocional e identificação com o lado humano da personagem.

  • A VESPA (Ant-Man and The Wasp – Estréia prevista para Julho/ 2018): Será a primeira vez que uma heroína será a protagonista de um filme do estúdio Marvel. Filme de aventura. A sinopse ainda permanece sob certo sigilo.

 

Saiba mais: Filmes, Documentários e Séries de Tv que abordam o Feminino Sagrado – Parte 2

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Mesmo que existam “13 Porquês”, sempre haverá uma saída

Muito tem se ouvido falar a respeito da polêmica série lançada recentemente pela Netflix, 13 Reasons Why, com produção da atriz Selena GomezO seriado é baseado nos livros Os 13 Porquês , do escritor Jay Asher, e conta a história do suicídio da adolescente Hannah Baker e o que a motivou a cometê-lo. Antes de morrer ela grava uma série de fitas cassete contando suas experiências, ponto de vista e sentimentos relativo a pessoas diferentes com quem conviveu: amigos, ex-amigos, colegas de escola. As fitas passam a ser ouvidas por cada pessoa que, segundo ela, a magoou, cometeu bullying ou, simplesmente, não ajudou e a ignorou nos momentos em que mais precisava. Na série, o personagem principal Clay Jensen ouve 13 fitas contendo a versão de Hannah ao longo dos 13 episódios.

Mesmo antes da Série ser lançada, uma dúvida ficou no ar: por que a atriz e produtora Selena Gomez não quis atuar, já que seria dado a ela o papel principal? A resposta foi:“Eu estava em um momento muito ruim quando a produção da série começou. Fiquei afastada de tudo durante 90 dias e conheci várias pessoas com os mesmos problemas enfrentados por esses personagens. Eu não conseguiria fazer. Estava lá no último dia de gravação e fiquei acabada assistindo, porque eu passei pela mesma coisa”, revelou. Penso que esse fato contribuiu para as cenas terem sido tão fidedignas à realidade vigente.

Diferente de ser apenas uma série de entretenimento, logo no início já é anunciada uma mensagem de ajuda, o que do meu ponto de vista foi um grande diferencial para os resultados que foram alcançados até então. Segundo o Centro de Valorização da Vida – site que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por: telefone, email, chat e Skype 24 horas, todos os dias – desde a estréia da série, a quantidade de emails com pedidos de ajuda aumentou 445%, havendo uma alta de 170% na média diária de visitantes no site. A maioria dos pedidos de ajuda foram de jovens que se identificavam com a dor da personagem principal. 

Nesse contexto, para quem já assistiu, para quem já conviveu ou esteve próximo de alguém que já passou por isso, sabe que é impossível ficar calado e conter o desejo intrínseco de divulgar, de ajudar, de passar adiante o objetivo principal comunicado aqui: o suicídio nunca será uma opção! E em se tratando do fato de que o suicídio está sendo a 2ª maior causa de morte entre jovens – estatística mencionada pela equipe multidisciplinar da Série, incluindo psicólogos e psiquiatras – não apenas nos EUA mas também no Brasil, então, precisamos mais do que nunca falar sobre isso.

Por ter conhecido e tratado pessoas que tentaram suicídio, tanto nos anos que trabalhei como terapeuta quanto na fase de minha adolescência – conseguindo auxiliar muitos a sair desta “aparente” rua sem saída – sei o quanto é difícil lidar, compreender e perceber os sinais por parte dos familiares, pessoas conhecidas ou envolvidas emocionalmente. Foram pacientes, colegas de trabalho, amigos, parentes e vizinhos, afinal, quem nunca ouviu falar sobre alguém que já pensou ou está pensando em suicídio?

O importante é sabermos que isso acontece, que pode ser com qualquer um próximo de nós, e precisamos estar preparados para encarar esta verdade e ajudar no que for preciso. Se não soubermos como, busquemos apoio nas instituições e movimentos destinados a isso, nas linhas de diálogo anônimo, no trabalho de psicólogos, psiquiatras e constelações familiares, porque certamente se esse caminho está sendo uma opção, é porque o “furo emocional” está em algum lugar no passado deste ser humano. Esta é quase sempre a chave que se esconde por trás do véu: desestruturação familiar.

Poderia citar aqui muitos casos pelos quais estive frente à frente com esta face “crua, vazia e escura” que o suicídio representa – sem falar no impacto espiritual que essa escolha gera como consequência. Mas, como estou aqui para falar das soluções que levam de volta à sanidade e não à loucura, um dos exemplos louváveis que presenciei foi de um diretor de uma escola em que trabalhei, diante do primeiro caso de um aluno que havia tentado suicídio em sala de aula, durante o intervalo. Ao ficar sabendo do ocorrido, o diretor em questão ligou para a mãe para avisá-la, pedindo sua presença imediatamente. Mas, a resposta que ouviu foi mais ou menos esta: “Desculpe, estou ocupada, no Salão. Vou pedir para meu motorista ir até aí.”

Pois o diretor não teve dúvida e foi até o salão de beleza onde esta dita “mãe” se encontrava, “rodou a baiana” e disse que a levaria arrastada até a escola, se fosse preciso. Por ter conhecido e trabalhado com ele no passado, cujo filho já tinha histórico de síndrome de down e déficit de atenção, considero louvável esta e outras atitudes que presenciei diante de casos como este, pois é isso que os filhos que tentam o suicídio esperam dos pais: presença! Esse é um ingrediente mais do que necessário nestes casos.

Outro caso que gostaria de citar começa com essa frase: “homem, só por ser homem, já é bonito”. Você vai se perguntar, o que esta frase tem a ver com suicídio? Então, a frase em questão está ligada ao histórico de uma mulher, provinda de uma família do interior, com poucas condições, regida por homens rígidos, conservadores e, às vezes, agressivos. Esta mulher não teve prazer em ser mulher, não teve amor em ser mãe porque também não recebeu amor. Ao longo da vida, não esteve confortável com seu papel como mulher porque, simplesmente, foi ensinada a enaltecer o sexo masculino numa época em que as mulheres não tinham “voz ativa” para expressar o que de fato eram, gostavam, queriam ou gostariam de ser, submissas ao eterno “deus fálico”.

