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Os Perigos do TEFLON: Um Inimigo Oculto

Artigo atualizado em 08/05/2020

Quem de nós não tem uma panela de Teflon em casa? As chamadas panelas antiaderentes que não deixam o alimento grudar? Observo que sempre que se procura o máximo de conveniência – a falsa promessa das tecnologias que vieram para facilitar o trabalho das donas de casa – a saúde acaba ficando comprometida. E com essas facilidades, abrigamos um inimigo oculto em nossa cozinha por mais tempo do que imaginávamos.

Objetivando informar e trazer esclarecimento com seriedade, este é mais um tema presente nos casos de intoxicação, na maior parte das vezes identificado pelos médicos ortomoleculares, alguns naturopatas, homeopatas e nutricionistas que trabalham com tratamentos de desintoxicação do corpo. [Leia também: Os Perigos do Alumínio e Caminhos Auxiliares para Desintoxicação de Metais Pesados]

Pois bem, esse é o mais controverso tipo de panela disponível no mercado, porque ouvimos dizer que se o alimento é aquecido em baixas temperaturas não é nocivo à saúde. Contudo, por meio de várias pesquisas já realizadas desde a fabricação das primeiras panelas nos EUA – oficialmente em 1954 – os resultados provaram o contrário. 

Na sua composição estão o ácido perfluoroctanóico (PFOA), o perfluoroctanossulfonato (PFOS) e o politetrafluoretileno (PTFE). A união desses compostos está registrada com o nome de Teflon, todos considerados tóxicos para o organismo por serem polímeros fluorados sintéticos. Esses componentes, por serem sintéticos, não são reconhecidos pelo corpo e tendem a acumular-se nas células com o tempo. Segundo estudos, a longo prazo podem danificar e alterar o DNA.

Quando aquecidos ou exposto a altas temperaturas, os PTFE’s liberam gases tóxicos – os fluorocarbonos – que causam sintomas similares aos da gripe. Já o PFOA e PFOS – conhecidos como produtos químicos perfluorados – estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de rim e de fígado, problemas da tireoide, de coração, colesterol alto, imunidade baixa e outras complicações que relaciono mais adiante.

Estes compostos presentes nas panelas de Teflon contêm flúor, substância comprovadamente tóxica, cujo uso já é proibido em alguns países da Europa pelos mesmos problemas de saúde citados, entre outros. Infelizmente, no Brasil ainda é largamente utilizado, principalmente na água que abastece a nossa casa. Essa união bombástica também é reconhecida como obesogênica e bociogênica, ou seja, substâncias que dificultam a absorção de iodo. Por isso, estão associadas ao hipotireoidismo, hipertireoidismo, tireoidite de Hashimoto, doença de Graves e câncer da tireoide. 

Para aqueles que desejam saber mais a fundo sobre a história de criação do Teflon – que remonta aos tanques usados na segunda guerra – seus efeitos à saúde e como o problema veio à público, indico o filme baseado em casos reais, lançado há poucas semanas no Brasil (fevereiro/2020) e chamado: “Dark Waters”, no português traduzido como “O Preço da Verdade”. Além de excelentes atores, o caso em si e os dados mencionados são alarmantes. Um deles: é provável que 99% da população tenha seus componentes no sangue.

Mas, como o objetivo deste artigo além de informar também é prevenir, mais adiante você encontra ações e soluções para substituir esses elementos da sua cozinha e da sua rotina. Tendo conhecimento dos componentes, temos o direito como consumidores de não comprarmos produtos que os contenham, pensando na nossa saúde e nas futuras gerações.

PESQUISA: INFERTILIDADE E DANOS À TIREOIDE

Com o aquecimento, essas substâncias são facilmente absorvidas pelo corpo, inaladas através do vapor. Elas foram associadas a um número crescente de preocupações com a saúde, doenças da tireóide, infertilidade em mulheres, má formação fetal e problemas de desenvolvimento e reprodução em animais de laboratório.

Um estudo de cientistas californianos monitorou a gravidez de 1.240 mulheres dinamarquesas. Um dos professores chamou a atenção para a presença de perfluorcarbonos no sangue de muitas delas. Isto significou que a substância presente nos revestimentos de Teflon é capaz de se acumular no corpo. As mulheres com altos níveis no sangue não conseguiam engravidar por um longo tempo. As tentativas de fertilização in vitro também terminavam em fracasso.

