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O Merecimento é para todos: A Ação para União ainda é objetivo de poucos

A união não depende de merecimento, mas sim de um propósito em comum.

Muitos confundem a relação entre ser merecedor e unir-se a um objetivo em comum. Para uns, o merecimento é julgado a partir de um único ponto de vista: o olhar proveniente das distorções do ego. A “mente do ego” diz: fulano não é merecedor disto ou daquilo porque (…), por isso, não merece isto ou aquilo. Já, se refletíssemos com a “mente da alma”, sintonizada a um sentimento de comunhão – que habita no coração de todo ser humano que visa o benefício de todos – diríamos: não se trata de fulano ser merecedor por causa disso ou daquilo, se trata de unirmos esforços, onde o propósito da alma nos leva a seguir uma mesma direção.

Neste caminho, podem haver aqueles que não se sentem ou não se acham merecedores, quando na verdade, se optaram por trilharem-no juntos e em prol de algo que envolva o bem comum e o amor universal, todos são merecedores em sua essência.

Não julguemos, portanto, aqueles que achamos serem ou não merecedores de coisas, de pessoas, de caminhos. Tenhamos nosso olhar voltado para o propósito maior, trazendo a visão da águia – aquela que vê o todo e não apenas uma parte – permitindo que todos possam expressar o que são em essência divina, abrindo suas asas e voando em direção ao mesmo ninho de paz que buscamos em algum momento de nossa jornada evolutiva, caminho este que só pode ser seguido com um coração aberto, aquele que permite-se amar sem julgamentos e ideias pré-concebidas.

Se alguém tem coragem suficiente para julgar o outro perante ter ou não merecimento, na mesma proporção há covardia suficiente perante o julgamento de si, sem perceber que na medida que é “o inquisidor” do merecimento alheio, também é o inquisidor do seu próprio ato de merecer. Esse comportamento impede a energia do merecimento de fluir para dentro da nossa vida com verdade, prosperidade e leveza, tornando-se um caminho “pesado”, com limitações e pré-conceitos desnecessários, ao invés de permitir a união de objetivos e propósitos.

Tamanha é a perda de tempo e energia “dos inquisidores” que mal percebem que, por não se sentirem merecedores por qualquer que seja a razão, se sentem no direito de determinar o destino daqueles que, por sua vez, também não devem ser. Com isso, muitas portas se fecham e os raios do sol da sabedoria deixam de ser sentidos, deixam de entrar na casa do coração para trazer clareza à mente e harmonizar as emoções com consciência e compreensão, cegando pela ignorância, pelo egoísmo e pela prepotência.

Quando determinamos o que é “melhor” para o outro, perdemos a oportunidade de enxergar e perceber o que ocorre de “pior” dentro de nós, ao nosso redor. E quando a hora da verdade chega, quando o silêncio daqueles que distanciaram-se consequentemente acontece, já é tarde para remediarmos as ações e as intenções que, por terem sido determinantes e inflexíveis, criaram apenas sementes de dor e sofrimento na terra dos que deveríamos destinar o nosso mais sincero amor. Serão essas sementes que no silêncio, dia após dia, serão colhidas, porque a colheita inevitavelmente vem para todos.

O único consolo nesta situação – se é que poderá ser sentido por aqueles que ditam o que é melhor – é que a Vida, na sua infinita amorosidade e beleza, sempre nos traz uma oportunidade de mudança, de novas escolhas, de recomeços e reconciliações conosco, podendo resultar assim no plantio de novas sementes. Então, quais são as sementes que você tem plantado até agora em seu caminho?

Que a visão da águia, que nos ensina a ver a globalidade, o todo, que nos leva para fora do olho do furacão, possa tornar-se a sua visão. Que o seu canto possa despertar o canto original da sua alma! Que a união dos nossos cantos e sons sagrados nos levem, unidos pelo coração, a nos encontrarmos e construirmos um lugar de paz onde todos possamos existir e Ser aquilo que viemos cumprir em nome do Amor!

Esta forma de união pode determinar a maneira como vemos e nos sentimos merecedores, transformando-nos positivamente. Ouça o seu coração, a sua intuição, e se sentir um chamado que convida a unificar, unir-se ou construir união por um bem-comum – sem extremismos, julgamentos, preconceitos – e visando o Bem de todos os envolvidos, siga-o, atenda o chamado. Ele pode estar sendo um sinal do universo diante do que sua alma veio criar, expressar e concretizar. E lembre-se: os algozes de ontem são os inquisidores de hoje, disfarçados de “bons moços” em pele de cordeiro.

Mensagem recebida em canalização – Por Yehuá© & Cigana Valentina: A Dama de Copas

 

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