Esta mesma mulher, após dois filhos, decide fazer ligadura, não desejando mais ter filhos para conter gastos. Mas, a consciência materna regente pela providência divina decide trazer mais um filho, para a surpresa de todos. Com isso, já na fase intra-uterina, aquela consciência estava sendo rejeitada e passou sendo rejeitada por toda sua trajetória, a ponto desta mulher ter “permitido” que este mesmo filho fosse abusado sexualmente pelo pai – cujo pai também havia sido abusado anteriormente. Este filho, rejeitado desde a fase intra-uterina, tentou suicídio mais de uma vez, mas…ainda não era a sua hora.

A rejeição virou abandono – e me refiro aqui ao abandono emocional, psicológico, espiritual, aquele que cala, que é capaz de esvaziar as fagulhas internas de vida, o brilho nos olhos de uma criança, aquele que é capaz de criar “buracos” na alma que podem se tornar fontes nutridoras para predadores e hospedeiros perversos. Mas, na última tentativa, uma luz se fez na escuridão. A noite tornou-se dia e aquele momento que poderia ter sido de morte foi um marco de renascimento. Alguns anos depois, este jovem virou adulto e um exemplo de superação, ajudando inúmeras pessoas como conselheiro e “terapeuta de vida”, um dom que desabrochou a partir de sua própria experiência, lhe trazendo força para continuar e superar.

Nessa introdução com relatos verídicos, recordando os casos que pessoalmente acompanhei, venho falar desta série fabulosa, visivelmente esculpida com dedicação e seriedade por quem a criou, longe de ser apenas uma “Série Teen”, mas visando abordar temas como: suicídio, bulliyng, estupro, contrabando de armas, drogas, violência de gênero. E além deles, abordando todo tipo de problema que esta fase envolve, num momento em que todo jovem ainda está tendo que lidar com a montanha-russa de transformações que acontecem no cérebro, no corpo, com hormônios e emoções, tudo ao mesmo tempo.

É importante mencionar aqui que os pais da nossa geração – digo a geração dos 40 em diante – não viveram esta Era Digital como acontece com os jovens de agora e, por isso, muitas vezes, não sabem como lidar porque não tiveram esta experiência, muito menos sabem o que significa cyberbullying ou bullying virtual. Portanto, penso que aqueles da “nossa geração” que tem a informação, que conhecem os mecanismos e processos dessas questões tem a responsabilidade de divulgar, de falar a respeito, de passar adiante e auxiliar aqueles que desconhecem o assunto. Para tanto, recomendo a série a todos os pais e familiares que ainda tentam compreender o comportamento dos seus filhos, dos seus irmãos, dos seus primos, sobrinhos e conhecidos.

Estejamos atentos aos jovens ao nosso redor, porque todo ímpeto suicida deixa sinais e, antes do ato propriamente dito, da escolha tomada, este jovem irá chamar a sua atenção, de alguma forma. Não esperemos alguém tomar uma atitude drástica como essa, estejamos focados na prevenção! E para os que porventura estejam lendo este post e pensando nisso, a você falo agora; tenha a certeza que sempre existe uma saída, uma luz no fim do túnel, porque sendo covardia ou coragem – como muitos julgam – tirar a própria vida nunca é e nem nunca será uma opção.

Aos que já passaram por isso, sugiro assistir com cautela, atentando para o fato de não assistir as cenas mais fortes que a própria série alerta antes de iniciar o referido episódio. Dê a você o limite necessário. Concordo com o psiquiatra Luís Fernando Tófoli quando, segundo um artigo sobre a série, diz: “O principal erro da série é, de longe, mostrar o suicídio de Hannah. A cena, que acontece no episódio final, é absolutamente desnecessária na narrativa e claramente contrária ao que apregoam os manuais que discutem prevenção de suicídio e mídia. Chega a ser absurdo que os autores da série ignorem completamente o que indicam explicitamente as recomendações da Sociedade Americana para Prevenção do Suicídio, que foram publicadas após a morte do ator Robin Williams – https://goo.gl/vAQkg6 (…)”. Penso, apenas com essa ressalva, que essa cena poderia ser um “gatilho” de incentivo e não de prevenção, mesmo que o intuito em mostrá-la tenha vindo com intenções de apregoar o oposto.

Diante da polêmica, a Netflix afirmou ter tratado o assunto com o máximo cuidado, recorrendo à consultoria de especialistas durante a produção. Isso se apresenta no final do último episódio, com um documentário de 30 minutos, onde toda a equipe da série, incluindo os atores, falam abertamente sobre o tema, o que é ótimo do meu ponto de vista para esclarecer todos os rumores. Nele, o desenvolvedor do programa, Brian Yorkey, afirma que se trabalhou duro para que as imagens da morte de Hannah não fossem gratuitas: “Queríamos que fosse difícil de ver, para ficar claro que não há nada que valha a pena (no suicídio)”.

Assim, para os que querem ajudar, assistam com acuidade e presença, estejam atentos aos detalhes. Procure identificar se você conhece alguém que esteja passando pelos mesmos problemas, tendo comportamentos semelhantes e dando os mesmos sinais. Segundo algumas reflexões abordadas, a questão é: precisamos ressignificar a forma como nos tratamos uns aos outros, precisamos melhorar essas relações e a estrutura familiar. Caso não possamos melhorar ou mudar a estrutura familiar, podemos melhorar a nós mesmos e recomeçarmos.

Lembre-se: por mais difícil que possa parecer, por mais vazio que possa estar, por mais indecifrável que seja o sentimento, por mais escuro que possa parecer o caminho, sempre existe uma saída, sempre existe uma escolha que leva a uma solução. A Vida sempre convida a celebrá-la e nunca desiste de ninguém, porque enquanto estamos vivos, temos a vida vibrando dentro de nós, mesmo que não possamos senti-la a todos momento. Ainda assim, ela está lá.