Outro estudo realizado com cerca de 4 mil adultos, durante 7 anos, avaliou a exposição a utensílios que continham PFOA, e a manifestação de problemas de tireoide. A pesquisa descobriu que quanto maior a concentração dessa substância, maior a manifestação de alterações tireoidianas que podem levar a doenças cardíacas, infertilidade, fraqueza muscular e fadiga, osteoporose e, em casos extremos, coma ou morte.

Além de potencialmente prejudicar a glândula tireoide, esses químicos também foram associados a nascimentos de bebês de baixo peso, segundo a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA). Com riscos de desenvolvimento, o PFOA compromete a reprodução humana, tendo sido associado a um aumento de 60% a 154% na chance de infertilidade.

Da mesma forma, foi associado a tumores, especialmente o câncer de próstata, em trabalhadores de indústrias que lidam com esse produto, além de outros tipos de câncer: fígado, pâncreas, testículo e mama. Segundo este estudo, mesmo em níveis de exposição muito baixos, os cientistas correlacionaram o PFOA também à colite ulcerativa e o colesterol elevado.

TEFLON E DOENÇAS RELACIONADAS

Pesquisadores reuniram dados para determinar o efeito do PFOA na saúde humana. Após sete anos de pesquisas, com resultados detalhados em mais de três dezenas de publicações, ficou demonstrado que o PFOA tem causado as seguintes doenças relatadas e documentadas: 

  1. Colite ulcerativa.
  2. Colesterol alto (Acima de 700).
  3. Hipertensão induzida pela gravidez.
  4. Hipotireoidsmo e Hipertireoidismo.
  5. Leucemia; Câncer de rim, de próstata e dos órgãos genitais femininos.
  6. Toxicidade do fígado e disfunção hepática.
  7. Perturbação do metabolismo lipídico, imunológico e endócrino.
  8. Efeitos neuro-comportamentais adversos.
  9. Toxicidade e morte neonatal.
  10. Tumores em múltiplos sistemas, câncer testicular e câncer de rim.
  11. Menor tamanho e baixo peso em recém-nascidos.
  12. Obesidade, resposta imune reduzida, níveis mais baixos de hormônios e puberdade tardia.
  13. Morte de animais de estimação com penas, como canários ou papagaios. Seus sistemas respiratórios são muito sensíveis a gases nocivos. Foram relatados casos de morte de aves que permaneceram nas proximidades da panela de Teflon.

Para informações mais detalhadas e relatos de casos reais, recomendo o documentário: “The Devil We Know” – Acesse o link no final do artigo.

COMO PREVENIR E QUAIS UTENSÍLIOS USAR?

1) Use: panelas e utensílios de vidro, cerâmica ou inox (18/10): são fáceis de limpar e não geram nenhum risco de exposição a substâncias químicas nocivas. São as mais recomendadas também pelo custo-benefício – vide os tipos de panelas abaixo.

2) Outra alternativa: panelas de aço cirúrgico – chamadas assim por serem mais usadas na confecção de utensílios hospitalares, mas também em jóias. Recebi essa sugestão de um internauta e fui pesquisar sobre o seu uso na culinária. A eficiência é máxima porque não cria nenhum tipo de ferrugem ou oxidação, além de não ter nenhum risco de toxicidade. Nesse caso, estaria entre as mais recomendadas, mas o custo é alto. Para quem pode pagar, sem dúvida é um investimento para a saúde.

2) Evite:

  • Panelas e frigideiras antiaderentes de Teflon e similares.
  • Utensílios de Teflon, silicone e plástico (Ex: formas para bolo, pizza, cupcakes, espátulas e colheres).
  • Superfícies de aquecimento de grelhas elétricas, de caldeiras e de prensagem.
  • Sanduicheiras, crepeiras e similares.
  • Sacolas de pipoca de microondas (contém PFOA na composição).
  • Embalagens para alimentos gordurosos.
  • Embalagens para comidas congeladas.
  • Produtos de higiene bucal: cremes dentais, enxaguadores e fios dentais que contenham as substâncias relatadas ou ingredientes perfluorados (a maior parte dos fios dentais contém silicone à base dessa substância).
  • Produtos de higiene pessoal: cremes lubrificantes, de barbear e depilar.
  • Produtos de limpeza e tratamento de carpetes e móveis.
  • Produtos para retirar manchas de roupas e mobiliário.
  • Impermeabilizantes de móveis, estofados, sapatos, entre outros.
  • Cosméticos e produtos de beleza.
  • Roupas e utensílios para esporte.
  • Tintas e revestimentos para interiores.
  • Mobiliário e colchões.