Seja forte, seja corajoso, fale sobre isso: o que de fato nos cura é podermos falar sobre os nossos sentimentos, não trancafiá-los à sete chaves numa gaveta dentro de nós e jogar a chave fora. Vá em frente, encontre um sentido para viver. Se não tiver um, construa e crie um sentido para se reconectar com a vida, e se não conseguir sozinho, busque ajuda. Você será sempre aquele por quem você tem esperado, portanto, faça o melhor por você, espere o melhor de você, sempre! E “o melhor” de você não são os “rótulos” que você recebe, mas as escolhas que você faz ao acordar todos os dias para ser o que você é, a escolha de ser digno por estar vivo! Um grande e carinhoso abraço! ❤

Por Luciane Strähuber – Educação Terapêutica Integrativa

ONDE BUSCAR AJUDA

> Centro de Valorização da Vida
Oferece ajuda por telefone, chat, skype, e-mail e presencialmente
Telefones 141 (24 horas, para todo o país) e 188 (gratuito, apenas para o RS)
www.cvv.org.br

facebook.com/cvv141

> Programa de Depressão na Infância e Adolescência, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, tem limitações de atendimento, mas é possível pedir encaminhamento para lá em qualquer posto de saúde pública. O Setor presta atendimento para bebês, crianças e adolescentes, de zero a 18 anos, e suas famílias.

Contato: Serviço de Psiquiatria da Infância e da Adolescência – Local: 4° andar – sala 400N/ Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30/ Telefone: (51) 3359.8413/ Secretária: Clarissa Paim (cfpaim@hcpa.edu.br)/ Chefia: profª. Ana Soledade Graeff Martins (anamartins@hcpa.edu.br)

SITES COM ORIENTAÇÃO

> Setembro Amarelo
Movimento Conte Comigo
Associação Brasileira de Estudos e Prevenção ao Suicídio
> Cartilha Suicídio: Informando para prevenir/ Produzida pela Associação Brasileira de Psiquiatria e do Conselho Federal de Medicina. Disponível no site do CVV, na aba Conheça Mais ou em zhora.co/cartilha-prevenir  

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Constelação Familiar: Encontrando o seu lugar na Árvore Ancestral da Vida

“Somente quando estamos em sintonia com o nosso destino, com os nossos pais, com as nossas origens e tomamos nosso lugar, temos a força (…) Quando falamos em sistema familiar, as pessoas estão para os órgãos assim como o sistema familiar está para o nosso corpo. Dentro da família, cada um tem seu lugar, assim como os órgãos. O sangue leva tudo para os órgãos e, no sistema familiar, o que mantém os vínculos entre os integrantes da família é o amor.” (Bert Hellinger)

Constelação Familiar é um método psicoterapêutico com abordagem sistêmica não empirista ou subjetiva, desenvolvido pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, que elaborou suas inerentes “Ordens do Amor”, um lindo conceito para compreendermos o sistema familiar em que estamos inseridos. Essa técnica utiliza pessoas desconhecidas do cliente para interpretar sua família, de forma a reconstruir a árvore genealógica, o que permite localizar e remover bloqueios do fluxo amoroso de qualquer geração ou membro familiar, permitindo que a pessoa encontre e tome o seu real lugar nesta hierarquia geracional.

Pode ser realizada em grupo – ou individualmente, com utilização de bonecos, figuras ou outras formas de abordagem do terapeuta. A terapia se dá através da reunião do terapeuta, do cliente e de um grupo de pessoas que são convidadas a representar membros da sua família. A sessão tem início quando o cliente manifesta a questão que quer trabalhar e escolhe representantes para seus familiares.

Conheço o trabalho de Constelação Familiar desde 2008 e, ao longo de anos, venho indicando-o a todos que conheço. Após ter vivenciado inúmeras experiências em grupo e individuais, auxiliando e sendo auxiliada, presenciando amigos, pacientes, conhecidos e colegas que também constelaram, vejo o quanto esta técnica terapêutica é profunda, intensa e eficaz, um grande passo que podemos dar em nossa jornada evolutiva para que possamos trazer a clareza e o entendimento sobre todas as partes de nós mesmos. Percebo sua eficácia na brevidade das sessões terapêuticas que logo apresentam resultados, um trabalho capaz de identificar a origem de muitos dos “males” que nos afligem e, através da frequência do amor, desatar nós, trazer a compreensão de coisas não resolvidas e abrir novas portas para o futuro.

Muitas dificuldades pessoais, bloqueios emocionais, padrões inconscientes, comportamentos e problemas de relacionamento são resultado de confusões nos sistemas familiares. Esta confusão ocorre quando incorporamos em nossa vida – sem que queiramos ou que tenhamos consciência – o destino de outra pessoa ou de alguém que já viveu no passado, não importa quanto tempo tenha partido. Isto nos faz repetir “o destino” dos membros familiares que foram excluídos, esquecidos ou não reconhecidos no lugar que lhes pertencia, de forma que podemos passar a viver uma vida que não seja de fato o nosso real propósito.

A meta desta abordagem é “unir o que está neuroticamente separado e separar o que está neuroticamente unido”, encontrando o ponto de equilíbrio. Isso significa resolver envolvimentos desarmônicos, separar o que estava “misturado” e incluir partes que anteriormente estavam excluídas, permitindo que o cliente alcance a integração em um nível mais elevado.

A Constelação se baseia na existência de uma consciência familiar que “rege” nossos destinos, ou seja, cada vez que uma das ordens desta consciência é quebrada, ela age no sistema familiar através de seus membros para que haja uma compensação. Uma destas ordens é o direito ao pertencimento: todos, no sistema familiar, têm o mesmo direito de pertencer.

Isto implica que, cada vez que alguém é excluído do sistema – normalmente por questões morais – a consciência familiar escolhe um membro de uma geração posterior ao excluído para que tenha um destino semelhante e difícil. Crianças abortadas, criminosos, alcoólatras, doentes mentais, prostitutas, filhos ilegítimos, todos se enquadram neste grupo de excluídos. Somente quando estas pessoas são reconhecidas e incluídas no coração da família, aquele que estava identificado com o excluído pode seguir seu próprio destino livremente.

O trabalho sistêmico vem a partir da concepção da vida, do fluir no desenvolvimento natural. Estamos inseridos dentro de um grande sistema contínuo, de diversos elementos que se interagem e, de certa forma, são interdependentes uns com os outros. Segundo Bert Hellinger, cada um de nós é um sistema e, por essa razão, nenhum organismo é um sistema estático, fechado ao mundo exterior, mas sim um sistema aberto, onde há uma constante troca de informações entre os mais diversos níveis de nosso ser.

Nascemos dentro de um sistema familiar, que existe há muitos anos e onde não sabemos direito o seu histórico completo. Foram gerações atrás de gerações com muitas histórias, acontecimentos, situações felizes, tristes e até mesmo trágicas. Herdamos através dos nossos pais e ancestrais toda a carga morfogenética e não nos damos conta dos padrões, das crenças e até mesmo das repetições de estórias dentro da nossa família. Com isso, a Constelação Sistêmica Familiar quebra esses círculos viciosos. Revela os mecanismos inconscientes do nosso comportamento e as influências externas. Quando essas influências se mostram nas constelações, o indivíduo recupera seu poder de fazer escolhas, se torna mais livre e produtivo.

Uma outra ordem abordada é a de precedência. Significa que quem vem antes dá e quem vem depois recebe; quem vem primeiro tem prioridade. Quando alguém toma o lugar de outro que o precede, o sistema familiar entra em desequilíbrio. Um filho que assume “ares” de pai, um irmão caçula que se arroga direitos de primogênito, um filho que toma para si os problemas dos pais e os coloca em julgamento, são alguns perturbadores desta ordem. Durante a Constelação Familiar, estas dinâmicas ocultas afloram de maneira surpreendente.

Portanto, a Constelação nos traz a oportunidade de identificarmos, de forma consciente, o que está acontecendo com o sistema familiar e onde estamos posicionados – de forma equilibrada ou não – podendo assim resolver conflitos a partir da escolha interna de cada um. Podemos constelar para ajudar em conflitos familiares relativos a pais, filhos, irmãos, tios, avós, bisavós…, conflitos entre casais, dificuldade em lidar com perdas de parentes, pessoas queridas ou parceiros, dificuldade em relacionar-se de uma forma geral, dificuldade em comunicar-se, problemas de saúde, conflitos entre sócios, funcionários e clientes, dificuldades ou perdas financeiras, entre outros temas.

Uma analogia interessante sobre a Constelação foi descrita no blog de uma terapeuta consteladora, uma descrição que considero perfeita para explicar como nos sentimos numa experiência como esta: “(…) a todo instante, milhares de ondas de rádio cruzam o espaço sem que possamos acessá-las. Assim que um aparelho de rádio é ligado e uma determinada freqüência é escolhida, passamos a ouvir imediatamente sua programação. No caso das constelações familiares, o membro da família é o responsável por ‘autorizar’ que a freqüência de sua família seja sintonizada e possa ser captada no ambiente. A partir de como os representantes se sentem e se movimentam, é possível perceber os emaranhados com clareza, dando início à sua dissolução (…) Neste momento, instala-se no ambiente um ‘campo’ que traz à luz aquilo que está atuando em seu sistema familiar.”

Penso que todas as pessoas, em algum momento da vida, deveriam passar por essa experiência porque é simplesmente única e intransferível, e mesmo que estejamos apenas representando o familiar de alguém, certamente sempre estaremos vendo neste “papel”, nesta personalidade, algo sobre nós mesmos que ainda precisaremos modificar e evoluir.

É um trabalho sem precedentes e com resultados visíveis, indicado para qualquer pessoa ou caso, para que cada um se sinta pertencendo, no seu lugar, seja no trabalho, nas parcerias, nos relacionamentos, seja no amor, na prosperidade e na vida. Ocupar o lugar na hierarquia do sistema familiar nos coloca novamente em sintonia com o fluir da vida e com o nosso destino. Portanto, se você se identificou com esta matéria, se essas palavras ressoaram dentro de você, procure um Constelador. Constele! 😉

Assista a Reportagem do Programa Fantástico, de 14/05/2017: A reportagem mostrou como tribunais brasileiros estão usando a técnica de Constelação Familiar – Direito Sistêmico – para facilitar a mediação de conflitos, principalmente na Vara de Família, em questões como pensão e guarda de filhos. A ideia é humanizar a Justiça e aumentar a porcentagem de solução dos casos.

 

 

 

Artigos, Filmes, Vídeos e Documentários

Filmes, Animações e Séries de TV que abordam realidades paralelas e multidimensões

Seguindo a pesquisa de anos sobre realidades/ universos paralelos e planos multidimensionais, selecionei uma lista de filmes, animações e séries de TV sobre o assunto, permanecendo atenta ao que continua surgindo sobre o tema. O objetivo principal deste artigo é possibilitar uma reflexão mais profunda acerca do que pode ser útil como conhecimento, durante um momento em frente às telinhas que poderia ser visto apenas de forma passiva ou como mero entretenimento.

Quem sabe possamos unir o útil ao agradável, aliando entretenimento e conhecimento? Tirando partido da velocidade da informação, podemos nos manter “ativos” perante à mensagem que nos chega para aprender: mais atentos, perceptivos e com nosso senso crítico “ligado”, aproveitando a oportunidade para adquirir conhecimento através de um filme que, inicialmente, poderia passar despercebido.

O que significa, então, uma realidade ou universo paralelo, uma dimensão ou plano multidimensional? São planos ou universos de realidades que coexistem à realidade que nós vivemos na matéria, só que existindo ou vibrando em outra dimensão – consciências podem existir em diferentes dimensões apenas em níveis de energia, frequência consciencial ou ainda em níveis mentais – mas que nem sempre conseguimos perceber, interagir ou estabelecer uma comunicação.

Formas diferentes de comunicação podem ocorrer quando nos encontramos em estados expandidos de consciência, seja por meio de práticas meditativas, projeção astral e desdobramento consciente, seja pela simples contemplação da natureza e o exercício do silêncio interior, a fim de gerar uma frequência vibracional e energética específica que nos permita levar a consciência para perceber outros planos dimensionais, outras realidades.

Um exemplo básico disso são os reinos elementares da natureza, regidos pelos elementos água, ar, terra, fogo e éter, nutridos e preservados por consciências elementais e guardiões dévicos, responsáveis por manter os naturais ciclos de vida-morte-vida, sua ordem e constante movimento – conhecimento este já considerado milenar em muitas culturas, principalmente as orientais.