Na dúvida, leia os rótulos. Se conter “ingredientes perfluorados”, PFC’s ou quaisquer uma das siglas citadas, evite comprar. Lembrando que não precisamos ficar neuróticos, apenas informados de que quanto mais produtos e utensílios estivermos utilizando – e imagine-se utilizando todos juntos – a longo prazo nossa saúde vai estar comprometida. Prevenir é apenas o início do processo, mas também uma forma de gerar economias futuras que resultariam em tratamentos médicos e medicamentos alopáticos caros.

TIPOS DE PANELAS E OS EFEITOS À SAÚDE

Preparar uma alimentação de qualidade depende de muitas variáveis, como uma boa receita, habilidade culinária, ingredientes saudáveis e a panela adequada. Cada material utilizado na fabricação das panelas tem suas particularidades, tornando-as mais indicadas para o preparo de determinado alimento e também interferindo na nossa saúde. Quantas vezes já ouvimos dizer que uma comida feita numa panela de ferro, por exemplo, tem outro sabor? Uma verdade. Em questão de saúde, algumas panelas são bem vindas e outras devem ser aposentadas da nossa cozinha.

  • ANTIADERENTE (TEFLON, TEFAL, entre outras): Conhecidas pela capacidade de não deixar o alimento grudar e ainda reduzir bastante o uso do óleo no preparo dos alimentos. Um dos problemas é que seu processo de produção é muito poluente. Além disto, contêm dois plásticos em sua composição, o polietrafluoretileno (PTFE) e o perfluorooctanóico (PFOA). Eles são compostos tóxicos, a base de flúor, e que se soltam facilmente da panela principalmente quando está velha ou se submetida a altas temperaturas, como durante as frituras ou quando vão ao forno. Panelas deste tipo quando riscadas, então, são ainda mais tóxicas para o alimento. O melhor é evitá-las.
  • ALUMÍNIO: São as mais comuns, leves, baratas. Mas também são as que causam mais problemas, pois liberam alumínio na comida. O alumínio é um metal tóxico que pode ficar armazenado no sangue e no tecido adiposo favorecendo a obesidade, além de afetar o sistema nervoso trazendo desequilíbrios como o Alzheimer e Parkinson. Observação: como este metal é liberado mais facilmente em contato com alimentos gordurosos, ácidos e que contenham sal, é recomendado adicionar o sal apenas no final do preparo, para evitar que mais resíduos sejam liberados. Não devem ser usadas esponjas ásperas ou de aço, e não devemos raspar a panela com talheres de metal, para que o alumínio não seja liberado para o alimento. Sendo assim, este é um tipo de panela que deveria ser eliminada de toda cozinha.
  • COBRE: não é mais comercializada sem uma camada de proteção, porque o cobre é transferido com muita facilidade para o alimento, provocando intoxicações, levando a náuseas, dores abdominais e problemas gastrointestinais, além de poder prejudicar rins e fígado à longo prazo. No Brasil, elas só podem ser vendidas se tiverem uma camada protetora, como o titânio. Isso porque aqui esse tipo de panela costuma ser usado para preparar doces e alimentos com tempo grande de cozimento, o que facilita a contaminação. Na França, por exemplo, ela é muito usada, mesmo sem proteção, para fazer crepes, que são secos e de preparo rápido. Os chefs gostam do cobre porque ele é bom condutor de eletricidade e distribui o calor de forma homogênea. Mas, se o organismo acumular grandes quantidades de cobre, podem ocorrer problemas gastrintestinais. A longo prazo, há danos cerebrais, problemas renais e nas articulações. O excesso de cobre no organismo pode levar à leucemia e a câncer intestinal.
  • FERRO FUNDIDO: São bem resistentes e liberam ferro na comida, o que ajuda a combater problemas como anemia. O uso da panela é também indicado para vegetarianos, mulheres em idade fértil e crianças. Contudo, um inconveniente é que este tipo de material altera a cor do alimento, deixando-o acinzentado e pouco atrativo. Para aqueles que não são anêmicos, é importante lembrar que o aumento do ferro também aumenta a ferritina, podendo levar ao aumento de radicais livres. Também não são boas para quem sofre de hipercolesterolemia (colesterol alto em excesso, de forma crônica). Em excesso, o ferro pode causar hemocromatose – o depósito de ferro nos tecidos de alguns órgãos que, com o tempo, perdem as suas funções. Observação: Um modo de evitar isso é não guardar a comida na panela e usá-la para fazer só um dos integrantes do cardápio. Para manter a panela sem ferrugem e evitar perigo ao nosso organismo, é importante secá-la no fogão e untá-la, caso ela não seja usada com frequência. Algumas são esmaltadas, tornando-as mais fáceis de limpar, porém, se não forem de boa procedência podem conter chumbo na composição do esmalte. É sempre bom ficar alerta.