Outra abordagem sobre dimensões e multidimensões é explicado pela física quântica ou através do conceito de “física unificada”, quando comprova que um átomo pode estar em dois lugares diferentes ao mesmo tempo. Esta é uma informação importante para compreendermos o fato de sermos consciências multidimensionais, também formados por átomos, que formam células e, consequentemente, a matéria e o nosso corpo; átomos que também se unem para criar outras formas interconectadas a nós, ao planeta e ao universo.

Aqueles que desejarem aprofundar o aprendizado, sugiro algumas leituras importantes, com dicas já relacionadas em vários posts aqui do Blog: Livros Espiritualistas e Transcendentais. Indico também a pesquisa de sites, vídeos e documentários sobre física quântica, entre eles: The Resonance Project, interconectado à Resonance Science Foundation – Ciência Unificada em Ressonância à Natureza, e o documentário já conhecido, lançado em 2004: Quem Somos Nós (What The Bleep? – Down The Rabbit Hole): 

Abordo o assunto sobre esta ótica porque muitos já não tem ou não destinam “tempo” – ou paciência – para sentar num momento do dia e ler um bom livro, muito menos cogitar a possibilidade de fazer um curso para aprender um calhamaço de coisas que levariam anos de estudo. De fato, considero essas iniciativas e experiências importantes na vida. Um bom livro, por exemplo, nos permite refletir e estar mais em contato conosco para avaliar nossas crenças, valores, ideais e propósito, questionando nossa condição multidimensional a partir da narrativa e “realidade” que se constrói em nossa frente por meio de palavras e imagens que formamos em nosso mental. Ao mesmo tempo, em vivências presenciais temos a oportunidade de conhecer pessoas, suas histórias e experiências de vida, interagindo com essas multirealidades e multifaces com as quais nos identificamos para, através delas, também transformar ou evoluir a nossa.

Entretanto, a realidade que se apresenta nesta Era Digital é outra. Sabemos que a velocidade de informação quanto à “realidade” de um livro é diferente se comparada à “avalanche” de informação que recebemos através de um filme. Nos defrontamos com diálogos, imagens, códigos, símbolos, mensagens explícitas, implícitas, subliminares e formas de comunicação diversas que nosso subconsciente capta mesmo que não tenhamos total consciência.

Por essa razão, do meu ponto de vista como comunicadora, nossa atenção, percepção, intuição e senso crítico precisam estar ativos durante todo tipo de informação que nos é passada. Essa atitude é um exercício para construirmos nossos “filtros” – uma forma de podermos escolher o que é bom ou não para nós, não apenas pelo que estamos vendo, mas pelo que estamos sentindo – e que, com o tempo, torna-se um meio natural de diálogo entre o receptor e a informação. Com isso, de meros receptores, passamos a atuar como potenciais observadores, selecionando o que é relevante e tem importância para nós naquele momento.

Em muitos cursos e vivências que já ministrei, durante os intervalos de perguntas e respostas, alguns alunos não compreendiam o que significavam planos multidimensionais, realidades paralelas, multi-universos e outras expressões dadas ao assunto, por serem de fato termos abstratos para mentes muito racionais ou para aqueles que também são iniciantes no assunto. Toda vez que isso acontece parto para explicações científicas, mas também indico várias ferramentas que possam servir para aprofundar o aprendizado.

Além das fontes de leitura, sugiro principalmente filmes e animações que possam auxiliar a elucidar o tema. Parto do pressuposto de que, se unirmos vários dos nossos sentidos de percepção das realidades que se apresentam para nós durante o processo de conhecimento – incluindo visão, audição, olfato, percepção, intuição, leitura, escrita e além destes – mais profundo e eficaz será o aprendizado, e mais estaremos nos permitindo ampliar nossa consciência para desenvolver outras percepções que talvez não conhecemos e que, ao longo do processo de aprendizado, poderão nos trazer a chave para perceber e compreender outras dimensões a partir da realidade vigente.

Nesse contexto, com o desejo de que esse artigo possa auxiliar a trazer muitos esclarecimentos, segue uma seleção de filmes, animações e séries de TV que abordam explícita ou implicitamente esse enfoque. Fica aqui a sugestão para que possamos nos tornar cada vez mais observadores atentos, ativos, críticos positivos e “seletores” das realidades que desejamos interagir e que permitimos estar interconectadas à realidade ou às realidades que vivemos.

Que estejamos cada vez mais conscientes de que podemos utilizar contextos abordados em filmes como metáforas ou analogias para compreender nossa realidade e nossa condição de seres multidimensionais. O passado, o presente e o futuro estão coexistindo e, portanto, o tempo não é linear, mas multidimensional. Namastê! 😉

*FILMES:

  • Arrival (A Chegada) – 2016
  • Ghost in the Shell (A Vigilante do Amanhã) – 2017
  • Star Wars (A saga completa) – Lançamento do Ep.VIII: Os Últimos Jedi – Dezembro/ 2017.
  • Dr. Strange (Dr. Estranho) – 2016
  • Midnight Special – 2016
  • Tomorrowland (Um lugar onde nada é impossível) – 2015
  • Edge of Tomorrow (No Limite do Amanhã) – 2014
  • Star Trek (Jornada nas Estrelas) – 2009/ 2013/ 2016
  • The Advengers (Os Vingadores I e II) – 2012 a 2015
  • Ant-Man (Homem-Formiga) – 2015
  • Predestination (O Predestinado) – 2014
  • Interestelar – 2014
  • LUCY – 2014
  • X-Men: Dias de um futuro esquecido – 2014
  • Oblivian – 2013
  • Thor 1 e 2 – 2011/ 2013
  • Cloud Atlas (A Viagem) – 2012
  • Harry Potter (Universo de livros e filmes) – 2001 a 2011
  • Source Code (Contra o Tempo) – 2011
  • Inception (A Origem) – 2010
  • TRON: O Legado – 2010
  • AVATAR – 2009
  • Stardust (O Mistério da Estrela) – 2007
  • The Prestige (O Grande Truque) – 2006
  • Fonte da Vida – 2006
  • The Butterfly Efect (Efeito Borboleta) – 2004
  • Blueberry (Desejo de Vingança) – 2004
  • O Senhor dos Anéis (Trilogia: A Sociedade do Anel; O Retorno do Rei; As Duas Torres) – 2001 a 2003
  • MATRIX e Animatrix – 1999 a 2003
  • K-PAX – 2001
  • Vanilla Sky – 2001
  • A Cela – 2000
  • CONTATO – 1997
  • O Segredo do Abismo – 1989

*SÉRIES DE TV:

  • The OA (1ª Temporada – 2016/ 2ª Temporada confirmada)
  • Iron Fist (Punhos de Ferro) – 2017 em diante
  • Sense 8 (Maior ênfase na 1ª Temporada) – 2015 em diante
  • Agents of Shield (Agentes da S.H.I.E.L.D) – Desde 2013 até o momento
  • Agent Carter (Agente Carter) – 2015/ 2016 (maior ênfase nas últimas temporadas)
  • RIVER (Mini-série) – 2015
  • The Returned, adaptação da série francesa Les Revenants2015 em diante (Sugiro a série francesa)
  • Outlander – 2015/ 2016 em diante (Próximas Temporadas em produção)
  • AWAKE – 2012
  • The X-Files (Arquivo X) – 1993 a 2002/ Série Especial e final em 2016
  • LOST – 2004 a 2010 – Todas as Temporadas
  • The Flash – Desde 2014 até o momento

*ANIMAÇÕES:

  • KUBO and the Two Strings (KUBO e as Cordas Mágicas) – 2016
  • A Canção do Oceano (Song of the Sea) – 2015
  • When Marnie Was There (As Memórias de Marnie) – 2014
  • Big Heroes 6: Os Novos Heróis – 2014
  • O Conto da Princesa Kaguya (The Tale of Princess Kaguya) – 2013
  • O Mundo dos Pequeninos (Arryete) – Hiromasa Yonebayashi e Hayao Miyazaki – 2012
  • PONYO: uma amizade que veio do fundo do mar – Hayao Miyazaki – 2010
  • O Castelo Animado – Hayao Miyazaki – 2005
  • A Viagem de Chihiro – Hayao Miyazaki – 2003
  • Meu vizinho Totoro ou Meu Amigo Totoro) – Hayao Miyazaki – 1995

 

 

Artigos, Filmes, Vídeos e Documentários, Terapias Integrativas

A Sabedoria Milenar da Medicina Ayurvédica e o poder de cura dos Antídotos Alimentares

A Medicina Ayurvédica ou Ayurveda é uma prática milenar originária na Índia, reconhecida e aplicada no Oriente como medicina regular com suas técnicas específicas de diagnóstico, tratamento e, inclusive, cirurgia. Esta medicina se utiliza de técnicas e práticas voltadas à alimentação adequada, fitoterapia e desintoxicação, yoga, massagens terapêuticas e tratamentos que visam o equilíbrio do corpo físico, da mente, das emoções e do espírito.

No Brasil, a Ayurveda já é considerada uma terapia reconhecida pela OMS – Organização Mundial da Saúde. Algumas das técnicas mais utilizadas são a massagem ayurvédica, que inclui o uso de óleos vegetais e essenciai de acordo com a bioenergia ou dosha predominante do paciente. Esta massagem age de forma eficaz nos sistemas linfático: desintoxicando o organismo; circulatório e imunológico: aumentando a produção de glóbulos brancos, a nutrição e oxigenação celular; e energético: reequilibrando os chacras e atuando em vários níveis energéticos, desfazendo bloqueios emocionais.

A palavra Ayurveda é originária do sânscrito e significa: ayus (vida) e veda (conhecimento). A medicina Ayurvédica parte do princípio de que tudo no universo é formado por cinco elementos básicos da natureza: espaço (ou éter), ar, fogo, água e terra. O objetivo é estudar as influências desses elementos na natureza e no ser humano. Unidos dois a dois, eles formam os doshas: as três bionergias responsáveis pelo funcionamento global do ser humano.

Para atingir nossa saúde perfeita, é necessária a preservação do estado normal e equilibrado de nosso corpo e mente. A Ayurveda, nesse sentido, preconiza uma forma adequada de um estilo de vida através da relação entre nós e a natureza, apresentando tratamentos específicos, bons hábitos, comportamentos e condutas apropriadas para que tenhamos este equilíbrio entre corpo-mente-espírito. Esses procedimentos diários vão desde o momento em que acordamos e se estendem até o momento de irmos dormir, perfazendo também a qualidade de nossa respiração, de nossa alimentação, de nosso sono, de nossos pensamentos e emoções.

Segundo essa tradição, somos influenciados pelos 5 elementos através do dosha. Os doshas são Vata, regido por ar e éter, Pitta, regido por fogo e água, e Kapha, regido por terra e água. Todas as pessoas possuem os três doshas, mas em diferentes proporções. No momento da nossa concepção, a nossa constituição é definida, isto é, os doshas que estão presentes em maior quantidade no nosso organismo. Ao nascermos, tal proporção está em equilíbrio (prakrti), mas com o tempo e a vida desregrada surge o desequilíbrio em um ou mais desses doshas (vikrti), contribuindo para o surgimento e desenvolvimento de doenças.

Para o indivíduo ter o corpo saudável é necessário manter seus tecidos saudáveis, e isso é possível por meio da alimentação, que deve ser feita de acordo com o estado atual do paciente, ou seja, de acordo com seu dosha predominante e com os desequilíbrios que ele possa apresentar. Os tecidos que formam o corpo humano são formados a partir dos 5 elementos, os quais consumimos em forma de alimento.

Para a Ayurveda, a saúde de uma pessoa é medida pela força de seu Agni (fogo digestivo). Um “bom agni” é capaz de extrair dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários para formar tecidos fortes; por outro lado, quando o agni está diminuído ou é irregular (menor capacidade digestiva) a nutrição dos tecidos fica mais pobre, comprometendo a saúde e a integridade estrutural do organismo. Costuma-se ouvir muito que “você é o que você come”, mas podemos concluir com o exposto que a medicina indiana vai além: “você é o que você consegue digerir”.

Cada dosha, portanto, possui suas próprias características e funções no organismo. Normalmente, cada pessoa tem a predominância de uma bionergia, embora tenha sempre a influência das outras. O objetivo da Ayurveda é, justamente, buscar um equilíbrio entre os doshas para o bom funcionamento psicofísico do corpo.