  • FERRO ESMALTADO: A camada esmaltada impede a liberação de ferro para o alimento. Por isso, essa panela pode servir para guardar comida depois de pronta, sem problemas de transmissão excessiva de ferro para quem tem colesterol alto. Se não for absorvido, ele se acumula em artérias. Assim como a de ferro fundido, essa panela mantém o aquecimento por mais tempo. O ferro fundido pigmenta alimentos claros, como chuchu e abóbora, deixando-os escuros. Já a esmaltada pode ser uma boa opção, mas desde que bem conservada. Observação: falando em panelas esmaltadas, lembremos das esmaltadas de ágata. Na época, vieram para substituir as pesadas de ferro. Contudo, as que encontramos hoje no mercado geralmente são de alumínio com a camada esmaltada de ágata. Assim sendo, são desaconselhadas para aquecimento por cozimento. Se você tem utensílios esmaltados de ágata em casa, procure usar bules, xícaras e canecas, uma vez que recebem o calor ameno e não tenderão a trincar o esmalte, como ocorre quando utilizadas para o cozimento. Podem ser usadas também para decoração com plantas e arranjos florais.
  • BARRO: Ideal para o preparo de alimentos com bases líquidas como ensopados, feijão e sopas, esse tipo de panela mantém o calor por um longo período de tempo e também pode ir ao forno. A desvantagem fica por conta da demora em esquentar e no cuidado exigido na hora da limpeza. Deve-se evitar a preparação de pratos com pouca água, pois isso pode desidratar e ressecar o que estiver sendo cozido. Observação: antes de utilizá-la pela primeira vez, deve-se colocar duas ou três colheres de óleo e levá-la ao fogo até queimar, o que permite uma melhor impermeabilização e durabilidade da panela. Escolha uma panela de barro de qualidade e com certificação, pois as mais comuns podem conter chumbo, cádmio e níquel, metais pesados facilmente liberados na comida durante o cozimento.
  • TITÂNIO: Esses utensílios são mais recentes e modernos, mas os preços, salgados. As panelas de titânio não fazem mal à saúde, já que não há contaminação dos alimentos preparados nelas. Além disso, são mais resistentes. As panelas de titânio também podem ser usadas para guardar a comida depois de pronta. Elas não exigem a fervura que recomendamos nas panelas de aço inox, pois não há liberação de material na comida. O titânio é usado pela indústria, inclusive, para revestir as panelas de cobre e evitar que esse elemento se misture à comida em seu interior.
  • PEDRA-SABÃO: É uma das mais antigas da história da culinária. São produzidas a partir de um mineral retirado da natureza chamado esteatito. Não possuem cheiro, não alteram o sabor dos alimentos e os mantêm quentes por longo tempo. Antes de usadas, devem ser untadas com óleo por dentro e por fora, enchidas com água e levadas ao forno médio por 2 horas. Com isso ela estará apta para liberar quantidades expressivas de elementos nutricionalmente importantes como cálcio, magnésio, ferro e manganês. Ela é ideal para caldos, moquecas e ensopados.
  • INOX: O aço inoxidável é composto por ferro, cromo e níquel. O níquel em pequenas quantidades pode até ser útil ao organismo, mas o excesso tende a afetar o sistema nervoso e ainda causar problemas alérgicos como asma e dermatites.  É ideal para uso diário e para qualquer preparação, além de ser uma das panelas mais resistentes. Prefira aquela que contém 18% de cromo e 8-10% níquel (18/10) na sua composição – você encontra esse valor no fundo da panela. Esse tipo de inox é o mais seguro e resistente. Observação: Ao usar a panela de inox pela primeira vez, deve-se fervê-la durante 1 hora por 3 a 5 vezes, com bastante água, para fazer a quelação dos minerais. Não se deve guardar alimentos dentro da panela, nem limpá-la com esponja de aço. As panelas que foram muito areadas também devem ser fervidas dessa maneira, para impedir que a camada de níquel se desprenda. Tomado este cuidado, as panelas de aço inox são uma boa opção.
  • CERÂMICA: São atóxicas, ou seja, não contém nenhum produto tóxico para o alimento. O calor é bem distribuído, não sendo necessário utilizar muito óleo no preparo. Sua desvantagem pode ser o alto custo. Escolha uma de qualidade, de preferência de inox e não de alumínio. Observação: procure estar atento às cerâmicas. Algumas são produzidas na China e contém chumbo na composição. Pesquisas realizadas em Israel também afirmam que a tinta presente em algumas panelas não certificadas pode conter chumbo ou cádmio, os quais desprendem-se durante o preparo dos alimentos.
  • VIDRO: Sob o ponto de vista da saúde, é a única panela considerada 100% segura, pois não libera qualquer resíduo para o alimento. Seu inconveniente é que os alimentos podem queimar mais facilmente. O ideal é utilizá-la para preparações à base de líquidos como: sopas, cozidos, suflês e molhos. Cozinhando outros alimentos, procure usar fogo baixo/ brando para não queimarem.