Um desequilíbrio entre os doshas significa que o organismo não está funcionando em harmonia, o que pode gerar desequilíbrios e doenças, alterações de humor e uma má qualidade de vida em geral. A predominância de um dosha pode refletir-se em todas as características de uma pessoa, sejam elas físicas, comportamentais ou psicológicas. Conheça os princípios de cada um deles:

Vata: o dosha Vata é responsável por tudo que se movimento no corpo, pela circulação. Pessoas que tem o Vata predominante são muito ativas, móveis, agitadas e energéticas. Elas costumam ter metabolismo rápido e, por isso, muitas vezes são magras e com pouco desenvolvimento muscular. Sua pele é seca, áspera, fina e com veias visíveis. O desequilíbrio deste dosha gera um quadro clínico relacionado ao aumento de espaço e ar no corpo: secura, frio, perda de peso, inquietação, gases, prisão de ventre, ansiedade, medos, depressão e insônia.

Pitta: o dosha Pitta é ligado, principalmente, à digestão. Quem tem este dosha predominante costuma ser de estatura média, com maior desenvolvimento muscular. Sua pele é macia e quente, tem muito calor corporal e, muitas vezes, transpira excessivamente. Seu cabelo é fino e avermelhado ou loiro, e eles podem apresentar envelhecimento precoce, calvície ou queda de cabelo excessiva. O desequilíbrio do dosha Pitta pode levar a azia, queimação abdominal, calor no corpo, aumento da sudorese, pele sensível e vermelha, olhos vermelhos, irritabilidade e agressividade.

Kapha: é o dosha responsável pela estrutura do corpo. Pessoas com Kapha predominante tendem a ser pesadas ou grandes. Costumam estar acima do peso, ganhar peso facilmente e têm grande desenvolvimento muscular. Sua pele é grossa, lisa e úmida, clara ou pálida, com poucas rugas e seus dentes são fortes, brancos e bem formados. O dosha Kapha desequilibrado está relacionado ao peso corporal aumentado, lentidão, preguiça, oleosidade e embotamento mental.

A Ayurveda se utiliza de diversas técnicas de cura para buscar o equilíbrio entre os doshas e a saúde integral do organismo. Baseando-se no sistema filosófico Samkhya: os cinco elementos que formam toda a manifestação material do universo, um dos tratamentos sugeridos para auxiliar este equilíbrio diz respeito aos “antídotos alimentares” que, segundo esta medicina, são formas de manter ou equilibrar os doshas do nosso corpo.

Aliando estes antídotos ao seu respectivo alimento, contribue-se para o equilíbrio dos elementos em nosso corpo e, consequentemente, para o equilíbrio dos doshas. Com isso, evitamos problemas digestivos, fadiga, cansaço, dores de cabeça e mal-estar provindos de uma alimentação inadequada que, muitas vezes, desequilibra nossa bioenergia e pode gerar desequilíbrios também em outros níveis, como falta de foco, embotamento mental, dores musculares, entre outros. Ficam as dicas! Namastê! 😉

* ANTÍDOTOS Ayurvédicos:

  • Queijos (aumentam muco) A: pimentas (do reino, chilli, malagueta).
  • Ovos (ao fogo aumenta Pitta, cru – Kapha) A: salsa, coentro, açafrão.
  • Sorvetes (aumenta muco/causa congestão) A: cravo e cardamomo.
  • Coalhada (aumenta muco/causa congestão) A: coentro e cardamomo.
  • Iogurte (aumenta muco/congestão) A: cominho, cardamomo e gengibre.
  • Aveia (aumenta Kapha) A: açafrão, semente de cominho, canela,…
  • Arroz (aumenta kapha) A: Cravo e pimenta em grão.
  • Trigo (aumenta kapha) A: Gengibre, pimentas.
  • Legumes (promovem gases) A: cravo, alecrim, pimentas e alho s/ miolo.
  • Batata (gases/kapha) A: ghee com pimenta em grão.
  • Tomate (aumenta kapha) A: limão e cominho.
  • Abacate (aumenta kapha) A: açafrão, limão, alho, pimenta do reino…
  • Banana (aumenta Pitta e Kapha) A: cardamomo, canela, hortelã.
  • Frutas secas (secam, agrava vata) A: embebidas em água.
  • Manga (causa diarréia) A: ghee com cardamomo.
  • Melão (retenção de liquido/kapha) A: coco grelhado e coentro.
  • Melancia (retenção de liquido) A: sal com chilli.
  • Nozes (gases/aumentam Pitta) A: embebidas de véspera, ghee.
  • Manteiga de amendoim (pesado/dor de cabeça/Pitta) A: gengibre e cominho.
  • Sementes (podem agravar Pitta) A: embebidas, cozidas ficam + leves.
  • Chá preto (estimulante/efeito depressivo) A: gengibre
  • Repolho (produz gases) A: óleo de girassol e açafrão.
  • Alho (aumenta Pitta) A: coco grelhado e limão
  • Alface (Produz gases/sonolência) A: limão e azeite de oliva.
  • Cafeína (estimulante/depressivo/dependência) A:noz moscad/cardamomo.
  • Chocolate (estimulante) A: cardamomo e cominho.
  • Doces (aumentam Kapha e congestão de muco) A: gengibre
  • Tabaco (aumenta Pitta/estimulante) A: raiz de cálamo.
  • Álcool (depressivo/estimulante/dependência) A: Mastigar cominho ou cardamomo.
  • Carne Vermelha (aumenta Pitta/ Kapha; aumenta violência psico-emocional/ indigestão/ agressividade/ apóia ao desmatamento de arvores e florestas) A: procurar ir diminuindo o consumo até parar; utilizar muitos condimentos (pimentas/cravo…).
  • Peixes (aumenta Pitta) A: coco, limão e lima.

E caso deseje ajustar as sugestões acima ao seu biotipo, procure um profissional ayurvédico. Essa é uma premissa importante para um tratamento mais completo, já que a Ayurveda vê cada ser como uma expressão singular.

A Terapia Ayurveda – Reportagem e Depoimento de Laura Pires

Reportagem no Globo Repórter – “Medicina Tradicional Indiana utiliza mais de 500 ervas”:

Artigos, Filmes, Vídeos e Documentários, Terapias Integrativas

Os Trabalhadores desta Era estão sozinhos ou estrategicamente posicionados?

Uma reflexão como esta pode ser muito pertinente no que se refere à sua atemporalidade, não apenas para este momento da humanidade, mas para o momento existencial de todos os “Trabalhadores desta Era” que estão fazendo a diferença nos seus núcleos de atuação e na posição em que se encontram.

Muitos de nós já se sentiram ou ainda se sentem sozinhos em meio aos inúmeros processos de mudança planetária e transformações internas, que afetam tudo e todos ao nosso redor por meio das escolhas que realizamos no caminho – ouvindo e seguindo os chamados de nossa consciência desperta, muitas vezes incompreensíveis a outros – à medida que vamos trilhando os próximos passos na jornada e vislumbrando, com mais clareza, o Todo do quebra-cabeças de nossa existência.

A todos os que, porventura, estejam passando por um momento de profunda mudança ou que precisem de maior clareza e discernimento para definir suas escolhas, ideias e projetos, a forma como este pensamento foi construído pode auxiliar a trazer a compreensão que, de fato, não estamos nem nunca estaremos sós.

Numa analogia à essa interconectividade, já coexistindo entre todos aqueles que estão desempenhando e vibrando novas frequências, quebrando paradigmas e criando novas estruturas, novos sistemas e novos núcleos a partir do seu propósito e da sua própria transformação interior, segue uma magnífica animação cuja formação representa uma geometria sagrada “oculta” à nossa percepção humana diante de um alinhamento planetário.

Se assim se processa no universo, certamente assim se processa entre muitos de nós, mesmo que ainda não tenhamos nos “reconhecido” no plano da matéria. A Flor Da Vida é formada por esta interconectividade e nos relembra esta bela lição! Namastê! ❤

“Traçando o alinhamento do caminho do planeta Terra e de Vênus, limitados por órbitas circulares durante um período de 8 anos, há geometria no movimento das cordas, há música no espaçamento das esferas.” Pitágoras

Para complementar esta reflexão: “Trabalhadores da Luz são Faróis De Luz em um mundo cheio de escuridão. As pessoas são atraídas para eles por causa da forma como a Luz emana deles. Ouço de tantas pessoas que se sentem isoladas e sozinhas durante este Despertar e maciça mudança de paradigma que ocorre em todo o mundo.

Os cônjuges não conseguem acordar parceiros para a verdade; membros da família e amigos próximos acham que você passou a ser instável, enquanto os porta-vozes da corrente principal da Matrix mantêm a sua barragem de escárnio contra qualquer um que ousa olhar além de suas viseiras estreitas. Isso suga, nos exaure. Todos nós experimentamos esse fenômeno e o isolamento que parece acompanhar o Despertar.

Aqui está um pensamento muito feliz. Se formos um corpo orgânico, cosmicamente influenciado por receptores e radiodifusores cristalinos num Universo Onisciente e maravilhoso, talvez estejamos exatamente onde deveríamos estar.

Na verdade, estamos provavelmente cuidadosamente distribuídos para criar uma Rede Mundial de Verdade. Bom? Em outras palavras, mais uma vez não há nenhum erro com a sincronicidade! Oh, Olhe Todas As Pessoas Solitárias …Conectadas!

Estamos todos verdadeira e estrategicamente posicionados para o melhor efeito possível sobre o Cosmos e o Despertar? Ressoe comigo, assim bem como pode parecer. Por que não? Somos cada um geradores, transmissores, relés, condutores e recipientes de Luz, Verdade e Amor. O poder supremo da transformação positiva. E podemos estar exatamente onde devíamos estar, sozinhos ou não. Então, tenha ânimo!

Portanto, a solidão vem do quê? Talvez seja concebida pela separação, imposta pela sociedade sistematicamente dividida e compartimentada, induzindo criaturas indefesas que, supostamente, aguardam o toque de um deus distante ou algum “outro” para libertá-las. Tudo baseado em mentiras conceituais de separação. Eles tentam, não é?

Sim, precisamos de vínculo emocional, mas dentro de um quadro construtivo. O propósito da Matrix imposta é desagregar-nos para o negativo, destrutivamente para a “entropia autodegradante” das emoções e respostas, luta ou fuga: reações do lado esquerdo do cérebro e autoflagelação sobre o místico. E então, ligando-se a seus “ídolos” de confusão e insanidade materialista para a chamada “segurança”. Ilusório. Claramente ilusório. Não deixe ninguém cair nessa.

Posicionamento: Seja …e transmita de onde você está! Esta é talvez uma ideia revolucionária, mas nada que já não está no lugar. Não perceber isso é diminuir a intensidade e a eficácia da nossa Poderosa Rede. Imensamente.

Aqueles de vocês que Despertaram para essa percepção da importância da “agora consciência” sabem do que estou falando. Que a humanidade foi distraída deste conhecimento e entendimento através de falsos ensinamentos, diversões e entretenimento, é uma das maiores mentiras e tragédias da história da humanidade.

Não podemos estar todos fisicamente juntos, exceto em um conceito muito amplo. E os Guerreiros da Verdade, com quem cada um de nós se comunica frequentemente, estão em locais distantes e operam em seu próprio nexo pessoal.

Mas na Rede? Nós já Somos Um. Sintonize e brilhe! Nós Somos Um e Agora!

Quem sabe? Quase nenhum de nós está completamente flexível e pronto para juntar-se e viver com outros defensores da Verdade. Alguns estão fazendo isso e se é isso que devemos fazer, nós o faremos.

Cada um de nós continuará evoluindo de acordo com o desenrolar consciente. É um pouco estranho tentar conceituar, mas pelo menos gostaria somente de aliviar alguma angústia relativo aqueles que se preocupam e que tenham esse sentimento.

Estamos onde devíamos estar, a qualquer momento, em qualquer lugar. Não tema. Espero que você desfrute da jornada. Espalhe a Verdade. Cada um de nós faz uma enorme diferença!” – Por Gostica

Fonte original: http://dreamcatcherreality.com/lightworkers-alone/