Assim, conhecendo os benefícios e malefícios de cada tipo de material e panela, lembre sempre que elas devem atender a três aspectos: saúde, em primeiro lugar, praticidade e funcionalidade. A sugestão é ir trocando as panelas e os utensílios aos poucos, para não comprometer o orçamento.

Entretanto, se você já foi diagnosticado com alumínio, chumbo ou algum metal pesado no sangue, incluindo algum dos problemas de saúde relatados acima, é importante excluir de forma definitiva os utensílios tóxicos da rotina. Esse é o primeiro passo para um posterior tratamento de desintoxicação com um profissional qualificado.

Luciane Strähuber – Educadora da Terapêutica Integrada

Fontes e Referências: 1- Documentário (2018): “The Devil We Know”: www.thedevilweknow.com | 1.1 Filme baseado no caso real: “Dark Water” (“O Preço da Verdade”) | 2- Clean Water Action, PFC Fact Sheet | 3– EWG Skin Deep Cosmetics Database | 4– Environmental Working Group May 15, 2003, “Canaries in the Kitchen: DuPont has Known for 50 Years” | 5– C8 Science Panel Research Studies | 6. EPA.gov Health Advisories for PFOA and PFOS | 7- Environmental Health Perspectives January 7, 2010 | 8- Environmental Working Group August 20, 2015 | 9- Environmental Science and Technology Letters August 9, 2016 | 10. Informações de Craig Stellpflug: especialista em nutrição relacionada ao câncer, Lifestyle Coach e Consultor de Neuro Desenvolvimento na Clínica Médica Healing Pathways, Scottsdale, AZ | 11. Artigo: “Por que abandonei as panelas antiaderentes de Teflon”  

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2 comentários em “Os Perigos do TEFLON: Um Inimigo Oculto”

  1. Olá! Muito obrigada por todo esse conteúdo. Nossa, uso demais panelas de teflon e espátulas de silicone, achando que estava protegendo minha saúde. O que você recomenda para panelas de pressão? Pois geralmente só encontramos em alumínio ou andiaderentes! Qual comprar?

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    1. Olá, Beatriz! Tudo bem?

      Que ótimo que o conteúdo do Blog esteja auxiliando você 😉 O objetivo é trazer informação de qualidade com verdade.

      Encontrar panelas de pressão que não sejam de alumínio ou antiaderentes é um problema mesmo.

      O que sugiro a você é deixar de usá-las. Ao invés de usar a pressão para cozinhar – o que destrói a maior parte dos nutrientes e enzimas dos alimentos – você pode fazer o cozimento em etapas.

      No caso do feijão e outros grãos, por exemplo, seguem algumas dicas:

      1) Deixar de molho de um dia para o outro. Colocar esta primeira água fora.
      2) Colocar mais água e levar ao fogo até levantar fervura. Desligar, tampar e deixar descansando (os grãos vão absorver a água, inchando naturalmente).
      3) Após esfriar, levar ao fogo novamente, até levantar fervura pela segunda vez. Desligar e deixar descansar.
      4) Se necessário, repetir o processo pela terceira vez. Dessa forma, mesmo que leve um pouco mais de tempo, você preserva os nutrientes e enzimas dos grãos, melhorando também a digestibilidade, além de não precisar mais de panelas de pressão.
      5) Outra sugestão: no caso de tubérculos como batatas, aipim ou mandioca, você pode cozê-las no vapor de forma bem rápida.

      Espero que essas dicas ajudem você!

      Um grande abraço e seja sempre bem vinda!

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